sábado, 9 de julho de 2011

Praga da dança

O artista Henricus Hondius (1573-1610) retrata 3 mulheres acometidas pela praga
A 'Praga da dança’ matou centenas de habitantes de Estrasburgo em 1518. Fato que muitos acreditavam não passar de uma simples lenda, mas que recentemente adquiriu força com bases históricas comprovadas pelo historiador John Waller, que inclusive lançou recentemente um livro sobre o assunto.

Em julho de 1518, a cidade francesa de Estrasburgo, na Alsácia (então parte do Sacro Império Romano-Germânico) viveu um carnaval nada feliz. Uma mulher, Frau Troffea (dona Troffea), começou a dançar em uma viela e só parou quatro a seis dias depois, quando seu exemplo já era seguido por mais de 30 pessoas. Quando a febre da dança completava um mês, havia uns 400 alsacianos rodopiando e pulando sem parar debaixo do Sol de verão do Hemisfério Norte.

Lá para setembro, a maioria havia morrido de ataque cardíaco, derrame cerebral, exaustão ou pura e simplesmente por causa do calor. Reza a lenda que se tratava de um bloco carnavaleso involuntário: na realidade ninguém queria dançar, mas ninguém conseguia parar. Os enlutados que sobraram ficaram perplexos para o resto da vida.

Para provar que a epidemia de dança compulsiva não foi lenda coisa nenhuma, o historiador John Waller lançou, 490 anos depois, um livro de 276 páginas sobre o frenesi mortal: “A Time to Dance, A Time to Die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”. Segundo o autor, registros históricos documentam as mortes pela fúria dançante: anotações de médicos, sermões, crônicas locais e atas do conselho de Estrasburgo.

Um outro especialista, Eugene Backman, já havia escrito em 1952 o livro "Religious Dances in the Christian Church and in Popular Medicine". A tese é que os alsacianos ingeriram um tipo de fungo (Ergot fungi), um mofo que cresce nos talos úmidos de centeio, e ficaram doidões. (Tartarato de ergotamina é componente do ácido lisérgico, o LSD.)

Waller contesta Backman. Intoxicação por pão embolorado poderia sim desencadear convulsões violentas e alucinações, mas não movimentos coordenados que duraram dias.

O sociólogo Robert Bartholomew propôs a teoria de que o povo estava na verdade cumprindo o ritual de uma seita herética. Mas Waller repete: há evidência de que os dançarinos não queriam dançar (expressavam medo e desespero, segundo os relatos antigos). E pondera que é importante considerar o contexto de miséria humana que precedeu o carnaval sinistro: doenças como sífilis, varíola e hanseníase, fome pela perda de colheitas e mendicância generalizada. O ambiente era propício para superstições.

Uma delas era que se alguém causasse a ira de São Vito (também conhecido por São Guido), ele enviaria sobre os pecadores a praga da dança compulsiva. A conclusão de Waller é que o carnaval epidêmico foi uma “enfermidade psicogênica de massa”, uma histeria coletiva precedida por estresse psicológico intolerável.

Outros seis ou sete surtos afetaram localidades belgas depois da bagunça iniciada por Frau Troffea. O mais recente que se tem notícia ocorreu em Madagascar na década de 1840.

Fonte: http://aventureirododesconhecido.blogspot.com

The Lusca

The Lusca é uma criatura que o povo das Bahamas avistou por anos. Sua descrição é a de um polvo gigante, a foto ao lado é, provavelmente, o que sobrou dele...
Igualmente gigantesca foi a carcaça de outro octópode encontrada na ilha de Anastasia, Flórida, em 30 de novembro de 1896. 
O animal fora atacado e parcialmente desmembrado antes de chegar à praia, porém, o que restou foi suficiente para causar espanto devido as suas proporções: da ponta de um tentáculo a outra o "monstro" tinha 60 m, pesava 5 toneladas e sua pele era de cor rosa, quase branco, com uma nuance prateada.

Foram feitas fotografias dos restos decompostos e mutilados, mas estão desaparecidas desde então.

Fonte: http://jornaldoparanormal.blogspot.com

Sweetheart


Durante cinco anos, no final da década de 70, um enorme crocodilo marinho de 800 quilos e 5 metros de comprimento semeou o pânico e colheu fama em toda a Austrália.

Batizado de Sweetheart ("doçura" – em inglês ) numa referência inversamente direta à ferocidade do seu temperamento, a fera, um macho adulto da única espécie capaz de viver ao mesmo tempo em água doce e salgada, transformou-se numa espécie de monstro-celebridade do país, após atacar uma dúzia de barcos que ousaram invadir seu território predileto, um braço de rio a cerca de 80 km da cidade de Darwin.

Esperto, como todos os crocodilos, mas imprevisível como nenhum outro, Sweetheart costumava variar seus ataques de forma a pegar suas vítimas sempre de surpresa. Nutria, no entanto, uma especial aversão por motores. Não raro investia de encontro às hélices, deixando cravados seus dentes nos motores de popa.

Em 1979, preso numa enorme armadilha, o animal foi sedado e durante seu transporte para o cativeiro acabou batendo em um tronco e afundando. Como conseqüência seus pulmões encheram-se de água causando sua morte. Por ironia a fera das águas morreu afogada!

Fonte: http://www.ntnews.com.au/article/2008/08/14/5199_ntnews.html

Lobisomen e chupa-cabra no Brasil do século 17

Viajantes que foram à Amazônia relatam histórias sobre tribo de índios acéfalos, que tinham olho e boca no peito - Ilustr. Biblioteca Nacional / Divulgação

Muito antes de aterrorizar mocinhas no cinema, a anaconda - ou sucuri gigante da Amazônia - já tirava o sono de vários europeus. Índios canibais sem cabeça e até o chupa-cabra também. 

Esses e outros mitos e monstros saíram do Novo Mundo direto para as bibliotecas das metrópoles, em publicações que misturavam ciência, fantasia e ficção.

Para explicar os mistérios dos territórios recém-descobertos - e valorizar ainda mais suas conquistas -, muitos exploradores criavam narrativas que deixariam Darwin de cabelos em pé.

"A realidade dos europeus era completamente diferente. Então, quando eles viam animais, plantas e até pessoas tão incomuns, taxavam-nas de monstros e criavam explicações mirabolantes", diz Ana Virginia Pinheiro, chefe do departamento de obras raras da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro.

Entre 14 de fevereiro e 15 de abril, algumas dessas histórias poderão ser vistas na exposição "Monstros: Memórias da Ciência e da Fantasia", na sede da instituição. Os autores eram variados: iam desde cientistas participando de expedições até piratas com pouca instrução, tendo ainda alguns escritores que nunca tinham saído da Europa, apenas ouviram uma lenda e a "recontaram".

Lobisomem

Alguns dos mitos de origem europeia também marcam presença no acervo, como a história do lobisomem. Um livreto de 1662, escrito pelo teólogo Gaspar Schott, traz descrições minuciosas sobre a anatomia e, por mais incrível que pareça, atribui um nome científico à criatura: Homo sylvestris. Algo como "homem da floresta".

Esses relatos, afirma Pinheiro, provavelmente se basearam em um encontro com pessoas que tinham hipertricose --uma doença sem cura que causa o crescimento excessivo de pelos grossos praticamente no corpo inteiro.

Outra anomalia, hoje conhecida como gêmeo parasita (fetus in fetu), também deu origem a um mito bizarro: o homem "grávido". Publicações do século 17 relatam alguns desses casos e davam instruções para a cura.

A doença provoca uma espécie de gêmeos siameses ao extremo. Enquanto um dos bebês se desenvolve, o outro cresce atrofiado dentro do corpo do irmão, ficando completamente dependente. Um verdadeiro parasita. Na maioria dos casos, o feto parasita fica na região abdominal, causando uma espécie de barriga que lembra a de uma mulher grávida.

Alguns dos relatos adotam uma linguagem quase jornalística para narrar a história dos monstros. Um livreto de 1727, do português José Mascarenhas, relata a captura de um "terrível monstro", que se alimentaria do sangue de pequenos animais.

A lenda, popular entre campesinos do México, ganhou força e se espalhou para os Estados Unidos, República Dominicana e até o Brasil. O bicho era o precursor do nosso chupa-cabra.

Fonte: Folha.com

Serpente marinhas - II

A serpente marinha vista pelo Daedalus (1848)
A primeira tentativa de descrever as serpentes marinhas como figuras da história natural está no trabalho de 1555, de Olaus Magnus, arcebispo católico de Uppsala, Suécia e tem a simples definição : "seres imensos, parecidos com uma cobra, preta em cima, mais clara embaixo e move-se em ondulações verticais".

Bem mais elaborado, o livro de Bernard Heuvalmans, de 1966, "Na Esteira das Serpentes Marinhas", estuda 587 relatos e conclui que "Serpente Marinha" é um termo genérico que cobre vários animais marinhos não reconhecidos, entre eles : Animais de pescoço comprido, / Cavalos D`água, / Animais com muitas corcovas,/ Animais com muitas barbatanas, / Super Lontra, / Super Enguia.

Segundo o autor esses traços, supostamente anômalos, tinham que ser levados em consideração porque apareciam com muita freqüência nas descrições.O mais famoso de todos os relatos de serpentes marinhas durou 20 minutos e envolveu o capitão e a tripulação da fragata Daedalus em 6 de agosto de 1848. 

Mas não havia gargalhada que interrompesse as aparições anunciadas em todo o mundo, apesar de constranger alguns informantes. Quando o grande estadista americano Daniel Webster viu uma serpente marinha enquanto pescava no litoral de Massachusetts, implorou ao amigo Henry David Thoreau : "Pelo amor de Deus, não conte a ninguém, porque se souberem que eu vi uma serpente marinha, estou perdido".

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=1302.0

Serpentes marinhas

Serpente em ilustração de outra edição da História dos Povos do Norte, de Olaus Magnus.
As serpentes marinhas, geralmente avistadas por marinheiros, são uma das mais insistentes das lendas do mar. Céticos costumam identificá-las como observações de lulas gigantes, elefantes-marinhos, golfinhos nadando em fileiras, baleias de comportamento incomum, formações incomuns de ondas, canoas emborcadas e outros objetos flutuantes. Por estranho que pareça, a maioria daqueles que ainda hoje consideram seriamente a possibilidade de sua existência tendem a pensar que se tratam de espécies desconhecidas de mamíferos e não de répteis ou peixes. A razão é que a maioria dos testemunhos afirma que elas se movem com ondulações verticais, o que é típico de mamíferos: répteis e peixes se movem com ondulações horizontais.

Ao longo dos séculos XIX e XX, houve mais de 1.200 observações de supostas serpentes marinhas, cujas descrições freqüentemente são muito diferentes entre si. Para aqueles que acreditam na existência desses animais, isso pode ser um indício de que se trataria não de uma só espécie desconhecida, mas de várias. Vários esquemas de classificação das serpentes marinhas foram propostos para dar conta dessa variedade.

Esta classificação foi originalmente proposta em Le Grand-Serpent-de-Mer, le problème zoologique et sa solution. Paris: Plon, 1965:

1) Serpente-de-pescoço-longo (Megalotaria longicollis): Um leão-marinho de 18 metros, de pescoço comprido e cauda curta. Pelo e bigodes relatados. Cosmopolita; 2) Cavalo-marinho (Halshippus olai-magni): Um pinípede com 18 metros de comprimento, cabeça de cavalo, pescoço médio e olhos grandes.

Serpentes celestes

Da Antigüidade ao século XIX, algumas aparições de enormes dragões ou cobras celestes, vez que outra, chegaram à imprensa. Essas histórias aparecem pela primeira vez em fontes medievais.

Conforme, por exemplo, o Anglo-Saxon Chronicle, em 793 d.C., "surgiram portentos terríveis...Eram lampejos excepcionais de luz, e dragões ferozes apareceram voando no ar, e logo seguiu-se a fome". 

Dezenove anos antes, em 774, "sinais vermelhos apareceram no céu depois do poente, e serpentes horríveis foram vistas em Sudsexe, com grande espanto", escreveu Henry, Arcediago de Huntington, em História Anglorum.

"No difícil período de 1857-58", havia histórias de uma serpente marinha que sobrevoava um barco a vapor do Rio Missouri, lentamente, como se fosse aterrissar.

A última história de serpente do século XIX foi contada no Frederick News, jornal de Maryland, em 29 de novembro de 1883: "Certa manhã, às 6h30, estava ‘R.B.’ no alto de uma colina quando viu, por cima do Monte Catoctin, um dragão monstruoso com globos oculares brilhantes e, para fora da mandíbula escancarada, uma língua que entrava e saía feito uma labareda".

Fonte: http://enigmasdomundo.blogspot.com/2008/11/serpentes-celestes.html

Sereias, Tritões e Ri

Na mitologia grega Posêidon, o deus do mar e sua rainha Anfitrite tiveram um filho chamado Tritão que era metade homem e metade peixe. Ele, como o pai, tinham poder sobre as ondas. Com o tempo, o seu nome passou a significar a denominação comum das criaturas masculinas das sereias e de toda uma raça de monstros marinhos.
A mais antiga referência ao "povo marinho" diz respeito ao Deus Oanes, humano até a cintura e peixe dali para baixo, que emergiu do mar da Eritréia para transmitir saber e cultura para a raça humana.

Para os navegantes, avistar uma sereia era presságio de morte iminente, em geral na tempestade a seguir. É invariavelmente descrita como uma criatura com a parte superior igual a de uma mulher, pele muito branca, bochechas róseas, cabelos longos, escuros e lustrosos e cauda como a de um imenso salmão, mas sem escamas. Durante o tempo que permanece visível não pára de esfregar ou lavar seus grandes seios.

Em inglês, a origem das palavras entidades marinhas (merfolk), sereias (mermaids) e tritões (mermen) está no vocabulário mere que significa mar em inglês arcaico. Porém seres com igual descrição foram nomeados como Ri pelo povo da Nova Irlanda, uma província insular de Papua, Nova Guiné, mesma população, que descarta com convicção a hipótese de que sereias, tritões e Ri fossem Dugongos ("vacas marinhas"), pois estes são velhos conhecidos na região.

Aparentemente o ser denominado de Ri (Papua, Nova Guiné) era um dugongo (agora sabe-se um pouco mais sobre o comportamento destes animais em águas profundas). Os dugongos (Dugong dugon) são os únicos sirênios que ocorrem exclusivamente em águas marinhas. São encontrados nas águas costeiras dos oceanos Índico e Pacífico, na Ásia, Austrália e leste da África (http://biblioteca.redescolar.ilce.edu.mx/sites/educa/libros/manati/html/sec_3.htm).

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=40243.0

Pterossauros

Os répteis voadores conhecidos como pterossauros, inclusive os pterodátilos e seus "primos", os pteranodontes, viveram desde o baixo período Jurássico até quase o fim do período Cretácio - em outras palavras, desde aproximadamente 160 até 60 milhões de anos atrás.

Porém, em 11 de janeiro de 1976, dois empregados de um rancho, ao sul de San Antonio, Texas, avistaram uma criatura aviforme, de 1,50 m de altura, pele ao invés de penas, em pé dentro do tanque do gado. "Ela voou, mas não vi as asas batendo. Não fez ruído nenhum".

Relatos como este surgiram ainda em regiões próximas e também na África onde há muito o "grande pássaro negro" era chamado de Kongamato ("quebrador de barcos") ou ainda "dragão-voador" ou "cobra-voadora". Tem uma envergadura de asas de 4,5 a 6,0 m e esconde-se em cavernas ou fendas. Dizem que na fronteira entre a Rodésia e o Congo, no Pântano Jiundu, um lugar fétido e sinistro o Pterodátilo ainda vive.

Fonte: http://gotalandia.blogspot.com/2008/06/pterossauro.html

Pegadas do Diabo

Entre os maiores mistérios do mundo está o caso das pegadas do diabo. Infelizmente a documentação não é de todo satisfatória, mas ninguém discute que algo de extraordinário tenha acontecido depois da nevasca que caiu na noite de 7-8 de fevereiro de 1855 em Devonshire, Inglaterra.

Assim informou o The Times, de Londres, em 16 de fevereiro:

"...Na quinta-feira à noite, ao que parece, houve uma forte nevasca nas proximidades de Exeter e no sul de Devon. Na manhã seguinte os habitantes dessas cidades ficaram surpresos ao descobrirem as pegadas de um animal estranho, misterioso e onipresente, pois as pegadas foram vistas nos lugares mais inacessíveis – nos telhados, em corredores estreitos, em jardins e quintais fechados com cercas e muros altos, bem como nos campos ao ar livre. Pareciam mais de um bípede do que de um quadrúpede e distanciavam-se 20 cm umas das outras. As impressões das patas lembravam muito uma ferradura de burro e tinham de 3,5 a 6,5 cm de largura em certos casos. Às vezes pareciam estar rachadas, mas na maioria dos passos a ferradura persistia e, como a neve no centro estava intacta, mostrando apenas o contorno da pata, deveria ser convexa [concava?]"...

O outro, e único, exemplo conhecido de pegadas assim foi informado pelo capitão sir James Clark Ross, comandante de dois navios que exploravam as regiões do Polo Sul e atracaram na Ilha Kerguelen em maio de 1840 : ..."animais de terra, não vimos nenhum, e os únicos indícios que vimos de sua existência na ilha foram algumas pegadas singulares de um pônei ou jumento, tinham 7,5 cm de comprimento e 6,2 cm de largura, com uma pequena depressão mais funda em cada lado, além da forma de ferradura"... Se o tivessem enxergado, o que teriam visto?

Fonte: http://misteriosnaweb.blogspot.com/2008/01/pegadas-do-diabo.html

Orang-Pendek

Sumatra é uma grande ilha da Indonésia com milhões de acres de floresta pluvial. Hospeda o gibão, o orangotango e o urso-sol. Há ainda, segundo as muitas pessoas que dizem tê-lo visto, um outro animal sumatriano extraordinário, o orang-pendek, ou "homem pequeno" ( há quem o chame Sedapa ).

Dizem que a criatura tem de 0,75 a 1,50 m de altura, são cobertos de pelos curtos, escuros e apresentam uma cabeleira espessa e cerrada que vai até o meio das costas ou mais.

Têm os braços mais curtos que os do macaco antropóide e, ao contrário dos outros macacos de Sumatra, e amiúde estão no chão, mais do que nas árvores. A pegada parece a de um ser humano pequeno, só que mais larga. Alimenta-se de frutas e animais pequenos.

Foi visto pela última vez no verão de 1989 por Deborah Martyr, inglesa, redatora de turismo, na região de Kerinci, sudoeste de Sumatra.

Fonte: http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=1292.0
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