segunda-feira, 7 de março de 2016

Venha me Encontrar

A médium Greta Alexander

Mary L. Cousett, 27 anos, de Peoria, Illinois, desapareceu em um dia de abril de 1983. A polícia concluiu que ela fora assassinada, e o namorado, Stanley Holliday Jr., acabou sendo preso. Mas como o corpo não foi encontrado, as autoridades não puderam levá-lo a julgamento.

Finalmente, depois que todos os outros meios haviam falhado, a polícia de Madison County levou o caso a Greta Alexander de Delavan, também do Estado de Illinois. Greta Alexander, uma médium, forneceu uma descrição detalhada de onde estava o corpo de Mary.

Disse ela que o cadáver seria encontrado perto de um aterro, uma ponte e um rio. Uma igreja e sal teriam algo que ver com a descoberta. O corpo teria folhas a seu redor. Parte de uma perna estaria faltando. A cabeça seria localizada a alguma distância dali. Um homem "com mão ruim" descobriria o cadáver. A inicial "S" estaria envolvida no caso e o corpo seria encontrado perto de determinada estrada importante.

No dia 12 de novembro, o policial Steve Trew, que tinha um ferimento na mão, descobriu os restos mortais de Mary perto de um aterro, nas proximidades de uma ponte sobre o rio Mackinaw, a 800 metros de distância de uma igreja e na margem oposta de uma estrada que levava a um depósito de sal. O corpo estava em cova rasa coberto por folhas. Faltava o pé direito, e o crânio, aparentemente removido por animais, estava a 3 metros do resto do corpo.

O investigador William Fitzgerald, de Alton, declarou aos repórteres que 22 previsões de Greta Alexander estavam totalmente corretas.

- Essa mulher queria ser realmente encontrada - disse a médium. - O espírito nunca morre; ele sobrevive. Ela estava dizendo: "Estou aqui. Venha me encontrar".


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

Ausência Extra-Sensorial


Distúrbios neurológicos podem fazer com que as pessoas relatem experiências esquisitas. Pequenas lesões nos lóbulos temporais do cérebro, por exemplo, podem fazer com que uma pessoa sinta estranhos odores, ouça sons bizarros, tenha arrebatadores sentimentos místicos, e até veja fantasmas.

Fascinante aparição resultante de epilepsia - doença nervosa crônica provocada por paratividade elétrica anormal - foi relatada pelo psiquiatra escocês James McHarg, em 1976. Ele informou que certa paciente epiléptica visitava uma amiga em 1969, quando sofreu ausência, episódio muito breve de alheamento completo do meio ambiente.

Primeiro, ela sentiu um odor de leite azedo, então tudo a seu redor se tornou "irreal" e, finalmente, viu um fantasma. A figura parecia ser uma mulher com cabelos macios e castanhos, ao lado do fogareiro, em um dos cantos da cozinha. A figura permaneceu ali apenas temporariamente e desapareceu de vista assim que terminou a ausência.

A paciente relatou o que vira à dona da casa, que ficou fascinada com a história. Embora a cozinha da amiga não tivesse nenhum fogareiro, antigamente havia um colocado lá, exatamente onde a paciente indicara tê-lo visto. Além disso, fazendo o levantamento da casa, a anfitriã descobriu que a figura provavelmente representava uma das irmãs que havia anteriormente morado ali. Quando a paciente viu uma foto dela com as irmãs, imediatamente reconheceu a mulher que vira na cozinha.

Será que essa paciente viu um fantasma de verdade? Não é provável, de acordo com o dr. McHarg, pois a mulher da visão ainda estava viva.

- Não obstante - finalizou ele -, a manifestação da ausência provavelmente abriu a mente de minha paciente para influências extra-sensoriais, que entraram em ação e influenciaram o que ela viu.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

O Galho de Pessegueiro que Descobria Água


Os altos funcionários da Gates Rubber Company, em Jefferson, Carolina do Norte, ficaram apavorados quando souberam que vazamentos na rede de encanamentos da cidade ameaçavam prejudicar o fornecimento de água à fábrica. 

Desesperados, e em busca de novas fontes, eles contrataram uma empresa especializada em sondas e abertura de poços, que levou ao local equipamentos no valor de 350 mil dólares. Mesmo com todo esse aparato, não conseguiram encontrar água.

Então, em setembro de 1983, Don Witherspoon, pedreiro aposentado de 80 anos, entrou em cena, com um galho de pessegueiro que mais parecia um estilingue. Ele disse que já vinha encontrando água havia 38 anos, e que tinha certeza de poder fazê-lo de novo.

Don caminhou de um lado para outro no terreno da companhia até que o galho, de repente, se curvou e apontou para o chão. A pouca distância dali, repetiu aquele estranho movimento.

A companhia encontrou água nos dois lugares - na realidade, foi tanta a água que, em breve, a vazão chegava a setenta galões por minuto, quase eliminando a necessidade de fornecimento pela empresa pública municipal.

- Pode parecer "bruxaria", mas aparentemente a coisa deu certo - declarou Richard Thurston, gerente da fábrica. - Tudo o que sei e que encontramos água e estamos satisfeitos. Witherspoon disse que não sabia como explicar tal habilidade.

- Para falar a verdade - revelou -, acho que é um dom. Eu também não acreditava no galho de pessegueiro. até que o experimentei a primeira vez.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz
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