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domingo, 26 de junho de 2016

A Maldição de Poltergeist

Heather O'Rourke a protagonista Carol Anne

Existem relatos de várias ocorrências estranhas durante as gravações da trilogia "Poltergeist" (Poltergeist - O Fenômeno, 1982; Poltergeist II - o Outro Lado, 1986; e Poltergeist III - O Capítulo Final, 1988). Seja por um motivo ou outro, muitos filmes de terror tem alguma história de maldição relacionada a eles, que talvez seja verdade, superstição ou estratégia de marketing.

Mas, sem dúvida nenhuma, as mortes de quatro atores principais da trama, todas acontecidas antes do término das gravações da terceira sequência dessa série, é um elemento terrivelmente macabro, o que deu ao filme (ou a trilogia) a fama de amaldiçoado.

Muitos acreditam que a maldição do filme ocorreu porque a produção usou esqueletos humanos reais, pois eram mais baratos que alugar os de plástico.

Dominique Dunne
Dominique Dunne (intérprete de Dana Freeling), foi estrangulada pelo namorado ciumento e morreu após ficar alguns dias em coma, semanas após o lançamento do filme. A lenda afirma que o assassino colocou a trilha sonora de Poltergeist - O Fenômeno para abafar os barulhos da violência.

Heather O'Rourke a protagonista Carol Anne, morreu logo após o fim das filmagens de Poltergeist III, aos 12 anos de idade. A menina tinha um bloqueio intestinal, conhecido como Doença de Crohn, desde o seu nascimento, que fora erroneamente diagnosticado com uma infecção intestinal. Levando a menina à morte em fevereiro de 1988, com isso terminou a franquia que já tinha planos para o 4° filme.

Julian Beck fez o papel do reverendo Henry Kene

Julian Beck fez o papel do reverendo Henry Kene, morreu em 1985 durante as filmagens da continuação da franquia com câncer no estômago.

Will Sampson, o índio Taylor, morreu pouco depois do lançamento do segundo filme por complicações em uma cirurgia cardíaca em 1987.

Outros acontecimentos estranhos:

Will Sampson, o índio Taylor
Zelda Rubenstein, fez uma sessão de fotos para o filme "Poltergeist III", em uma delas apareceu uma luz brilhante obstruindo seu rosto, a própria atriz informou que, no momento em que a foto foi feita, sua mãe falecera.

Algo deu errado durante as filmagens da cena aonde o ator Oliver Robins era sufocado por um palhaço, ele estava realmente sendo sufocado.

JoBeth Williams contou que quando voltava para a casa depois das filmagens seusquadros estavam todos tortos. Ele os endireitava diariamente, e diariamente os quadros ficavam tortos enquanto não havia ninguém em casa.


Fontes: DVD, sofá e pipoca; Noite Sinistra.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Contos da Cripta


"Tales from the Crypt" (Contos da Cripta) foi um seriado de televisão americano de 93 episódios de 24 minutos, criado a partir de histórias em quadrinhos de Maxwell Gaines, publicados pela EC Comics, que reunia histórias cheias de tensão e sobretudo humor negro. Foi exibido inicialmente de 10 de junho de 1989 a 19 de julho de 1996.

Originalmente concebido para ser uma trilogia a ser exibida nos cinemas, foi transformado em programa de televisão, porque os produtores temiam um fracasso, já que filmes de terror desse estilo raramente obtinham sucesso nas bilheterias.

Seguindo os passos de "Creepshow", uma outra produção baseada em coletâneas de filmes, surgiu em 1995 trazendo 3 diretores à frente do projeto: Ernest Dickerson, Leigh A. Webb e Gilbert Adler.



Muitos famosos de Hollywood atuaram ocasionalmente nesta série: Patricia Arquette (Four-Sided Triangle), Timothy Dalton, Kirk Douglas, Whoopi Goldberg (Dead Wait), Teri Hatcher, Demi Moore, Brad Pitt, Christopher Reeve, Martin Sheen, Michael J. Fox (The Trap), Tom Hanks, Kyle MacLachlan, Arnold Schwarzenegger, Brooke Shields, Mark Ruffalo, Daniel Craig, Roger Daltrey, Ewan McGregor, Iggy Pop, Slash e Malcolm McDowell. Além de outros atores e atrizes em início de carreira, não muito famosos na época, e que hoje brilham no cenário hollywoodiano.


Fontes: IMDb; Wikipedia.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

A Comédia do Terror

"The Comedy of Terrors" (1964), do gênero comédia / terror, produzido pela American International Pictures, dirigido por Jacques Tourneur e estrelado por Vincent Price, Peter Lorre, Basil Rathbone, Boris Karloff e Joe E. Brown (em sua última aparição cinematográfica), apresenta Orangey, o gato, sob o nome de "Rhubarb, the Cat". É uma rara mistura de comédia e horror, na mesma linha de "Abbott and Costello Meet Frankenstein", clássico de 1948 da Universal Pictures.

Ambientado na Nova Inglaterra de meados do século XIX, o filme conta a história do beberrão Trumbull (Price), um papa-defuntos sem escrúpulos que assassina pessoas em suas próprias casas para manter os negócios de sua funerária e poder bancar seu vício da bebida.

Certa noite, após uma tentativa frustrada, quando a viúva de sua última vítima sai sem lhe pagar os honorários, Trumbull e seu nefasto criado Gillie (Lorre) decidem assassinar o senhorio, Sr. Black (Rathbone), do qual dizia-se ter acessos de catalepsia, algo que Trumbull e Gillie desconheciam.

Aparentemente, Black morre de ataque cardíaco após levar um susto provocado por Gillie e Trumbull coloca o corpo do "falecido" na tumba da família e volta para celebrar em casa a sua recém-adquirida fortuna. Todavia, Black acorda e volta para o salão da funerária, citando frases a esmo do Macbeth de Shakespeare, o qual estava lendo no momento em que sentiu-se mal. Cenas cômicas ocorrem quando Black persegue Trumbull e Gillie ao redor do salão, antes que (finalmente) morra após um longo monólogo.

Gillie foge com a maltratada esposa de Trumbull, com quem andava se encontrando às escondidas e Trumbull é deixado para trás em profunda depressão. Seu sogro (Karloff) aparece e lhe dá um "remédio" (que, na verdade, é veneno) o qual Trumbull havia tentado lhe fazer ingerir durante todo o filme. O "remédio" funciona da forma esperada e Trumbull cai morto enquanto Karloff recolhe-se ao leito sem perceber nada de estranho.

É digno de nota que no fim do filme, Black espirra numa reação alérgica a um gato, provando, novamente ser um tipo indestrutível.




Fonte: Wikipédia.

domingo, 21 de outubro de 2012

Atividade Paranormal 4 lidera bilheterias

'Atividade Paranormal 4' estreia no topo das bilheterias norte-americanas

O quarto filme da série "Atividade Paranormal" foi o campeão das bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana, ao estrear com vendas de 30,2 milhões de dólares em ingressos.

O filme de ação "Argo", dirigido por Ben Affleck, sobre a retirada de norte-americanos do Irã em 1979, arrecadou 16,6 milhões de dólares e ficou com a segunda colocação. As estimativas dos estúdios foram divulgadas neste domingo.

Busca Implacável 2, com Liam Neeson, campeão em dois fins de semana, caiu para a quarta colocação. Ele levantou 13,4 milhões. Em terceiro lugar, Hotel Transilvânia arrecadou 13,5 milhões de dólares na América do Norte. As vendas no mercado internacional do filme alcançaram 119 milhões de dólares. Em quinto, ficou o estreante Alex Cross, com 11,7 milhões de dólares.

A distribuidora Paramount, de Atividade Paranormal 4, esperava uma arrecadação um pouco maior da conquistada pelo filme no mercado norte-americano. A projeção era de pelo menos 35 milhões de dólares para um longa cujo orçamento foi 5 milhões de dólares.

"Estamos muito contentes", disse Don Harris, da Paramount. "O mercado está um pouco mais congestionado do que há um ano." O terceiro filme da série chegou a 53 milhões no seu fim de semana de estreia. Segundo Harris, "é muito provável" a produção de um quinto filme.

O novo Atividade Paranormal conta a história de uma vizinhança que começa a viver estranhos eventos depois da mudança para o local de uma mulher e do seu filho. Ele segue o estilo de filmagem dos outros longas. O primeiro filme da série produzida por Jason Blum estreou em 2009. Os primeiros três longas arrecadaram mundialmente 577 milhões de dólares.

Fonte: Reuters,

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jack Nicholson

Dono de um diabólico sorriso sedutor, Jack Nicholson é uma das maiores lendas vivas da história do cinema. Mesmo famoso e consagrado, nunca deixou de aceitar trabalhos menores e desafiadores, sempre do modo irreverente e com muito carisma, tentando fugir dos tradicionais clichês e interpretações fáceis -  armadilha na qual a maioria dos atores de sua idade costumam cair.

Jack Nicholson (John Joseph Nicholson, 22 de abril de 1937), ator, nasceu no Hospital Bellevue em Nova Iorque e sua mãe era June Frances Nicholson (cujo o nome de solteira era June Nilson), descendente de ingleses e italianos.

June era artista (dançarina) e se envolvera com um homem casado que trabalhava no mesmo meio que ela, o ítalo-americano Donald Furcillo (cujo nome artístico era Donald Rose). Os dois chegaram a se casar em Elkton, Estado de Maryland, em 16 de Outubro de 1936, com Furcillo se tornando bígamo. Furcillo se ofereceu para tomar conta de Jack quando ele nasceu mas a mãe de June, Ethel, insistiu para que o entregasse, pois queria que sua filha continuasse com a carreira de dançarina.

Assim, Jack cresceu acreditando que seus avós John (um decorador de janelas de loja de departamentos em Asbury Park, Nova Jersey) e Ethel May Nicholson, uma cabeleireira e tratadora cosmética, e artista amadora em Neptune, Nova Jersey, eram seus pais.

Ele fez o curso médio em Manasquan High School, onde um prêmio dramático agora leva seu nome, em sua homenagem. Nicholson descobriu que seus pais eram na verdade seus avós, e sua irmã na verdade era sua mãe, apenas em 1974, após ser informado por um jornalista da Time que estava escrevendo sobre ele, enquanto filmava "The Fortune". Nesta época, tanto sua mãe quanto sua avó já tinham falecido (em 1963 e 1970).

Nicholson declarou que não sabe quem é seu pai, dizendo que "apenas Ethel e June sabiam, e nunca contaram a ninguém". Apesar de Donald Furcillo dizer ser pai de Nicholson e ter cometido bigamia ao se casar com June, a biografia de Patrick McGilligan, "A Vida de Jack", publicada em dezembro de 1995, afirma que Eddie King, empresário de June, poderia ser o pai, e outras fontes sugeriram que June Nicholson não estava certa sobre quem era o pai.

Jack Nicholson escolheu não fazer um teste de DNA ou procurar saber sobre isso. Apesar de, pessoalmente, Nicholson ser contra o aborto, ele é a favor da liberdade de escolha: "sou muito contrário à minha posição em termos do aborto porque sou realmente contra ele. Não tenho direito a nenhum outro ponto de vista. Minha única emoção é gratidão, literalmente, por minha vida".

Em sua vida pessoal adulta, Nicholson é notório por ser incapaz de "sossegar". Sabe-se que tem quatro filhos com três diferentes mães, apesar de ter se casado apenas uma vez. Seus filhos são Jennifer Nicholson (com sua agora ex-mulher Sandra Knight), Caleb Goddard (com Susan Anspach, co-estrela em "Five Easy Pieces"), e Lorraine e Raymond Nicholson (com Rebecca Broussard). Ele foi romanticamente ligado a várias atrizes e modelos por décadas. O relacionamento mais longo de Nicholson durou 17 anos, com a atriz Anjelica Huston, a filha do lendário diretor John Huston.

Nicholson começou sua carreira como ator, roteirista e produtor, trabalhando para e com Roger Corman. Isto incluiu sua estréia na tela, em "The Cry Baby Killer" (1958), onde ele fez o papel de um delinqüente juvenil que entra em pânico após atirar em outros dois adolescentes, e "Little Shop of Horrors" (A Pequena Loja de Horrores), onde fez um pequeno papel como um paciente masoquista em um dentista.

Seu trabalho no roteiro lisérgico de "The Trip", estrelada por Peter Fonda e Dennis Hopper, o levou a seu primeiro papel de sucesso em "Easy Rider" (Sem Destino), de 1969. No filme, Nicholson faz o advogado beberrão "George Hanson", pelo qual recebeu sua primeira indicação ao Oscar.

Uma indicação / nomeação para Melhor Ator veio no ano seguinte, por seu papel em "Five Easy Pieces" (Cada Um Vive Como Quer), de 1970, que inclui seu famoso diálogo com uma garçonete sobre o pedido de uma torrada a acompanhar a bebida, que a mulher nega, dizendo que esse pão só viria se fosse pedido um sanduiche de salada de frango (em pão de torrada). Ele então raivosamente pede o sanduiche de salada de frango sem "maionese, mantega, alface e frango" a fim de obter o que quer, ou seja, apenas a torrada.

Nicholson numa fantástica e diabólica interpretação no clássico de terror "O Iluminado" de 1975.
Outros primeiros filmes pelos quais ele é famoso incluem "The Last Detail", de Hal Ashby (1973), "Chinatown" de Roman Polanski (1974), "One Flew Over the Cuckoo's Nest" (Um Estranho no Ninho, de Milos Forman (1975), pelo qual recebeu seu primeiro Oscar e "The Shining" (O Iluminado), de Stanley Kubrick. Nicholson ganhou um prêmio da Academia de melhor ator (coadjuvante/secundário) por seu papel em "Terms of Endearment" (1983).

O "Batman" de 1989, onde Nicholson fez o papel do supervilão Coringa, foi um êxito internacional, e um contrato de porcentagem nos lucros deu a Nicholson cerca de 50 milhões de dólares. Nicholson mais tarde sugeriu ao amigo Danny DeVito que fizesse o "Pinguim" na sequência "Batman Returns" como investimento potencial.

Por seu papel como o impetuoso Coronel Nathan R. Jessep, em "A Few Good Men" (Questão de Honra), de 1992, um filme sombrio sobre um assassinato em uma unidade dos fuzileiros navais dos EUA, ele recebeu outra nomeação pela Academia. Este filme contém a cena de Nicholson onde ele diz "você não pode lidar com a verdade!", que desde então se tornou amplamente conhecida e imitada. Nicholson iria ganhar seu Oscar seguinte por seu papel como o neurótico no romântico "As Good as It Gets" (Melhor É Impossível), de 1997.

Em "About Schmidt" (As Confissões de Schmidt), de 2002, Nicholson faz o papel de um vendedor de seguros aposentado de Omaha, Nebraska, que questiona a própria vida e a morte de sua mulher pouco depois. O filme lento e profundamente emocional, aparece contrastando com muitos de seus papéis anteriores. Na comédia "Anger Management" (Tratamento de Choque), ele faz o terapista agressivo que deve ajudar o pacifista Adam Sandler. Seu filme seguinte é "Something's Gotta Give" (Alguém Tem que Ceder), de 2003, como um "mauricinho" envelhecido, que se apaixona pela mãe de sua jovem namorada.

Nicholson retornou à sua forma vilanesca como o chefe durão da máfia irlandesa de Boston, controlando Matt Damon e Leonardo DiCaprio no filme de Martin Scorsese "The Departed" (Os Infiltrados), de 2006.

Em 2007, Nicholson, juntamente com Morgan Freeman, protagonizou o filme "The Bucket List" (Antes de Partir). Em 2008 quando soube que Heath Ledger, o novo interprete do coringa faleceu de overdose, em um tom bem sarcastico disse: "Eu avisei".

Filmografia

1958 - Cry baby killer, The - Jimmy Wallace
1960 - Selvagem e brutal (Wild Ride, The) - Johnny Varron
1960 - A pequena loja de horrores (The Little Shop of Horrors) - Wilbur Force
1960 - Too soon to love - Buddy
1962 - Terra partida (Broken land, The) - Will Brocious
1963 - Sombras do terror (Terror, The) - Lt. Andre Duvalier
1963 - O corvo (The Raven) - Rexford Bedlo
1964 - Guerrilheiros do pacífico (Back Door to Hell) - Burnett
1964 - Ensigh Pulver - Dolan
1965 - A vingança de um pistoleiro (Ride in the whirlwind) - Wes
1966 - Flight to fury - Jay Wickham
1967 - O tiro certo (Shooting, The) - Billy Spear
1967 - Os demônios sobre rodas (Hell angels on wheels) - Poeta
1967 - O massacre de Chicago (St.'s Valentine day massacre, The) (não-creditado)
1968 - Busca alucinada (Psych-out) - Stoney
1968 – Head (não creditado)
1969 - Sem destino (Easy Rider) - George Hanson
1970 - Rebeldia violenta (Rebel Rousers, The) - Bunny
1970 - Num dia claro de verão (On a clear day you can see forever) - Tad Pringle
1970 - Cada um vive como quer (Five easy pieces) - Robert Eroica Dupea
1971 - Refúgio seguro (A safe place) - Mitch
1971 - Ânsia de amar (Carnal Knowledge) - Jonathan Fuerst
1972 - O dia dos loucos (King of Marvin Gardens, The) - David Staebler
1973 - A última missão (Last detail, The) - Billy "Bad Ass" Buddusky
1974 - Chinatown - J.J. 'Jake' Gittes
1975 - Profissão: Repórter (Professione: Reporter) - David Locke
1975 - Tommy - O Especialista
1975 - O Golpe do Baú (Fortune, The) - Oscar Sullivan/Oscar Dix
1975 - Um estranho no ninho (One flew over the cuckoo's nest) - Randle Patrick McMurphy
1976 - O último magnata (The Last Tycoon) - Brimmer
1976 - Duelo de gigantes (The Missouri Breaks) - Tom Logan
1978 - Com a corda no pescoço (Goin' South) - Henry Lloyd Moon
1980 - O iluminado (The Shining) - Jack Torrance
1981 - Notre Dame de la croisette (não-creditado)
1981 - O destino bate à sua porta (The Postman Always Rings Twice) - Frank Chambers
1981 - Reds - Eugene O'Neill
1982 - Fronteira da violência (Border, The) - Charlie Smith
1983 - Laços de ternura (Terms of Endearment) - Garrett Breedlove
1985 - A honra do poderoso Prizzi (Prizzi's Honor) - Charley Partanna
1986 - A difícil arte de amar (Heartburn) - Mark Forman
1987 - As bruxas de Eastwick (The Witches of Eastwick) - Daryl Van Horne
1987 - Ironweed - Francis Phelan
1987 - Nos bastidores da notícia (Broadcast News) - Bill Rorich
1989 - Batman - Coringa/Jack Napier
1990 - A chave do enigma (The Two Jakes) - J.J. 'Jake' Gittes
1992 - Questão de honra (A Few Good Men) - Col. Nathan R. Jessep
1992 - O cão de guarda (Man trouble) - Eugene Earl Axline/Harry Bliss
1992 - Hoffa - Um homem, uma lenda (Hoffa) - James R. 'Jimmy' Hoffa
1994 - Lobo (Wolf) - Will Randall
1995 - Acerto final (Crossing guard, The) - Freddy Gale
1996 - O entardecer de uma estrela (Evening star, The) - Garrett Breedlove
1996 - Marte ataca! (Mars Atacks!) - Presidente James Dale/Art Land
1997 - Sangue e vinho (Blood and Wine) - Alex Gates
1997 - Melhor é impossível (As good as it gets) - Melvin Udall
2001 - A Promessa (The Pledge) - Jerry Black
2002 - As confissões de Schmidt (About Schmidt) - Warren Schmidt
2003 - Tratamento de Choque (Anger Management) - Dr. Buddy Rydell
2003 - Cher: The Farewell Tour - Daryl Van Horne
2003 - Alguém tem que Ceder (Something's Gotta Give) - Harry Sanborn
2006 - Os Infiltrados (The Departed) - Frank Costello
2007 - Antes de Partir (The Bucket List) - Edward Cole
2010 - Como Você Sabe (How Do You Know) - (Charles)

Prêmios

Ganhou dois Oscar de Melhor Ator (principal), por "Um Estranho no Ninho" (1975) e "Melhor é Impossível" (1997). Ganhou um Oscar de Melhor Ator (coadjuvante/secundário), por "Laços de Ternura" (1983).

Fontes: Wikipedia; Jack Nicholson - Perfil - Cineplayers.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Anthony Perkins

Anthony Perkins, ator, nasceu em Nova Iorque, EUA, em 4/4/1932, e faleceu em Los Angeles, EUA, em 12/9/1992. Era filho de um famoso ator da Broadway Osgood Perkins, que atuou em Scarface, clássico de 1932 - ano em que Anthony nasceu - e que morreu quando ele tinha apenas cinco anos. Foi criado pela mãe, que ele mesmo definiu uma vez como "muito possessiva e bastante problemática".

Subiu ao palco pela primeira vez aos 14 anos e estreou no cinema em 1953 no filme Papai Não Quer, dirigido por George Cukor. Em 1956 foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel em Sublime Tentação de William Wyler.

Entrou para a galeria dos grandes nomes de Hollywood ao interpretar Norman Bates  - um assassino em série da obra Psycho (Psicose), de Alfred Hitchcock -, em 1960. Muitos críticos acharam na época que ele merecia ter ganho o Oscar por sua magnífica interpretação, mas não chegou nem a ser indicado ao famoso prêmio. O filme teve duas continuações, uma em 1983 e outra em 1986.

Entre 1962 e 1971, Perkins desenvolveu uma bela carreira na Europa, tendo oportunidade de atuar sob a direção de cineastas do porte de Claude Chabrol, André Cayate, René Clement, Anatole Litvak, Jules Dassin, Orson Welles, Edouard Molinaro, entre outros.


De volta aos Estados Unidos, continuou sua brilhante carreira. Dando continuidade ao famoso Psicose, de Hitchcock, Perkins estrelou em 1983, Psicose II, de Richard Franklin; em 1986, Psicose III, por ele próprio dirigido, e em 1990, para a televisão, Psicose IV - O Começo, de Mick Garris.

Em 1973, co-escreveu o roteiro de O Fim de Sheila, juntamente com Stephen Sondheim, tendo sido agraciado com o Prêmio Edgar Allan Poe. Em 1974, apareceu na Broadway ao lado de Mia Farrow, na peça Romantic Comedy, de Bernard Slade.

Perkins era bissexual, tendo tido casos com o ator Tab Hunter, com o bailarino Rudolf Nureyev e com o dançarino-coreógrafo Grover Dale, com quem teve um relacionamento de seis anos, antes de se casar com Berry Berenson. De sua união com Berry, teve dois filhos: Osgood, que seguiu a carreira de ator, e Elvis Perkins, que se tornou músico. Ele afirmou, certa vez, ter sido exclusivamente homossexual até próximo de seus 40 anos, quando conheceu a atriz Victoria Principal.

Diagnosticado com AIDS em 1989, manteve sua doença em segredo e continuou a trabalhar até o fim. No ano de sua morte, inclusive, participou de dois filmes, sendo um para a TV.

Fontes: 70 Anos de Cinema; Wikipedia.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Tobe Hooper

Ele nunca foi cultuado por nenhuma legião de fãs ou adorado pela crítica especializada. Sua filmografia oscila entre filmes medíocres e filmes quase medíocres. Entretanto, o cineasta texano Tobe Hooper merece alguns créditos por duas grandes façanhas: iniciar a carreira comercial dirigindo um dos filmes mais importantes da história do cinema de horror e manter-se fiel ao gênero durante mais de 25 anos.

Tobe Hooper (William Tobe Hooper), diretor de cinema e TV, nasceu em Austin, Texas, em 25 de janeiro de 1943. Aos 9 anos já demonstrava interesse por filmes e foi professor universitário e cameraman de documentários durante os anos 1960. 

Seu primeiro filme chamou-se "Eggshells" e fez parte do circuito universitário durante o ano de 1969, rendendo vários prêmios, mas sem nunca receber um lançamento no cinema.

Em 1974, Hooper juntou amigos, professores e alunos para filmar "O Massacre da Serra Elétrica" a partir de um orçamento de US$60 mil que passou para US$ 70 mil e especula-se que possa ter chegado a US$120 mil, embora Hooper não confirme esta possibilidade. Com o bom sucesso do filme, Tobe logo foi chamado para roteirizar grandes produções como "Eaten Alive" (1977), "Salem's Lot" (1979), de Stephen King.

Oliver Reed

Oliver Reed (Robert Oliver Reed), ator, nasceu em Londres, Inglaterra, em 13/02/1938, e faleceu em Valetta, Malta, em 02/05/1999. Participou de 53 filmes, entre os quais o musical "Oliver", de Carol Reed, Tommy, de Ken Russell e "As Aventuras do Barão de Munchausen", de Terry Gilliam.

Sobrinho do diretor de cinema Sir Carol Reed, e neto do ator Sir Herbert Beerbohm Tree. Era supostamente descendente (ilegítimo) do czar Pedro, o Grande, da Rússia. Após um período servindo no Exército Britânico, Reed iniciou sua carreira de ator dramático como extra em filmes da década de 1950. Ele não tinha nenhuma formação ou experiência teatral.

Oliver Reed apareceu num clássico de Norman Wisdom "The Square Peg", em 1958, e novamente em "The Bulldog Breed" também de Norman Wisdom em 1960, onde desempenhou o líder de uma gangue. Reed conseguiu seu primeiro papel importante num filme da Hammer Films, "Sword of Sherwood Forest" (1960). Tornou-se famoso com seu desempenho no filme "Mulheres Apaixonadas" (1969), onde há uma cena em que ele luta com Alan Bates frente de uma lareira e ambos estão nus.

Anthony Hopkins


Anthony Hopkins (Philip Anthony Hopkins), ator, nasceu em Port Talbot, País de Gales, em 31/12/1937. Seus pais, Arthur Richard Hopkins e Muriel Annee, não eram pessoas muito instruídas, mas conseguiram construir e manter um negócio rentável que dava para sustentar a família, uma pequena padaria.

Anthony nunca foi brilhante na escola e lhe foi diagnosticado dislexia, um problema que lhe fez desistir praticamente dos estudos, tendo conduzido a uma adolescência frustrante solitária e rebelde.

Passou a dedicar parte do seu tempo às artes, principalmente à música, foi por esta altura que começou a ter aulas de piano de modo a aperfeiçoar as suas capacidades, contudo devido à sua constante indisciplina, os seus pais enviaram-no para um colégio interno masculino onde permaneceu durante dois anos.

Influenciado pelo ator Richard Burton, Hopkins decidiu tentar a sua sorte na representação, os seus pais ao princípio não concordaram com a sua opção mas eventualmente acabaram por apoiá-lo. Foi então aceito na Welsh College of Music and Drama em Cardiff onde se formou em 1957 com 20 anos. Após a formatura, teve que cumprir dois anos de serviço militar obrigatório.

Aos 22 anos mudou-se para Londres onde ingressou num curso da prestigiada RADA (Royal Academy of Dramatic Art) que concluiu com distinção em 1963. Em 1965 teve a sua primeira grande proposta de trabalho, quando foi convidado para se juntar ao Laurence Oliver´s National Theatre. Em 1966 fez a sua estréia nos palcos com a peça “The White Bus” dirigida por Lindsay Anderson onde mostrou às platéias londrinas o seu enorme talento para a representação. A sua brilhante interpretação valeu-lhe o convite para participar em outras peças de teatro, como “The Flea in her Hear” , “Juno and the Peacock” e “The Three Sisters”.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Nova versão de 'The Evil Dead'


A refilmagem do clássico de horror "The Evil Dead" ("A Morte do Demônio" por aqui), primeiro longa-metragem de Sam Raimi, foi confirmada nesta quarta-feira pelo site especializado (olha o nome) Bloddy-Disgusting.com. O remake foi confirmado no início da semana por Bruce Campbell, estrela dos filmes originais e espécia de ator-de-estimação de Raimi - ele sempre faz alguma ponta nos filmes do diretor. Em seu Twitter, Campbell disse: "Acredita no remake dawg! O projeto é real. Sendo feito. Muito legal. muito assustador!"

Raimi vai produzir a nova versão, que será dirigida por Federico Alvarez, um diretor uruguaio que ficou conhecido ao produzir um curta-metragem de ficção científica no qual Montevideo é destruído por uma invasão de naves e robôs alienígenas. O curta, "Ataque de pánico", pode ser conferido neste link .

Ainda não se tem notícia sobre o elenco, mas espera-se que Campbell tenha algum papel. O longa deve ser filmado com baixo orçamento, antes de Raimi se envolver com a produção de "Oz: The Great and Powerful".

"Evil Dead", de 1982, deu origem a uma série de filmes de terror com um pé na comédia que sedimentou a carreira de Raimi. As duas sequências, "Uma noite alucinante" e "Uma noite alucinante 2", foram lançadas em 1987 e 1992. Durante a década de 1990 o diretor tentou destruir sua carreira com fracassos como "Rápida e mortal" e "Por amor", mas no início do novo milênio deu a volta por cima com a trilogia do Homem-Aranha, seus filmes de maior sucesso até hoje.

Fonte: O Globo, de 13/7/2011.

Filmes

Drácula, de Bram Stoker
Filmes já publicados:

terça-feira, 12 de julho de 2011

Atores e cineastas

Alfred Hitchcock, o grande cineasta
Atores e cineastas do gênero  horror já publicados:

Alfred Hitchcock
Anthony Hopkins
Bela Lugosi
Boris Karloff
Christopher Lee
Dario Argento
George Romero
Jack Nicholson
John Landis
Lon Chaney
Oliver Reed
Peter Cushing
Peter Lorre
Roger Corman
Sam Raimi
Terence Fisher
Tobe Hooper
Vincent Price
Zé do Caixão

Nosferatu

Nosferatu, do eslavo antigo Nosufur-atu,
do grego Nosophoros, Portador de Pragas
Quando o irlandês Bram Stoker publicou em 1897 seu livro "Drácula", talvez não pudesse imaginar o tamanho em proporções que sua obra iria adquirir no futuro com a invenção do cinema. Foram feitas mais de cem versões sobre o vampiro mais cruel de que se tem registro, com a imagem medonha de um ser malígno que alimenta-se de sangue humano, levanta-se de seu insalubre sepulcro ao cair as trevas no céu pesadamente, e depois retorna ao mesmo local ao ouvir o cantar do galo, como indício de que o dia vai nascer.

Dentre estes filmes sobre vampiros, Nosferatu é o primeiro (1922), destacando-se dos outros por arrepiantes cenas rodadas em branco e preto, dando à obra um caráter fantasmagórico e de pesadelo, onde o vampiro Conde Orlok surge da escuridão em um visual agressivo e bizarro como o protótipo ser anti-social, com seu semblante sinistro que lembra uma medonha figura que traz a própria morte encarnada em si mesmo.

Pestilento e doentio, Nosferatu tem os dentes em forma de duas pontas juntas como a de um rato roedor, usa um casaco preto como um gótico moderno de vida noturna, além de unhas pontiagudas e cabeça sem um só fio de cabelo. Magro e alto, esta figura horrível traz o horror encarnado assustando até o mais cético mortal.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Vingança do Monstro da Lagoa Negra

O Monstro da Lagoa Negra está de volta! Desta vez ele é transportado para um aquário no Sul da Florida, mas captura cientistas. Quando ele é atraído por uma bela cientista, ele consegue fugir e raptá-la.
Sinopse

A historia dá sequência a aventura anterior, quando um grupo de cientistas encontrou na Amazônia um ser anfíbio, meio homem, meio peixe. A criatura fora baleada e dada como morta, mas agora se descobre que ela sobreviveu. Feito prisioneira, ela foi levada para um laboratório na Flórida.

Após várias tentativas de humanizá-la ou até mesmo domesticá-la, a criatura sai de controle. Escapa do laboratório e tenta chegar ao mar, mas começa a sofrer uma intensa perseguição. O filme também é lembrado por ser a produção de estréia como ator de Clint Eastwood, que faz uma pequena aparição no início, sem créditos.

Ficha Técnica

Direção: Jack Arnold
Roteiro: Martin Berkeley
Gênero: Clássico do Horror/Sci-Fi
Título original: Revenge of the Creature
Origem: Estados Unidos (EUA)
Duração: 82 min
Ano: 1955

Elenco

John Agar, Lori Nelson, John Bromfield, Nestor Paiva, Grandon Rhodes, Charles Cane, Robert Williams, Dave Willock.

FONTES: Wurdulak: A Vingança do Monstro da Lagoa; Criptados Filmes.

quinta-feira, 17 de março de 2011

O Monstro da Lagoa Negra

Um cientista, Carl Maia (Antonio Moreno), que procura na região do Rio Amazonas fósseis antigos, encontra a pata de uma criatura desconhecida. 
 Resolve então organizar uma pequena expedição e parte a bordo do barco "Rita" à procura de outros vestígios e esqueletos. Viajam até um local chamado de lagoa negra, devido às águas serem muito escuras, e lá acabam encontrando uma estranha criatura viva, um ser anfíbio muito parecido com o homem. Considerando a maior descoberta de todos os tempos.

O monstro passa a ser caçado pelos humanos que querem capturá-lo com vida, e após vários confrontos com o ser, parte da expedição morre.

A Máquina do Tempo

No final do século 19, o que se vê é um mundo ainda fincado em valores ultrapassados, com pessoas que teimam em não evoluir apesar da explosão do conhecimento científico. 
O cientista George (Rod Taylor, de Os Pássaros) não aceita a realidade de seu tempo. Ele crê ser capaz de mudar de mundo. Sua ambição é tanta que ele constrói uma máquina do tempo, capaz de levá-lo para o futuro, longe do ano presente de 1899. George se transporta para muitos milênios adiante, em 802.701, quando espera que existam seres mais evoluídos e uma realidade totalmente diferente.

sábado, 5 de março de 2011

Lon Chaney

Lon Chaney
Lon Chaney (Leonidas Frank Chaney), ator, nasceu em 01/04/1883, Colorado Springs, Colorado, EUA, e faleceu em 26/08/1930, Hollywood, Califórnia, EUA. Era pai do também ator Lon Chaney Jr.

Estreou no cinema mudo, fazendo papéis sempre exóticos, como um chinês mandari em “Sr. Wu” (1927), gangster em “The Big City” (1928), mas o seu mais famoso personagem foi mesmo o de vampiro, com o qual ficou imortalizado.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Vida de Mojica vai para as telas


José Mojica Marins, conhecido por interpretar Zé do Caixão, terá sua história contada em um filme, segundo sua entrevista ao jornal Extra.

Maldito, baseado na biografia de 1988 feita pelos jornalistas Ivan Finotti e André Barcinki, irá para as telonas com a direção de Vitor Mafra. O ator Matheus Nachtergaele já foi chamado para representar o ícone do terror brasileiro.

Prestes a completar 75 anos, Zé do Caixão prepara um longa chamado Sete ventres para o demônio. Sua série O Estranho Mundo de Zé do Caixão, no Canal Brasil, inicia sua quarta temporada em março. E, em ritmo de folia, ele será o homenageado da escola Unidos da Tijuca no Carnaval carioca deste ano. Abram alas!

Fonte: Canal Brasil - CineJornal - 14/2/2011.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Arraste-me para o Inferno



Sinopse do filme

 Christine Brown é uma ambiciosa analista de créditos de Los Angeles que tem um namorado encantador, o professor Clay Dalton. Sua vida está muito bem até que a misteriosa Sra. Ganush aparece no banco pedindo uma extensão de sua hipoteca.

Christine deve seguir seus instintos e dar uma chance à velha senhora? Ou negar a extensão para impressionar seu chefe, Sr. Jacks e ficar a um passo de uma promoção? Infelizmente Christine escolhe a última, humilhando a Sra. Ganush e desapropriando sua casa.

Como vingança, a velha senhora lhe roga a poderosa maldição de Lamia, transformando a vida de Christine em um verdadeiro inferno. Assombrada por um espírito do mal e incompreendida por um namorado cético, ela procura a ajuda do vidente Rham Jas para salvar sua alma da maldição eterna.

Para ajudar a arruinada Christine a voltar a ter sua vida normal, o médium a coloca em um caminho frenético para reverter o feitiço. Na medida em que as forças do mal se aproximam, Christine tem que enfrentar o impensável: até onde irá para se livrar da maldição?


Dados técnicos

Título original: Drag Me to Hell / Duração: 99 minutos (1 hora e 39 minutos) / Gênero: Terror / Direção: Sam Raimi / Ano: 2009 / Distribuição: Universal Pictures Do Brasil / País de origem: EUA.

Elenco

Alison Lohman (Christine Brown) / Justin Long (Clay Dalton) / Lorna Raver (Mrs. Ganush) / Dileep Rao (Rham Jas) / David Paymer (Mr. Jacks) / Adriana Barraza (Shaun San Dena) / Chelcie Ross (Leonard Dalton) / Reggie Lee (Stu Rubin) / Molly Cheek (Trudy Dalton) / Bojana Novakovic (Ilenka Ganush) / Kevin Foster (Milos) / Alexis Cruz (Farm Worker) / Ruth Livier (Farm Worker’s Wife) / Shiloh Selassie (Farm Worker\'s Son).

Fontes; Filmes de Cinema.Com.Br; cinema10.com.br.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

John Landis

John Landis, cineasta, nasceu em Chicago, Illinois, EUA, em 3 de Agosto de 1950. Aos 17 anos trabalhou como carteiro nos estúdios da Fox. Frequentemente escala diretores e produtores como atores em pequenas papéis em seus filmes. Dirigiu os videoclips das músicas Thriller e Black or White, ambos de Michael Jackson.

Landis é um caso peculiar na lista dos mestres do terror. De fato, o cineasta trabalhou tantas vezes no gênero como fora dele e não há dúvidas que o seu gênero de predileção é antes de tudo a comédia.

Essa forma de distanciação poderia ter feito de Landis um detestável realizador do gênero, mas, felizmente, o realizador nunca deixou dúvidas sobre o seu amor pelo gênero do fantástico, fazendo sempre prova de um grande respeito para com ele. Assim, John Landis deu-nos alguns dos melhores exemplos da fusão entre o riso e o medo, entre a comédia e o terror.

A sua carreira começou com o chanfrado Schlock em 1973, escrito e realizado pelo cineasta. Este low budget deixou claro de imediato a fusão de gêneros que marcará a sua filmografia. A partir daqui, Landis alternaria puras comédias e filmes de terror paródicos. Seguiram-se, portanto The Kentucky Fried Movie, Animal House, o mítico Os Irmãos Cara-de-Pau (The Blues Brothers), o não menos mítico Um Lobisomem Americano em Londres, Os Ricos e os Pobres", a sua participação em The Twilight Zone: The Movie, o famoso vídeo para Michael Jackson Thriller, as comédias Into the Night, Spies Like Us, Três Amigos, Cheeseburger Film Sandwich e Um Príncipe em Nova Iorque.

Como se pode verificar, John Landis contribuiu muito mais para o gênero da comédia do que para o do terror, mas Um Lobisomem Americano em Londres valeu-lhe uma merecida entrada no clube fechado dos realizadores do cinema fantástico.

Como praticamente todos os realizadores de gênero da sua geração, a entrada nos anos 90 foi complicada para o cineasta e os seus ensaios no cinema foram pouco convincentes, obrigando-o a desenvolver trabalhos para a televisão. No cinema, sucederam-se o fraco Oscar - Minha Filha Quer Casar, a simpática comédia vampiresca Innocent Blood, ou para esquecer Um Tira da Pesada 3", o desnecessário Blues Brothers 2000 e o inconseqüente Susan's Plan.

O seu trabalho para a televisão, como escritor, realizador e produtor, foi mais empolgante nomeadamente com a fabulosa série Dream On.

Será, portanto um pouco abusivo considerar John Landis um mestre do terror, mas há que reconhecer que muitos dos seus filmes, terror ou não, entraram no inconsciente coletivo dos fãs de filmes do gênero e, pensando bem, a sua participação nas duas temporadas de Masters of Horror parece perfeitamente lógica.

Filmografia

2007 - Don Rickles documentary
2006 - Great sketch experiment, The
2004 - Slasher (TV)
1998 - Plano de risco (Susan's plan)
1998 - Os irmãos cara-de-pau 2000 (Blue brothers 2000)
1996 - Os babacas (Stupids, The)
1994 - Um tira da pesada 3 (Beverly Hills cop 3)
1992 - Inocente mordida (Innocent blood)
1991 - Oscar - Minha filha quer casar (Oscar)
1988 - Um príncipe em Nova York (Coming to America)
1987 - As amazonas na lua (Amazon women on the moon)
1986 - Três amigos! (Three amigos!)
1985 - Os espiões que entraram numa fria (Spies like us)
1985 - Um romance muito perigoso (Into the night)
1983 - No limite da realidade (Twilight Zone: The movie)
1983 - Trocando as bolas (Trading places)
1981 - Um lobisomem americano em Londres (An american werewolf in London)
1980 - Os irmãos cara-de-pau (Blue brothers, The)
1978 - Clube dos cafajestes (Animal house)
1977 - Kentucky fried movie, The
1973 - Schlock

Fontes: FanatiCine; Adoro Cinema - Personalidades.