quinta-feira, 3 de março de 2016

A Teoria do "Astronauta Antigo"


"Acho que, há milhares de anos, alguns extraterrestres criaram, através de mutações deliberadas, nossa inteligência. Isso não contradiz a teoria evolucionista de Darwin. É apenas um passo adiante. Se aceitar isso como teoria, o fato de termos alguns genes extraterrestres em nós, então esses genes irão, algum dia, evoluir e se apresentar." — Erich von Däniken

Definição: A teoria do astronauta antigo afirma que seres extraterrestres visitaram a Terra em algum momento entre 10 mil e 40 mil anos atrás. Eles procriaram com seres humanos, ensinaram aos homens pré-históricos formas de arte e ciência, construíram monumentos e inventaram aparelhos que existem até os dias de hoje. O maior defensor da teoria dos astronautas antigos é Erich von Däniken, cujo livro “Carruagens dos deuses? ”, de 1969, tornou-se um best-seller internacional.

O que os crentes dizem: Os extraterrestres visitaram a Terra num passado distante e a evidência de sua presença pode ser encontrada em artefatos aparentemente inexplicáveis, como uma bateria de dois mil anos de idade, e também em monumentos antigos e sítios arqueológicos como a ilha de Páscoa (Capítulo 31), Stonehenge (Capítulo 83) e as linhas de Nazca (Capítulo 56). Todos os mitos da Criação falam de deuses descendo à Terra em carruagens de fogo. Esses escritores antigos estavam descrevendo o pouso dos extraterrestres.

O que os céticos dizem: Não há evidências de que alienígenas visitaram a Terra e cruzaram com humanos. Nosso DNA mostra que toda a raça humana descende dos hominídeos (Homo sapiens) que viviam na África há aproximadamente 120 mil anos. Se os seres humanos são um híbrido de homem com ET, então onde está o DNA alienígena de 10 mil anos atrás?

Qualidade das provas existentes: Fraca a Boa.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Inconclusiva.

A raça humana tem um complexo de inferioridade?

Será que nós, como espécie, nos consideramos tão inferiores e incompetentes que, em vez de nos darmos crédito pelos avanços científicos e artísticos, escolhemos nos voltar para a noção de que os aliens são os responsáveis por tudo, desde nossos monumentos sagrados até nossas baterias?

Essa não é uma pergunta boba. Erich von Däniken, que lançou exatamente essa teoria em seu livro Carruagens dos deuses de 1969 (entre outros), obteve um sucesso astronômico com o livro, um best-seller internacional, fazendo com que pessoas do mundo inteiro abraçassem a teoria com entusiasmo e algumas até com alívio.

Será que o livro se tornou um sucesso absoluto apenas por curiosidade? Possivelmente. Mas por que a teoria de Von Däniken chamou a atenção de tanta gente? E uma pergunta ainda mais importante: a quão válida é a hipótese?

Toda a teoria do astronauta antigo baseia-se numa simples premissa: fomos visitados.

Se rejeitarmos essa hipótese, então é impossível aceitarmos as conclusões que decorrem dessa tese.

Qual é a prova apresentada para apoiar a ideia de que os aliens visitaram a Terra, cruzaram com seres humanos e ensinaram ao homem primitivo tecnologias que ele, na época, seria incapaz de desenvolver sozinho?

A Bateria de Bagdá é um vaso de barro. Dentro dele, encontra-se um cilindro de cobre preso no lugar com asfalto. E dentro do cilindro há uma haste de ferro com uma ponta de ferro oxidada. Wilhelm Kõnig, o cientista alemão que encontrou o vaso em 1936 enquanto trabalhava num museu iraquiano, descreve o objeto: "Após reunirmos todas as partes e as examinarmos separadamente, torna-se evidente que isso só pode ter sido um elemento elétrico. Só era preciso acrescentar um componente ácido ou alcalino para completar o elemento."

A inserção de qualquer componente alcalino no vaso, como vinagre ou suco de uva, provoca uma descarga elétrica. A Bateria de Bagdá está datada de aproximadamente 250 a.C. Duzentos e cinquenta anos antes do nascimento de Cristo alguém construiu uma bateria que funcionava. E, ainda assim, nossos livros didáticos nos dizem que a eletricidade foi descoberta pelo italiano Luigi Galvani por volta do ano de 1790. Acredita-se agora que a Bateria de Bagdá, a exemplo de outros artefatos de funcionamento semelhante, foi usada para galvanizar estátuas e joias. Ainda não sabemos como os antigos adquiriram o conhecimento necessário para fabricar tais aparelhos.

Igualmente desconcertante é um aparelho conhecido como Máquina de Anticítera, construído por volta de 80 a.C.

A Máquina de Anticítera era um computador primitivo que se acreditava ter sido usado para calcular as posições do Sol, da Lua e dos planetas. É uma caixa de madeira com várias engrenagens redondas e diferenciais e mostradores no topo. O sistema de engrenagens interligadas nesse aparelho de mais de dois mil anos de idade só foi inventado depois de 1500, ao ser usado nos relógios.

Mais uma vez, não sabemos como os antigos adquiriram o conhecimento necessário para construir esse aparelho.

Artefatos como esses dois (e há muitas outras descobertas igualmente surpreendentes) parecem corroborar determinados elementos da teoria do astronauta antigo, isto é, de que seres avançados ensinaram nossos ancestrais sobre astronomia e eletricidade.

Há ainda exemplos de visitas extraterrestres que não se sustentam, sendo os mais notáveis as linhas de Nazca e os monumentos da ilha de Páscoa, ambos já explicados por sólidas pesquisas científicas e arqueológicas.

Hoje em dia, a teoria do "astronauta antigo" é ridicularizada pelos cientistas sérios. Existem explicações para artefatos aparentemente inexplicáveis; só não as encontramos ainda, mas as respostas definitivamente não incluem a noção de uma visita alienígena.

Apesar de tudo, Von Däniken ainda defende suas descobertas, teorias e seu trabalho, e continua a explorar o passado distante e desconcertante da humanidade.

Se algum dia os arqueólogos vierem a se deparar com um artefato verdadeiramente alienígena, todos os livros sobre história e ciência terão de ser reescritos. E Von Däniken já terá tomado a dianteira nesse tipo de trabalho.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004.

O Rapto do Policial


A manhã de 3 de dezembro de 1967 acabou sendo diferente de qualquer outra na vida de Herbert Schirmer, policial de Ashland, Nebraska. O diário de anotações de Schirmer daquele dia continha uma frase bizarra: "Vi um DISCO VOADOR no cruzamento da rodovia 6 com a 63. Acredite se quiser!"

Às 2h30, durante a patrulha de rotina, Schirmer vira o que lhe parecera ser uma grande bola de futebol circundada por luzes vermelhas e brilhantes, nas proximidades do cruzamento das duas rodovias, nos arredores de Asland. Sozinho na viatura, o policial ficou observando em silêncio, enquanto o OVNI se elevou do solo, deixando um rastro de fogo vermelho-alaranjado e emitindo um som agudo semelhante ao de uma sirene.

Ao preencher seu relatório trinta minutos depois, Schirmer consultou o relógio e, de repente, ficou atônito. Ele tinha certeza de que não mais de dez minutos haviam se passado antes de ver o estranho objeto, e agora o relógio marcava 3 horas. O que acontecera com os vinte minutos que faltavam?

Sob hipnose, conduzida pelo dr. Leo Sprinkle, psicólogo da Universidade de Wyoming, o policial conseguiu lembrar de detalhes adicionais do encontro aparentemente inócuo com o disco voador.

- A experiência começou - afirmou Schirmer - quando aquele objeto voador me puxou com o carro até o alto da colina. O carro parou e dois humanóides saíram pela parte de baixo do OVNI.

Uniformizados, eles tinham testa alta, nariz comprido, pele acinzentada e olhos redondos, como os dos gatos. E continuou o policial:

- Um dos alienígenas carregava um instrumento semelhante a uma caixa, que emitia luz verde. Esse ser estranho caminhou ao redor de minha viatura. O outro enfiou o braço através da janela aberta e tocou em meu pescoço. Senti uma dor forte.

Schirmer declarou que o humanóide o tocou e perguntou:

- Você é o policial desta cidade?

- Sim, sou - respondeu Schirmer.

Com voz profunda, sem movimentar a boca, o "líder" dos dois então ordenou:

- Policial, venha comigo.

Dentro da nave espacial, o humanóide mostrou a Schirmer sua fonte de força.

- De mecanismo giratório, era semelhante à metade de um casulo, que emitia cores claras como as do arco-íris.

Ele informou ao policial que a nave empregava "magnetismo elétrico reversível".

- Eles me disseram que tinham vindo à Terra em busca de eletricidade.

O passeio turístico pela nave incluiu também um segundo nível acima da sala de força, onde Schirmer viu muitas coisas.

- Notei vários tipos de painéis e computadores. um mapa na parede, e. uma tela enorme. O mapa mostrava um sol com seis planetas em órbita em outra galáxia. Eles já nós observam há muito tempo.

O líder humanóide tornou a falar:

- Policial, venha comigo.

E Schirmer foi levado para fora da nave.

- O que você acabou de ver e ouvir - disse ele - será esquecido.

Schirmer foi, posteriormente, interrogado pelo University of Colorado Condon Committee, que, na ocasião, realizava uma investigação sobre OVNIs para a Força Aérea. Os participantes do projeto concluíram que o "o relatório do policial sobre a experiência a bordo de um OVNI não foi fisicamente real".

Mas Sprinkle, que conseguiu, por meio da hipnose, fazer com que Schirmer retornasse à experiência, discordou:

- O policial - declarou Sprinkle - acreditou na realidade dos fatos que descreveu.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

O Loch Ness da Irlanda

The sea serpent of County Clare - The Day's Doings (September, 1871) - Mary Evans Picture Library

O mistério da serpente marinha de County Clare está novamente no centro das atenções depois de quase 150 anos. Essa criatura, muitas vezes referida como o monstro Loch Ness irlandês, foi avistada várias vezes no final dos anos 1850 ao largo da costa da Irlanda em County Clare.

O mistério de sua natureza nunca foi resolvido e está em debate novamente agora que o esboço da criatura foi encontrado nos arquivos da Mary Evans Picture Library em Londres, após essa biblioteca começar a digitalizar sua coleção de jornais ilustrados vitorianos.

Uma das primeiras aparições do monstro foi ilustrado em 1850, no Irish Times, quando foi descrito como "se expondo ao sol perto de Kilkee ao largo da costa de Clare."

Então, em setembro de 1871, a Chronicle Limerick publicou um artigo sobre um "grande e assustador monstro marinho" encontrado por um grupo de pessoas, os quais "tiveram seus nervos consideravelmente perturbados pelo aparecimento terrível dessa criatura extraordinária".

A história fez o seu caminho para Londres e, em seguida, no mês seguinte, uma reportagem ainda mais elaborada foi impressa por um jornal ilustrado - o The Day’s Doings - onde o artista fez o desenho acima, emparelhando com um relato dramático dos acontecimentos desse dia:

“Um grupo que ficou no vilarejo de Kilkee, composto por várias senhoras e alguns senhores - um dos quais é um clérigo bem conhecido no norte da Irlanda - tinham saído para uma caminhada, em um lugar conhecido como Diamond Rocks.

De repente, as atenções ficaram presas pelo aparecimento de um monstro extraordinário, que se levantou da superfície da água a cerca de 64 metros do local onde eles estavam. Tinha uma cabeça enorme, um pouco em forma de cavalo, enquanto atrás dela e no pescoço uma enorme juba com aparência de algas; os olhos eram enormes e, evidente, pelo aparecimento de água atrás, um vasto corpo parecia estar abaixo das ondas."


Fonte: Irish Central, 26/01/2016.

As Serpentes Marinhas da Nova Escócia


Há pelo menos um século e meio, os navegantes da Nova Escócia, na costa leste do Canadá, estão encontrando algumas criaturas imensas e de aspecto inusitado. Uma das primeiras aparições de que se tem notícia ocorreu em 1845, quando os pescadores John Bockner e James Wilson viram uma "serpente" de 30 metros de comprimento na baía de St. Margaret. Eles relataram o que viram ao reverendo John Ambrose, que, pouco tempo depois, teve seu encontro pessoal com o monstro.

Em 1855, habitantes de Green Harbour ficaram horrorizados em ver, conforme palavras de um cidadão, "um comprimento hediondo de terror ondulante" perseguir barcos pesqueiros locais, com o aparente objetivo de causar-lhes danos. Enquanto os pescadores procuravam, desesperadamente, chegar à praia, suas famílias limitavam-se a observar a cena, sem nada poder fazer. Certo observador descreveu a criatura em uma edição da revista americana Ballou's, do século 19:

- Perto do que deveria ser a cabeça, havia uma espécie de corcova com uma massa de cabelos longos, como se fosse crina; na parte de trás, por uns 12 ou 15 metros, moviam-se ou giravam, lentamente, as espirais de seu imenso corpo, que mais parecia o de uma serpente. O movimento era realizado em curvas verticais, as contorções das costas subindo e descendo alternadamente, da cabeça à ponta da cauda, deixando para trás um sulco, como os deixados por navios a hélice sobre a superfície vítrea do mar.

Quando a criatura se aproximou mais da praia, observadores puderam ouvir um som, como se houvesse uma válvula de escape pela qual o animal estivesse exalando vapor. Em seguida, eles puderam ver os dentes brilhantes, olhos ameaçadores, escamas azuis na cabeça e nas costas, coloração amarelada na parte inferior. A cabeça que viram tinha 2 metros de comprimento.

A criatura finalmente desistiu da caça, e os exaustos pescadores puderam chegar em segurança à terra firme. Contudo, a serpente foi vista novamente por três homens em um barco, no dia seguinte. Eles remaram para longe o mais rápido que puderam e não foram perseguidos.

Em 1883, seis militares que pescavam na baía Mahone ficaram surpresos quando viram o que parecia ser a versão aumentada de uma "serpente comum", com uma cabeça de quase 2 metros de comprimento, que saía da água. A criatura, que se movia com agilidade, tinha um pescoço tão grosso quanto uma árvore, coloração marrom-escura ou preta e riscas brancas irregulares. Embora não pudessem ver-lhe o corpo inteiro, as testemunhas concordaram que o animal deveria medir em torno de 25 metros de comprimento.

Em 1894, um homem chamado Barry observou um animal similar quando descansava no cais da cidade costeira de Arisaig. A cerca de 40 metros, e com aproximadamente 20 metros de comprimento, a criatura deslocava-se com movimentos "ondulatórios". Uma cauda "semelhante a meia cauda de uma cavala" também era visível.

Relatórios sobre essas lunkers (criaturas marinhas gigantes), como os habitantes da Nova Escócia as chamam, continuaram até os dias modernos.

No dia 5 de julho de 1976, Eisner Penney, da ilha Cape Sable, na Nova Escócia, viu uma criatura imensa e contou a alguns amigos o que vira. Eles riram da história, mas, alguns dias mais tarde, um deles, Keith Ross, juntamente com o filho Rodney, também viu o monstro.

- O animal tinha olhos tão grandes quanto dois pires, com uma terrível coloração avermelhada - narrou ele. - Era possível ver o vermelho naqueles olhos, como se eles estivessem injetados de sangue. O animal estava com a boca escancarada e eu vi duas presas - suponho que eram presas - na mandíbula superior. Aquele bicho passou bem perto de nós. Pudemos ver seu corpo, cerca de 12 ou 15 metros de comprimento, com a pele acinzentada, semelhante à da cobra, cheia de calombos e cracas. Tivemos a impressão de que aquele animal tinha rabo de peixe, isto é, rabo vertical, e não horizontal como o rabo da baleia.

O barco de Ross afastou-se dali e, em pouco tempo, perdeu a criatura de vista em um nevoeiro. Ele detectou outro barco através do radar, e dirigiu-se para lá.

Ironicamente, Eisner estava naquele barco. Quando Ross contou a ele o que acabara de ver, os dois ouviram o animal passando por eles, a pouca distância. A criatura foi vista novamente, alguns dias mais tarde, pelo pescador Edgar Nickerson.

Ninguém faz a mínima idéia do que possam ser tais criaturas, embora animais similares já tenham sido vistos em todo o mundo. No século passado, essas aparições, chamadas de "serpentes marinhas", eram motivo de acirradas controvérsias entre zoólogos. Deixando de lado as polêmicas, podemos afirmar que essas lunkers da Nova Escócia não são serpentes, nem mesmo serpentes gigantes. As cobras não ondulam verticalmente. Além disso, evidentemente, elas não têm caudas de peixe.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

Abduções Alienígenas


"A primeira coisa que a pessoa precisa fazer é superar o medo, porque as abduções alienígenas começam com uma espécie de paralisia induzida. E se o medo se fizer presente, isso pode muito bem aumentar a sensação de paralisia e incapacidade de agir. Há quem diga: "Fiquei paralisado de medo." É preciso reivindicar o direito divino para se ver livre desse tipo de tratamento. Não me interessa se os alienígenas pertencem a esta ou a outra galáxia, eles não têm o direito de tratar os seres humanos dessa forma; portanto dizer a eles, com o tom certo de raiva e acusação, para saírem do seu espaço e da sua vida, e nunca mais voltarem, é uma forma bastante adequada de lidar com eles." — John White

Definição: Os alienígenas são seres extraterrestres ou criaturas desta ou de outras galáxias; uma abdução é o sequestro de um ser humano por um alienígena.

O que os crentes dizem: Os extraterrestres são reais, seres que visitam nossa realidade e consciência com frequência e que, por vezes, abduzem os habitantes da Terra e os sujeitam a exames físicos invasivos e pesquisas sobre reprodução. Há quem diga que os governantes do mundo estão mancomunados com os alienígenas e, em troca de suas tecnologias avançadas, dão a eles permissão de abduzirem seres humanos para fins de pesquisa. O aumento da atividade de OVNIs nas últimas décadas está diretamente relacionado à permissão tácita do governo para que os alienígenas continuem a visitar a Terra e abduzir os humanos conforme suas necessidades.

O que os céticos dizem: Não existem alienígenas; ninguém nunca foi abduzido por alienígenas, e as pessoas que afirmam isso são loucas. Todos os relatos aparentemente plausíveis de abduções alienígenas são sonhos ou alucinações, porque, vamos repetir, não existem alienígenas. Segundo Robert Carroll, autor do Dicionário do cético: "O respaldo para essas crenças a respeito dos alienígenas e dos OVNIs consiste em grande parte de especulação, fantasia, fraude ou suposições sem base alguma, apresentadas por provas e testemunhos questionáveis."

Qualidade das provas existentes: Inconclusiva.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Inconclusiva.

Os elementos de uma experiência de abdução alienígena são diversificados, porém a maioria das vítimas cita os seguintes aspectos, ou pelo menos parte deles:

A presença de um OVNI; ter sido retirado da cama ou de um carro; uma sensação de paralisia; sentir-se ou até mesmo ver-se flutuando para fora do quarto; ver seres alienígenas; estar deitado numa mesa dentro de uma nave espacial; ser examinado por meio de toques e aparelhos; ter amostras de fluidos corporais retiradas; ter recebido alguma espécie de implante; encontrar cicatrizes ou marcas de garrotes no corpo após retornar; a interrupção inexplicável de uma gravidez, sem evidência de aborto natural; um período de branco total; ter recebido uma advertência, em geral sobre os perigos da proliferação nuclear, ou da terrível situação do meio ambiente na Terra; o desenvolvimento de novas habilidades psíquicas, tais como PES e precognição; transtorno de estresse pós-traumático.

Será que as pessoas que afirmam ter sido abduzidas por alienígenas estão apenas em busca de publicidade? Será que elas contam suas histórias loucas só para chamar a atenção? Será tudo o que alegam ter acontecido com elas uma mera invenção?

Alguns céticos declaram que dois dos relatos mais convincentes de abdução — os de Betty e Barney Hill, e de Travis Walton — são brincadeira. Eles também dizem que os Hill imaginaram a experiência após terem visto um programa na televisão, e que Walton inventou sua história por estar atrasado com o pagamento do contrato com uma madeireira.

No entanto, os fatos contrariam essa percepção.

A maioria das pessoas que oferecem relatos de experiências de abdução é discreta, gente reservada que foge da atenção da mídia e que não quer ficar em evidência. Elas muitas vezes sentem-se constrangidas em contar suas histórias, e muitas tentam distanciar-se de toda essa subcultura de OVNIs/abduzidos. Se tivessem inventado as histórias a fim de chamar a atenção e lucrar com o fato, você não acha que elas seriam receptivas a todo e qualquer tipo de atenção e que encorajariam o interesse em suas histórias?

O dr. John Mack, professor de psiquiatria da Escola de Medicina de Harvard e ganhador do prêmio Pulitzer, acredita que muitos dos relatos de abduções alienígenas são verdadeiros.

Em seu best-seller de 1994, Abduction, ele detalha minuciosamente 13 casos em que estava convencido de as pessoas terem sido abduzidas por alienígenas. Esses pacientes não demonstravam sinal algum de doença mental e faziam parte de categorias econômicas, educacionais e geográficas distintas.

Um professor de Harvard, ganhador do prêmio Pulitzer, deixou registrado que acredita em aliens e abduções alienígenas?

Isso mesmo, e as histórias contadas em seu livro são emocionantes, específicas e, acima de tudo, convincentes.

O dr. Mack vê o fenômeno da abdução alienígena como algo relacionado com a "evolução da consciência" e admite não entender completamente os objetivos e métodos dos alienígenas. Ele acredita que os extraterrestres são a manifestação de uma inteligência além da nossa realidade e visão de mundo. E acredita também que as comunicações com esses seres e as experiências dos abduzidos são, na verdade, "reais", deixando um tanto em aberto o significado definitivo e estanque da palavra.

Como seria de esperar, Mack foi atacado pelos céticos logo após a publicação de seu livro.

A visão dos céticos sobre abduções alienígenas é, para muitos, estreita e limitada. Eles interpretam todo e qualquer componente da experiência de abdução como uma manifestação do subconsciente, isto é, "uma invenção da mente". Os antigos anjos, fadas, unicórnios, dragões, elfos, duendes e outras criaturas fantásticas que apareciam do nada e interagiam com seres humanos são agora os greys, os nórdicos e outros tipos de seres alienígenas. Os elfos não eram reais, dizem-nos, assim como não são os seres de outros planetas.

Assim, o que podemos concluir a respeito do fenômeno da abdução alienígena?

Será que isso acontece mesmo?

Embora o quesito de "probabilidade paranormal" seja "Inconclusivo", ao que parece, existe, realmente, algo fora do âmbito de nossa realidade terrena. Há semelhanças demais entre as histórias dos abduzidos, além de uma ausência de interesse em tirar proveito a posteriori.

Será que todas essas pessoas estão delirando?

Teoricamente, a resposta é sim.

Mas será que uma pessoa razoável descartaria todos os relatos de abduções como falsos? Não parece muito provável.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004.

O Derradeiro Segredo dos OVNIs

Vannevar Bush, engenheiro e inventor, foi líder do grupo de investigação de OVNIs.

Robert Sarbacher, médium americano que morreu em julho de 1986, declarou a um grupo de cientistas canadenses em reunião no escritório do Departamento de Defesa, em 15 de setembro de 1950, que ficara sabendo de um segredo dos EUA. Segredo ainda mais importante do que a bomba H.

O segredo era que o governo dos EUA possui os restos de espaçonaves extraterrestres e os corpos de seres alienígenas. O dr. Sarbacher contou aos cientistas que o assunto estava sendo estudado por um grupo supersecreto chefiado pelo dr. Vannevar Bush, principal assessor do presidente Truman para assuntos científicos.

Sarbacher não era o tipo de homem dado a exageros. Seu verbete no Who's Who in America é constituído de um parágrafo de letras miúdas, que atestam uma carreira bem-sucedida nos campos científico, acadêmico e empresarial. Durante a Segunda Guerra Mundial e depois, ele ofereceu voluntariamente seus serviços ao governo, em troca de um salário simbólico de "1 dólar por ano", e especializou-se em questões relativas ao controle de mísseis teleguiados.

Os canadenses, que se encontravam regularmente com Sarbacher para trocar idéias sobre a segurança nacional dos dois países, perguntaram ao colega americano se havia alguma verdade nos persistentes boatos a respeito de uma prova física direta da realidade dos OVNIs. Sarbacher confirmou a existência de provas, mas recusou-se a fornecer maiores detalhes, alegando ser o assunto extremamente confidencial.

Um dos canadenses, W. B. Smith, engenheiro especializado em transmissões de rádio, ficou tão impressionado que, ao retornar a Ottawa, insistiu junto a seu governo para que fosse criado um projeto voltado para os OVNIs. Pouco depois, tal projeto, de codinome "Magnet", entrou em operação, sob a direção do próprio Smith. No entanto, ele não ficou sabendo de mais nada a respeito dos supostos segredos do governo americano sobre os OVNIs.

Em 1983, Willian Steinman, investigador de objetos voadores não identificados, localizou Sarbacher, que na ocasião morava na Flórida, e perguntou-lhe o que ele contara aos cientistas canadeneses. Sarbacher respondeu:

- Embora eu não tenha me envolvido diretamente no projeto de recuperação dos OVNIs, lembro-me de que certos materiais, supostamente originários de discos voadores acidentados, eram extremamente leves e muito resistentes. Havia relatórios informando que os instrumentos ou as pessoas que operavam essas máquinas eram também muito leves, o suficiente para suportar as tremendas forças de aceleração e desaceleração associadas com seus equipamentos.

E prosseguiu Sarbacher:

- Em conversa com algumas das pessoas no escritório, tive a impressão de que esses "alienígenas" tinham estrutura semelhante à de certos insetos que observamos na Terra.

Entrevistado por outro investigador, Sarbacher disse que os cientistas acreditavam que as espaçonaves teriam vindo de outro sistema solar. Ele afirmou que fora convidado a participar de conferência na base da Força Aérea de Wright-Patterson, em Dayton, Ohio, onde cientistas e militares deveriam relatar o que haviam concluído das análises dos materiais e dos corpos. Infelizmente, devido a outros compromissos inadiáveis, Sarbacher não pôde comparecer, embora tenha, posteriormente, conversado com aqueles que participaram da conferência.

Aqueles que conversaram com Sarbacher ficaram surpresos com a sinceridade óbvia e a recusa firme em entrar em maiores detalhes sobre a história. Seu testemunho pode muito bem representar uma rara olhada por trás das cortinas de segredo que cobrem os conhecimentos do governo americano sobre o que são os objetos voadores não identificados.


Fontes Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz.

De Manila à Cidade do México


No dia 25 de outubro de 1593, a estrutura do espaço e do tempo se rompeu, depositando um soldado espanhol - chamado Gil Pérez, segundo versão folclórica de 1908 -, de Manila, capital das Filipinas, na praça principal da Cidade do México, a 14 500 quilômetros de distancia. O soldado, vestido com uniforme diferente dos daqueles que o cercavam, rapidamente atraiu a atenção de verdadeira multidão, sendo forçado a depor as armas.

Quando as autoridades locais exigiram dele uma explicação, o soldado boquiaberto só conseguiu gaguejar:

- Sei muito bem que este não é o palácio do governador em Manila, porém aqui estou eu, e este é um palácio de algum tipo. Portanto, estou cumprindo meu dever da melhor forma possível.

Pressionado para dar maiores detalhes, ele disse que o governador das Filipinas Pérez Gómez Dasmariñas fora assassinado na noite anterior, e que por isso havia a necessidade de guardas adicionais.

Não é preciso dizer que o confuso sentinela foi logo levado para a cadeia, onde ficou até que um navio espanhol vindo das Filipinas confirmou-lhe as palavras a respeito do assassinato do governador.

Além disso, o soldado "teletransportado" ainda saiu-se melhor do que o homem com uma história similar, preso por autoridades portuguesas em 1655. De acordo com o livro Miscellanies, de John Aubrey, o homem estivera em Goa, antiga colônia portuguesa na Índia, quando, de repente, viu-se transportado pelo ar, de volta a Portugal. Acusado de bruxaria pelos membros da Inquisição portuguesa, o infeliz acabou sendo queimado em praça pública.

Voltando ao soldado espanhol, o folclorista Thomas Allibone Janvier em 1908 descreveu a lenda como sendo "corrente entre todas as classes da população da Cidade do México". Investigadores paranormais, que creem nessa história, alegam teletransporte e abdução alienígena.


Fontes: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz; Wikipédia.
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