domingo, 21 de outubro de 2012

Licantropia

Werwolf, Lucas Cranach der Ältere, 1512.
No folclore, licantropia é a capacidade ou maldição caída sobre um homem que se transforma em um lobo. Em psiquiatria, é um distúrbio onde o indivíduo pensa ser ou ter sido transformado em qualquer animal. O termo provém do grego lykánthropos: lýkos ("lobo") + ánthrōpos ("homem").

O lobisomem é um ser lendário, com origem em tradições europeias, segundo as quais um homem pode se transformar em lobo, ou em algo semelhante a um lobo, às 21 horas de sextas-feiras de lua cheia, só voltando à forma humana novamente quando o galo canta.

Tais lendas são muito antigas e encontram sua raiz na mitologia grega que relata histórias como as de Licaão ou de Damarco de Parrásia, as quais provavelmente foram influenciadas por casos reais de licantropia clínica e/ou porfiria.

Estas lendas encontram raízes na cultura da Europa Oriental principalmente, na cultura dos povos eslavos. Segundo essa cultura o primeiro grande licantropo ou o eulicantropos era um Grand Duke de Podgorica, atual capital de Montenegro. Esse Grand Duke era Victor Kruschev II, segundo as lendas ele foi convocado a lutar do lado do Império Sérvio contra a opressão Austro-Húngara, em troca ele receberia autonomia sobre sua região.

Como ele e seu exército eram grandes guerreiros que se aproveitavam do relevo montanhoso para lutarem nas partes altas para as partes baixas e principalmente a noite para se aproveitarem das circunstâncias nasceram as primeiras lendas de licantropos habitarem montanhas e atacarem vilarejos à noite.

Também ao redor de Victor nasceu uma lenda de que nas noites de lua cheia ele retirava sua armadura para lutar se transformando em um grande lobo com poderes sobrenaturais. As lendas licantrópicas foram vastamente difundidas pelo Império Austro-Húngaro, pois este via que essas lendas criavam esperanças de libertação para as tribos eslavas as quais o Império dominava, porém sem sucesso, pois muitas famílias de eslavos no mundo todo inclusive no Brasil carregam em seus sobrenomes, nomes que fazem alusão a grandes eulicantropos que marcaram a história. Os ultimos casos de licantropia foram em 1817 e 1832.

No distúrbio psiquiátrico da licantropia, acredita-se que exista um transtorno do senso de identidade própria segundo a definição de Scharfetter. É encontrado principalmente em transtornos afetivos e esquizofrenia, mas pode ser encontrado em outras psicopatias. Psicodinamicamente, pode ser interpretado como uma tentativa de exprimir emoções suprimidas, especialmente de ordem agressiva ou sexual, através da figura do animal, que pode ser muito variado (lobo, cachorro, morcego, cavalo, sapo, abelha etc.). A psicoterapia e/ou o uso de medicação neuroléptica podem ser efetivos ou não.

Além do distúrbio psiquiátrico, a porfiria, especialmente a porfiria cutânea tarda é uma doença hereditária que pode levar a desfigurações e distúrbios mentais em casos raros e excepcionais que podem lembrar os lobisomens.

Fontes: Lendas Horripilantes; Wikipédia.

As vozes do além


O termo, transcomunicação foi criado nos anos 1980, na Alemanha, pelo físico e estudioso Ernst Senkowski e significa comunicação com o mundo extra-físico. Segundo os dicionários modernos, quer dizer: comunicação com a verdade eterna ou comunicação transcendental.

Várias celebridades do mundo científico tentaram a TCI, dentre eles figuram Thomas Alva Edison, inventor da lâmpada e do fonógrafo, Gugliemo Marconi, precursor do rádio, Nikola Tesla, precursor do transformador e criador do motor de corrente contínua, e, no Brasil, o escritor Monteiro Lobato.

Oficialmente, o Brasil é pioneiro nestas pesquisas com o português naturalizado brasileiro Augusto de Oliveira Cambraia, inventor das fibras do tecido cambraia. Dentre as suas 16 patentes requeridas, está a do Telégrafo Vocativo, que deu entrada em 1909, com a finalidade de comunicação com os espíritos. E ainda, o Brasil é considerado o país mais avançado sobre os estudos referentes à TCI.   

A TCI (Transcomunicação Instrumental) é um processo em que trechos de voz ou vozes são embutidos na gravação em fita magnética através de um processo que ainda não é bem compreendido. A voz embutida do “fantasma” pode ser ouvida quando a fita é tocada num gravador de fita comum. Segundo os transcomunicadores, ela pode ser utilizada como prova científica de que realmente a morte não existe. As técnicas evoluíram muito desde o início dos experimentos.

Segundo Sonia Rinaldi, fundadora da Ação Nacional de Transcomunicadores – ANT - e uma das grandes pesquisadoras do assunto no Brasil, o país tem hoje os melhores resultados do mundo. Sonia passou a se interessar pelo assunto em 1988, quando freqüentava o Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas - IBPP - dirigido pelo Dr. Hernani Guimarães Andrade. Foi ele quem sugeriu que iniciasse as gravações, e como naquela época não havia qualquer tipo de orientação, resolveram então seguir a intuição. Os resultados foram positivos, mas foram cerca de 16 anos para alcançar uma evolução notável, que começou com um simples gravador e evoluiu para os telefonemas para o "outro lado", com sincronia de imagens.

Transcomunicação instrumental: vozes dos mortos?

(Por: James E. Alcock)

Com Friedrich Jürgenson (1903-1987) que o estudo da TCI realmente se inicia. Jürgenson era em alguns aspectos um homem da Renascença – arqueólogo, filósofo, lingüista, um pintor que foi comissionado pelo Papa Pio XII, cantor de ópera, e produtor de documentários cinematográficos. O interesse de Jürgenson em Transcomunicação Instrumental aparentemente começou quando, após ter gravado gorjeios de pássaros num gravador de fita, ele podia ouvir vozes humanas nas fitas, mesmo que não houvesse ninguém nas proximidades.

Este evento surpreendente naturalmente despertou seu interesse, e ele voltou sua atenção para realizar gravações do nada – ou seja, gravações feitas num lugar tranqüilo sem ninguém por perto. Ele continuou a detectar vozes nessas fitas, e seus estudos levaram à publicação em 1964 do livro Rosterna fran Rymden (“Vozes do espaço”), traduzido para o português com o título de “Telefone para o Além”.

Subseqüentemente ele reconheceu algumas das vozes apanhadas no seu gravador de fita, incluindo a da sua mãe, que o chamava pelo seu apelido carinhoso. Contudo, sua mãe já era falecida e lhe parecia natural presumir que ela estava se comunicando do além-túmulo. Assim, ele chegou à conclusão de que todas as vozes que ele havia gravado eram vozes de pessoas mortas. Em 1967 publicou Sprechfunk mit Verstorbenen (“Rádio-link com os mortos”).

O Dr. Konstantin Raudive (1906-1974), um estudioso de Carl Jung, era um psicólogo da Letônia que lecionava na Universidade de Uppsala na Suécia. Ele esteve absorvido em interesses parapsicológicos durante toda a sua vida, e especialmente com a possibilidade de vida após a morte, e se manteve em contato íntimo com os maiores pesquisadores psíquicos Britânicos.

Em 1964 Raudive leu o livro de Jürgenson, "Telefone para o Além", e ficou tão impressionado que arranjou um encontro com Jürgenson em 1965. Ele então trabalhou com Jürgenson para realizar algumas gravações de TCI, mas seus primeiros esforços deram pouco resultado, se bem que eles acreditavam poder ouvir vozes muito fracas e abafadas.

Contudo, certa noite, quando ouvia uma gravação, ele escutou claramente muitas vozes e quando reproduzia a fita repetidas vezes começou a entendê-las todas – algumas em alemão, outras em letão, outras em francês. A última voz na fita – uma voz femininina – dizia “Va dormir, Margarete” (“Vá dormir, Margarete”).

Raudive escreveu posteriormente (em seu livro Breakthrough): “Estas palavras me causaram uma impressão profunda, pois Margarete Petrautzki tinha morrido recentemente, e a sua doença e morte tinham me afetado muito.” Atônito com tudo isso, ele começou então a pesquisar tais vozes por conta própria, e passou a maior parte dos seus últimos dez anos de vida explorando fenômenos de voz eletrônica. Com a ajuda de diversos especialistas em eletrônica, ele gravou mais de 100.000 fitas de áudio, a maioria das quais foram realizadas sob o que ele descreveu como “condições estritas de laboratório”. Às vezes ele colaborava com Hans Bender, um parapsicólogo alemão muito conhecido.

Mais de 400 pessoas foram envolvidas em sua pesquisa, e todas aparentemente ouviram as vozes. Isto culminou com a publicação em 1971 do seu livro Breakthrough, anteriormente mencionado. Seu impacto foi tal que estes fenômenos são agora comumente conhecidos simplesmente como “vozes Raudive.”
Fontes: http://www.espiritualismo.hostmach.com.br; Arcanum (Paulo Néry) - http://grandarcanum.blogspot.com

Fótografo de espíritos

No estúdio de William H. Mumler, os milagres aconteciam. Os abastados membros da sociedade norte-americana podiam tirar uma fotografia na companhia dos fantasmas dos entes queridos. Só Mumler possuía a capacidade mediúnica de fotografar os espíritos – e foi graças a esta maravilhosa competência que ganhou fama e muito dinheiro.

Na década de 1860 nunca faltaram mortos para Mumler fotografar. Só a guerra civil americana – a chamada Guerra da Secessão, ocorrida entre 1861 e 1865 – fizera desaparecer três por cento da população americana: 970 mil pessoas, dos quais 618 mil eram soldados.

A guerra não era a única a devastar o coração dos vivos: não existiam condições sanitárias para grande parte da população, havia muita doença e a Medicina era insuficiente. Morriam muitos antes de tempo, principalmente crianças.

O Espiritismo – de uma forma simplificada, a crença segundo a qual é possível estabelecer contacto com os mortos e conhecer pormenores sobre o Além – tinha ocupado a mente do grande público a partir de 1850, com as célebres sessões espíritas mediúnicas das irmãs Fox. Trinta e oito anos depois, a 21 de Outubro de 1888, uma das irmãs, Margaret, admitiu as fraudes e explicou os truques numa confissão escrita para o New York World, mas a maioria dos crentes considera que Margaret Fox mentiu ou foi forçada a mentir.

Mumler sempre estivera  interessado em fazer experiências com uma nova e intrigante tecnologia – a fotografia. Tinha 29 anos quando notou que uma anterior exposição tinha permanecido na placa reveladora, provocando acidentalmente uma dupla exposição de fotos, ou seja, a sobreposição de duas figuras na imagem. Viu-se então a si próprio na companhia do sujeito feminino da foto anterior. Mostrou-a a amigos, garantindo que a figura esbatida era o espectro de uma prima já falecida.

Encorajado pela reação crédula que obteve, levou-a a um especialista em Espiritismo – este caiu que nem um patinho. Em breve, a foto corria as publicações espíritas americanas, bem como cartões de visita distribuídos em Boston com uma reprodução do retrato de Mumler na companhia da Além-prima. E Mumler acabou por deixar a profissão de joalheiro para se dedicar ao lucrativo negócio dos fantasmas fotogénicos.

O que deu verdadeira notoriedade a William H. Mumler foi a visita ao seu estúdio de uma misteriosa senhora de negro que se veio a saber mais tarde ser a ex-primeira-dama Mary Todd Lincoln, viúva do presidente Abraham Lincoln.

Mary Todd era uma conhecida participante de sessões espíritas e a cruel tragédia da sua vida contribuíra para que procurasse no Além o consolo que não conseguia encontrar no mundo terreno: o filho Edward Baker Lincoln, nascido em 1846, morreu aos quatro anos, vítima de cancro medular da tiróide; o filho William Wallace, nascido em 1850, morreu de febre tifóide aos 11; a 15 de Abril de 1865, o marido foi assassinado; cinco anos depois perdia o terceiro filho, Ted, levado pela tuberculose aos 18. O único que ela não viu morrer foi o quarto filho, Robert Tod.

Mary Todd tinha problemas psicológicos graves – os primeiros sinais surgiram após a morte do filho William. Os sintomas de esquizofrenia agravaram-se com o tempo e a ex-primeira dama chegou a ficar internada num hospital psiquiátrico.

Foi portanto a esta senhora doente e fragilizada pela tragédia que Mumler revelou um assombroso retrato onde o fantasma do falecido marido a consolava das suas perdas. Muitos outros notáveis se seguiram, incluindo o editor Moses A. Dow, da Waverley Magazine, que se deixou fotografar na companhia do espírito de uma antiga assistente pessoal.

Os problemas na carreira de William Mumler começaram quando se descobriu que alguns dos rostos convenientemente desvanecidos dos mortos pertenciam a pessoas que ainda estavam vivas. E a situação piorou quando começou a circular a suspeita de que o fotógrafo dos espíritos tinha por hábito arrombar as casas de alguns dos seus clientes à procura de fotos que pudesse sobrepor.

Finalmente, em fins de Março de 1869, já com estúdio montado em Nova Iorque, William foi detido pela polícia sob a acusação de fraude. O julgamento foi um dos acontecimentos mais mediáticos da época, com dezenas de jornalistas de todo o país destacados para cobrir o acontecimento. Dezenas de fotógrafos testemunharam em tribunal, mostrando ao juiz como a fraude podia ser feita através da dupla exposição dos retratos. Dezenas de testemunhas também foram a tribunal defender a idoneidade  de Mumler, sobretudo os seus clientes, gratos pela possibilidade de se reunirem com os queridos mortos através de uma fotografia.

O juiz acabou por determinar que as provas apresentadas pela acusação não eram suficientes para o acusar de fraude, mas também deu a entender que pessoalmente considerava Mumler um vigarista. Mumler foi libertado, abandonou Nova Iorque e regressou a Boston, escreveu uma autobiografia na qual nunca assumiu a marosca, mas a sua reputação sofreu um rombo extraordinário e ele nunca mais conseguiu retomar a sua carreira de fotógrafo do Além. Morreu na miséria. E depois disso nunca mais se deixou fotografar.

Oh que horror! As fotografias espíritas fizeram de Mumler uma celebridade, sobretudo durante o julgamento em que foi acusado de fraude. Este cartoon publicado no Harper’s Weekly em Abril de 1869 reflete a importância do fotógrafo no folclore mediático da época: a noiva do senhor Dobbs, um viúvo, quer um retrato do futuro marido. O senhor Dobbs cede aos desejos da noiva sem saber que está no estúdio de William Mumler. «Oh, horror», exclama a noiva depois de ver a foto. As anteriores cinco mulheres do senhor Dobbs aparecem todas na fotografia…

Fontes: BITAITES in "The Ghost and Mr. Mumler | The Strange Case of William Mumler | The Mumler Mystery"

Agulhas no corpo

"Muitas vezes sou consultado sobre as agulhas, alfinetes, pregos ou outros objetos no corpo. Esses objetos penetram e se alojam no corpo sem uma explicação aparente e convincente.

Essas dúvidas e até conceitos mirabolantes dando como origem a ação do além, são até compreensíveis por pessoas que não possuem um bom conhecimento de como atua a paranormalidade. Inaceitável é apresentar dúvidas por aquelas que são familiares com os conceitos e as orientações da Parapsicologia.

No universo parapsicológico esse fenômeno está bastante presente. Ele tem origem na ação da energia humana, conhecida como Telergia e é concretizado no fenômeno paranormal identificado como Aporte.

Como sabemos :-"aportes são aparições de objetos através de obstáculos, tais como paredes, muros e corpos opacos de todo gênero ou mesmo vindos de longe"( Edvino Augusto Friderichs).

Eles acontecem com maior freqüência naquele ambiente desestruturado e descontrolado energeticamente. Sempre é necessária a presença do paranormal ativo: o agente, descontrolado emocionalmente, provocador do fenômeno.

Acompanhei inúmeros casos de aporte. Alguns simples outros, bastante complexos e interessantes. Por exemplo:- Já imaginou um paralelepípedo cair dentro de uma sala fechada, onde a família estava reunida assistindo TV? Este caso tive a oportunidade de esclarecê-lo em um dos nossos cursos realizados em Campinas.

Quanto às agulhas e alfinetes, objetos mais comuns, aparecidos de forma misteriosa em várias partes do corpo, as origens do fenômeno estão na ação da Telergia, uma força física humana dirigida pelo mundo interior (inconsciente, pré-consciente, subconsciente,etc.). Essa força é capaz de movimentar esses objetos ou mesmo outros de maior porte em qualquer sentido.

Vivendo uma situação emocionalmente conturbada, com a paranormalidade descontrolada por falta de treino ou outros conhecimentos em virtude de várias situações angustiantes, sofridas ou estressantes, o epicentro provoca essas "agressões" no próprio corpo.

O transporte das agulhas, alfinetes ou outros objetos é o chamado Aporte. A introdução no corpo é feita pela ação da energia humana conhecida como Telergia.

Pode ocorrer ainda que o paranormal ativo venha introduzir esses objetos no próprio corpo. É claro que o fenômeno ocorre de forma inconsciente, às vezes em estado sonambúlico mas, quase sempre, quando em níveis cerebrais alfa e teta ( níveis de relaxamento ) próprios para exteriorizações dos fenômenos paranormais.

Em estado vigil, quando acordado, ocorrendo o fenômeno fica evidenciado um desequilíbrio psíquico da própria pessoa agredida e, em muitas situações, com a somatória inclusive de dificuldades físicas. Além, é claro, com evidências de uma fraude, mesmo na hipótese de uma ação inconsciente.

É necessária a intervenção médica para a retirada dos objetos do corpo. Porém, se o epicentro do fenômeno, a pessoa afetada, o paranormal ativo, não equilibrar e bem trabalhar sua paranormalidade o fenômeno voltará a acontecer. Inclusive pode até acontecer várias vezes e, várias vezes se faz presente a necessidade da intervenção médica. E, com isso, mais sofrimentos e mais aborrecimentos.

Pergunto, pois: Não é melhor resolver logo essa influência emocional desequilibrada e até doentia afetando a paranormalidade, do que ficar sofrendo, tanto física como psiquicamente ou então, imaginando coisas do além?"

(Prof. Walter Franceschini)

Casos mais recentes

Em um caso sem precedentes, Liu Lijian (na China), de 46 anos, apresentou-se ao hospital queixando-se de dores agudas e o exame médico deixou os médicos estupefatos. Uma série de radiografias revelaram que ele tem 100 (cem) agulhas espalhadas por todo o corpo com exceção da cabeça. Só no estômago Lijian teria 38 (trinta e oito) agulhas.

Os cirurgiões do hospital de Ezhou, China, estão programando uma longa série de delicadas operações para poder retirar todos esses objetos estranhos do organismo de Liu. O paciente explicou que quando garoto gostava de brincar com agulhas, mas não recorda de ter colocado nenhuma no corpo.

Segundo um porta-voz do hospital "é um autêntico milagre que ele tenha todas essas agulhas no corpo sem que tenham causado uma infecção".

Fonte: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=7168

Os pêndulos

Segundo alguns livros, o pêndulo (ou a radiestesia) teria surgido mais ou menos por volta de 1798 na França. É claro que as práticas com o pêndulo eram usadas muito antes que isto. Os etruscos, os persas e os romanos os usavam das mais variadas formas, desde localizar fontes de água até na solicitação da comunicação com os mortos. 

Esta última ficou bastante conhecida e muito usada no Renascimento onde alquimistas usavam os pêndulos para conversar com os mortos, também chamada de necromancia, uma antiga arte do ocultismo, cujas raízes se perdem no tempo, mas suas formas ritualísticas se assemelham ao Vodu.

A necromancia era um dos ritos nos quais o pêndulo é usado para localizar corpos e, através do amálgama de ciência e magia, controlar um espírito. Para isto se tornar possível eram feitos selos, "Selos Necromantes", os quais em sua maioria eram runas desenhadas com o intuito de proteção e controle sobre o desencarnado. É obvio que tal prática traz riscos, além de que para se invocar um espírito escravo se fazia necessário possuir parte de seus restos mortais.

Mas as técnicas radiestésicas não se aplicam só a isto. O pêndulo é usado na limpeza de casas e também no planejamento e na disposição dos móveis em uma casa, para tratamento com cromoterapia, para identificar a qualidade salutar de cada Chakra entre outros.

Fonte: O Sobrenatural Art Blog.

Escritório assombrado

As lâmpadas balançavam...
Rosenhein, cidadezinha alemã da Baviera. No escritório de advocacia do Sr. Adam, forças estranhas perturbam a paz e o ritmo de trabalho dos funcionários. Barulhos ensurdecedores, lâmpadas dançam e estouram, enormes flutuações na energia elétrica, fusíveis saltam, campainhas dos telefones soam insistentemente, ao mesmo tempo, fichários de 174 kg. deslocam-se sozinhos, quadros e calendários giram nas paredes etc., etc.

A imprensa local não demora em fazer eco. A TV alemã lança dois programas especiais sobre a casa de Rosenhein. Em pouco tempo a Alemanha toda e o mundo tomam conhecimento da “casa mal-assombrada” de Rosenhein.

Especialistas em Física, sob a direção dos doutores Karger e Zincha, do Instituto de Plasmapsíquica Max-Planck de Munique, após muitas medida e controles, concluem que:

1.º) Os fenômenos desafiam toda explicação pelos meios que possui a física teórica; 2.º) Os fenômenos são resultados de forças não-periódicas, de curta duração; 3.º) Os fenômenos não implicavam efeitos eletrodinâmicos puros; 4.º) Os movimentos dos objetos parecem ser causados por forças inteligentemente controladas; 5.º) A Física neste caso e em outros análogos de Parapsicologia, defronta-se com uma situação completamente nova. Apresenta-se a possibilidade imprevista de realizar descobertas físicas fundamentais estudando o homem. É absolutamente certo que o esclarecimento destes fenômenos terá repercussões sobre nosso conhecimento do homem.

Entra em cena a equipe de parapsicólogos do Instituto de Parapsicologia da Universidade de Friburgo, chefiada pelo Dr. Hans Bender.

Os parapsicólogos constataram também que tudo aumentava de intensidade com a maior proximidade de Ana Maria Schneider, de 19 anos, diminuía à medida que ela se afastava e nada acontecia se ela se ausentava. O Dr. Bender e sua equipe apontam como causa desta fenomenologia a ação “parapsicológica provocada pela senhorita Ana Maria em estado de crise e tensão nervosa”.

A única objeção que se coloca aos trabalhos do Dr. Bender é a explicação final que ele dá aos fenômenos. Classificam-se como casos de Psicocinesia (PK). Seria ação parapsicológica de ordem imaterial, espiritual (dos vivos!). Não existe esta ação. Na realidade trata-se de telecinesia, por telergia, isto é, ação parapsicológica física, material. Daí a necessidade da presença do doente.

Quadros tortos e telefonemas para o 0119, numero da hora certa, atormentaram o escritório de advocacia da Alemanha Ocidental, em 1967. As vezes as lâmpadas balançavam, aparentemente devido a presença da funcionária Ana Maria (foto superior).

Fonte: Assuste-se.

Aleister Crowley

Aleister Crowley
Aleister Crowley (12 de Outubro de 1875 — 1 de Dezembro de 1947) foi sem sombra de dúvida o maior mago do século XX. Suas explorações no campo das drogas e do sexo são enfatizadas em demasia por quase todas as pessoas que se põe a falar sobre ele. Essa sua faceta poderia ser explicada (talvez até possa ser justificada) como uma fuga genial da pútrida sociedade ultrapuritana em que foi criado.

O protestantismo vitoriano foi uma das manifestações mais repressoras de que já se teve notícia e Crowley, juntamente com alguns artistas de vanguarda de sua época teve a ousadia de se colocar contra todo esse sistema de valores e criar um sistema próprio, que por pior que fosse era melhor do que o sistema estabelecido.

A mente de Crowley, um misto de Nietzsche e Rabelais, com uma estética egípcia e um negro senso de humor, era, de certa forma, inescrutável. Apesar de freudianamente seus complexos serem óbvios, lendo Crowley nunca se tem certeza do que ele realmente quis dizer. Ele brincava com o leitor, geralmente o superestimando (principalmente nos primeiros livros, cheios de referências obscuras imprecindíveis para a compreenção da obra). Apesar disto escreveu excelentes poesia e prosa, mas que de forma alguma superaram o interesse do mundo na história de sua vida, atribulada, trágica e cheia de aventuras como foi, por si só uma obra de arte.

Crowley nasceu em 1875, filho de um pastor de uma seita fundamentalista protestante, que também era dono de uma fábrica de cerveja. Seu pai morreu cedo, deixando boas lembranças no menino, mas sua mãe, segundo ele, era uma "estúpida criatura", e as brigas da adolescência logo fizeram com que sua mãe o chamasse de "Besta", apelido que adotou posteriormente e que lhe trouxe boa parte da fama.

Na escola se mostrou brilhante e obediente, até que foi culpado injustamente de um pequeno delito e foi posto de castigo, a pão e água, o que piorou sua já fraca saúde (tempos depois lhe receitariam heroína para a asma, substância que usou até os 72 anos de idade, quando morreu de parada cardíaca). Crowley nunca esqueceu desse tratamento, e desde menino começou a achar que havia algo de errado com o "senso comum" da época. Decidiu ser um homem santo, e cometer o maior pecado, como em uma lenda dos Plymouth Brothers (culto de seu pai) que afirmava que o maior santo cometeria o maior pecado.

Na universidade Crowley finalmente se encontrou. Com muito dinheiro (da herança de seu pai) e livre da repressão da família, exerceu todas as atividades pelas quais ficou conhecido: alpinismo, poesia, enxadrismo, sexo e magia, e, dizem, foi excepcional em cada uma delas. Crowley travou contato com a Golden Dawn, uma ordem pseudo-maçônica de prática ritualística e iniciatória que esteve em seu auge no fim do século passado, quando Crowley a frequentou. Subiu rapidamente pelos graus da ordem, mas foi barrado por um grupo de pessoas que chegaram a afirmar que a "ordem não era um reformatório". Crowley era desconsiderado pelos intelectuais e desprezado pela burguesia, fato que o pode ter levado a suas inúmeras viagens e expedições de alpinismo.

Crowley pode parecer extremamente arrogante e narcisista em seus escritos, mas isso não parece ser verdade, se examinamos sua vida a fundo. Ele sempre buscou o reconhecimento e aprovação das pessoas, e quando notou que isso não era possível, mantendo sua crítica atroz aos absurdos do puritanismo inglês, ele resoleu aparecer fazendo escândalos, reais ou falsificados, ao estilo do esteriótipo "falem mal, mas falem". Mesmo assim em sua autobiografia ("Confessions of Aleister Crowley") ele se mostrou extremamente magoado quando a imprensa marrom inglesa (conhecidíssima até hoje e abominada pela família real inglesa) inventava alguma coisa absurda e terrível ao seu respeito, como em uma ocasião em que o acusaram de comer carne humana na expedição ao monte K2.

A Golden Dawn recusou iniciação a Crowley, mas seu chefe, McGreggor Mathers não. Talvez interessado no dinheiro do jovem Aleister Crowley ele o iniciou, e logo se tornou um mestre para Crowley.

Seus trabalhos mágicos e estudos místicos o levaram as mais diversas partes do mundo, experimentando com todas as formas de catarse e intoxicaçõo, que considerava como bases da religião. Mas pouco a pouco se distanciava de Mathers, que a essa altura já havia se proclamado em contato direto com os "mestres" que regem a terra, e com isso seu autoritarismo se tornou insuportável. Crowley foi o único a defendê-lo até o final, quando percebeu que tudo não passava de uma farsa.

A crença de que existe um grupo de iniciados secretos que carregam o conhecimento humano e são os verdadeiros "chefes" da terra é compartilhada no sentido estritamente literal por muitas pessoas e seitas. Crowley aceitou essa idéia de uma forma ou de outra até o fim da vida, mas empregou diversas interpretações para estas entidades, algumas baseadas na psicologia (recém estabelecida como uma ciência por Freud, na mesma época).

Mas, desiludido com a Golden Dawn, passou alguns meses afastado da magia, e pouco a pouco se reaproximou, trabalhando sozinho.

Então numa viagem ao Cairo em 1904, recém-casado, sua esposa começou a falar algumas coisas estranhas das quais ela não poderia ter conhecimento. Ela o mandou invocar o deus Hórus.

Dessa invocação surgiu um texto pequeno, de três capítulos, intenso e esquisito, ditado por um dos "ministros" da forma de Hórus conhecida por "Hoor-Paar-Kraat", Harpócrates, Hórus, a criança. Aiwass era o nome dessa entidade, depois reconhecida como o Sagrado Anjo Guardião do próprio Crowley. Com isso três coisas estão subentendidas: Aiwass era um dos "mestres" que regiam o presente Éon, dedicado ao Deus Hórus, seu mentor; era também uma entidade não totalmente separada de Crowley, embora devesse ser tratado como tal, alguns poderiam dizer que ele era o self junguiano de Crowley (mesmo ele reconheceu isso), outros, maldosamente, que era sua Sombra (termo que em psicologia junguiana designa a parte de nós que reprimimos e que contém aquilo que temos medo de admitir); Crowley demorou cerca de 5 anos para acatar o que o texto dizia. Uma das profecias previa a morte de seu filho, que acabou por morrer mesmo, de doença desconhecida.

Quando finalmente aceitou o Livro da Lei estava em contato com um corpo germânico de iniciados, que em outro livro dele ("The Book of Lies") encontraram um segredo de magia sexual que pensavam ter o monopólio no ocidente. Nem Crowley havia entedido o que tinha escrito, mas aceitou mesmo assim um alta posição hierárquica na Ordem. Era a Ordo Templi Orientis, que até hoje detém os direitos sobre os textos de Crowley posteriores a 1910.

A O.T.O. existe até hoje (ou melhor existem, visto que houveram cisões e brigas e etc, que somando com os charlatães, devem somar mais de 30 O.T.Os., por alto. A maioria clama legitimidade).

Crowley perdeu muito dinheiro publicando seus próprios livros e os vendendo a preço de banana. E a incompetência de um tesoureiro da O.T.O., que perdeu um galpão cheio de livros num lance mal entendido até hoje, acabou causando sua bancarrota final.

Além da O.T.O. que tinha bases massônicas, Crowley criou um corpo próprio, designado como A.:.A.:.., esse corpo, muito mais velado, deveria servir como que "escola de treinamento" para os possíveis "mestres" da humanidade.

Crowley sobreviveu de doações e venda de livros até o fim da vida. E morreu em relativa miséria, ainda viciado em heroína, pouco tempo depois de terminar seu último trabalho, um livro sobre o Tarô que Lady Frieda Harris havia pintado com suas indicações. Um baralho magnífico.

Bibliografia:

"Confessions of Aleister Crowley", A. Crowley, Penguin
"The Eye in the Triangle", Israel Regardie, New Falcon Publications
"The Legacy of the Beast", Gerald Suster, Weiser.

Fonte: http://www.culturabrasil.org/

Atividade Paranormal 4 lidera bilheterias

'Atividade Paranormal 4' estreia no topo das bilheterias norte-americanas

O quarto filme da série "Atividade Paranormal" foi o campeão das bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana, ao estrear com vendas de 30,2 milhões de dólares em ingressos.

O filme de ação "Argo", dirigido por Ben Affleck, sobre a retirada de norte-americanos do Irã em 1979, arrecadou 16,6 milhões de dólares e ficou com a segunda colocação. As estimativas dos estúdios foram divulgadas neste domingo.

Busca Implacável 2, com Liam Neeson, campeão em dois fins de semana, caiu para a quarta colocação. Ele levantou 13,4 milhões. Em terceiro lugar, Hotel Transilvânia arrecadou 13,5 milhões de dólares na América do Norte. As vendas no mercado internacional do filme alcançaram 119 milhões de dólares. Em quinto, ficou o estreante Alex Cross, com 11,7 milhões de dólares.

A distribuidora Paramount, de Atividade Paranormal 4, esperava uma arrecadação um pouco maior da conquistada pelo filme no mercado norte-americano. A projeção era de pelo menos 35 milhões de dólares para um longa cujo orçamento foi 5 milhões de dólares.

"Estamos muito contentes", disse Don Harris, da Paramount. "O mercado está um pouco mais congestionado do que há um ano." O terceiro filme da série chegou a 53 milhões no seu fim de semana de estreia. Segundo Harris, "é muito provável" a produção de um quinto filme.

O novo Atividade Paranormal conta a história de uma vizinhança que começa a viver estranhos eventos depois da mudança para o local de uma mulher e do seu filho. Ele segue o estilo de filmagem dos outros longas. O primeiro filme da série produzida por Jason Blum estreou em 2009. Os primeiros três longas arrecadaram mundialmente 577 milhões de dólares.

Fonte: Reuters,