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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

A Múmia do Rio de Janeiro

Quadrinhos do Terror apresenta: Mistérios do Mundo em "A Múmia do Rio de Janeiro". Revista Calafrio nº 07, junho/1982. Texto: Rivaldo; Desenhos: Herrero. Estúdio D - Arte Criações Ltda, São Paulo. "Calafrio" foi uma revista de histórias em quadrinhos de terror que circulou de 1981 até o início dos anos 1990. Pertencia à editora D-Arte (fundada em 1981, em São Paulo) de Rodolfo Zalla. Era uma produção só com artistas nacionais.



sábado, 9 de dezembro de 2017

Hope, o Diamante da Morte

Quadrinhos do Terror apresenta: "Hope, o Diamante da Morte!". Revista Mestres do Terror nº 11, 1982. Texto: Gedeone. Estúdio D - Arte Criações Ltda, São Paulo.

"Mestres do Terror" foi uma revista em quadrinhos do gênero terror brasileira. Circulou comercialmente entre 1981 a 1993. Era publicada pela Editora D-Arte do editor Rodolfo Zalla. Foi cancelada em 1993 junto com Calafrio pela D-Arte. Sendo considerada até hoje uma das publicações mais duradouras do gênero terror no Brasil.



sábado, 18 de junho de 2016

A Colônia Perdida de Roanoke


Todos se foram para o mundo da luz, / Apenas eu aguardo aqui sentado; / A lembrança deles é bela e clara / E meus tristes pensamentos se fazem nítidos. / Eu os vejo caminhando num mar de glória … — Henry Vaughn (1622-1695)

Definição: A colônia perdida de Roanoke era formada por um grupo de colonos ingleses que desapareceram sem deixar rastro da ilha de Roanoke, na Carolina do Norte, em algum momento entre 1587 e 1590. A única coisa que ficou para trás foi a palavra "CROATOAN" gravada numa estaca da cerca.

O que os crentes dizem: O completo desaparecimento de 113 pessoas, ou mais, junto com tudo o que elas possuíam, sugere a possibilidade de algum tipo de abdução sobrenatural. Talvez elas tenham sido sequestradas por aliens e levadas para uma nave mãe?

O que os céticos dizem: Os colonos provavelmente mudaram-se para o acampamento vizinho de Croatoan (na ilha de Hatteras) e se misturaram aos nativos de Chesapeake, resultando, uma geração depois, em índios que se assemelhavam aos brancos, com olhos acinzentados e cabelos claros.

Qualidade das provas existentes: Inconclusiva.

Probabilidade de o fenômeno ser autêntico: Inconclusiva.

John White achou que tinha sorte por estar voltando para a colônia de Roanoke no dia do aniversário de três anos de sua neta. Ele tinha ido para a Inglaterra nove dias depois do nascimento de Virgínia no Novo Mundo, e a guerra contra a Espanha o impedira de voltar até aquela data. Por três anos, mantivera sua filha Eleanor e a neta, Virgínia, em seus pensamentos enquanto os britânicos dizimavam a armada espanhola, e agora poderia vê-las novamente. "Ela provavelmente é a cara da mãe", pensou, enquanto seus três navios acostavam. Eles tinham dado um tiro de canhão para avisar os colonos da aproximação dos navios e haviam visto uma coluna de fumaça elevando-se da ilha, a qual acreditaram ser apenas uma fogueira sinalizadora.

Mas John White e sua tripulação não tiveram uma acolhida calorosa. Ao desembarcarem, encontraram … nada. Todas as casas e estruturas haviam sido "desmontadas" e, numa cerca de madeira, White encontrou gravada a palavra "CROATOAN", usada por ele para "sinalizar o lugar onde devo encontrar os colonos acomodados, um símbolo secreto sobre o qual concordamos quando os deixei da última vez … pois, com minha partida, eles estavam preparados para se mudar 80 quilômetros território adentro".

Mais de 400 anos depois, o desaparecimento dos colonos de Roanoke continua a ser um dos enigmas mais desconcertantes da história americana.

Existem algumas teorias mais plausíveis do que outras acerca do desaparecimento?

Sim, e muitos historiadores acreditam na ideia de os colonos terem migrado para Croatoan, na ilha de Hatteras, como a que faz mais sentido. John White dissera a eles para gravar o nome do lugar de destino numa árvore ou numa cerca caso resolvessem juntar as coisas e se mudar, e ele também lhes dissera para colocar uma cruz-de-malta sobre o nome do lugar se fossem forçados a partir, ou se estivessem sendo levados como prisioneiros. Não havia cruz-de-malta alguma sobre a palavra Croatoan, sugerindo que a partida tinha ocorrido por decisão deles.

Teriam eles sido assimilados pela linhagem de índios de Chesapeake?

O explorador inglês John Lawson visitou a ilha de Roanoke 119 anos após o desaparecimento da colônia. Ele passou algum tempo com os índios de Hatteras, descendentes diretos da tribo original de Croatoan. Tempos depois, John escreveu que os índios lhe haviam contado que "vários de seus ancestrais eram homens brancos que conseguiam dizer coisas num livro tal como nós, e a veracidade disso pode ser confirmada pela rara ocorrência de olhos acinzentados entre esses índios, e não em outros".

Teriam os colonos sido massacrados pelos índios de Croatoan e um dos últimos sobreviventes gravado o nome de seus assassinos na cerca? Possivelmente, mas tanto os espanhóis quanto os ingleses não apenas investigaram cuidadosamente o lugar da colônia original, como também procuraram bastante por algum sinal dos colonos, e todos terminaram de mãos vazias. Diríamos que deveria haver sinais de um massacre sangrento de mais de 100 pessoas — ainda que fossem só sangue e areia.

E quanto às teorias sobrenaturais? Alguns alegam que a colônia inteira foi abduzida por aliens e levada para uma espaçonave. Isso explicaria a total ausência de qualquer tipo de indício de que havia pessoas em Roanoke antes da chegada de John White.

Tal como acontece com todas as teorias improváveis, sobrenaturais e paranormais, não podemos comprovar que isso não aconteceu, por mais absurdo que seja. E assim continua o mistério e, por fim, nossa conclusão aqui é que o destino da colônia perdida de Roanoke ainda é desconhecido.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004

terça-feira, 7 de junho de 2016

Ossos Pulverizados


Muitos mistérios podem ser classificados em categorias específicas, sejam eles referentes a OVNIs, monstros surgidos de lagos, o Abominável Homem das Neves, ou poltergeists endiabrados. No entanto, em certas ocasiões, ocorre alguma coisa tão estranha e bizarra que estabelece uma nova categoria especial. Esse certamente parece ser o caso do desaparecimento - e da descoberta - de um Learjet, avião a jato perdido sobre o deserto egípcio a sudoeste do Cairo.

O avião já estava presumivelmente desaparecido no dia 11 de agosto de 1979, quando decolou de Atenas, com destino a Jeddah, mas não chegou ao seu destino.

A bordo do avião estavam o proprietário do aparelho, o armador libanês Ali Eldin al-Bahri, Peter Seime, um sueco especialista em petróleo, Theresa Drake e dois pilotos. O avião foi localizado por diversos radares, e tinha combustível suficiente para quatro horas de vôo, quando foi contatado pela última vez pela torre de controle do Cairo. Nenhum chamado de socorro foi ouvido.

Mas o Learjet nunca chegou a Jeddah. As forças aéreas do Egito e da Arábia Saudita montaram uma busca intensa ao longo da rota de vôo do avião, mas seus destroços não foram encontrados. A família de Al-Bahri gastou mais de 1,5 milhão de dólares contratando pesquisadores particulares, que o procuraram até no Quênia. Mesmo assim, nenhum Learjet foi encontrado.

No entanto, em fevereiro de 1987, uma equipe de arqueólogos encontrou o avião perdido, a 435 quilômetros a sudoeste do Cairo. A fuselagem estava intacta e não havia nenhum sinal de fogo, embora uma asa estivesse a cerca de 1,5 quilômetro do local principal. Beduínos haviam, aparentemente, encontrado o jato alguns anos antes e tinham depenado seu interior.

À primeira vista, não havia restos de seres humanos a bordo. Uma inspeção mais aprofundada, todavia, revelou ossos humanos moídos, quase pulverizados, empilhados no piso do avião.

- O maior desses ossos - disse Tom, pai de Theresa Drake -, não era maior do que um polegar.

O professor Michael Day, osteólogo do Saint Thomas Hospital, em Londres, achou que os ossos deveriam estar quase intactos.

- Em oito anos, eles certamente não deveriam ter começado a se desintegrar. Nem mesmo animais ferozes teriam deixado fragmentos tão diminutos - disse Day.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Foi Aí que Nós Chegamos


Após o primeiro teste da bomba atômica em Alamogordo, em 1945, descobriu-se que o local da explosão estava coberto com uma camada de vidro verde fundido, areia transformada em vidro pela explosão.

Vários anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, cientistas realizaram escavações nas proximidades da Babilônia, a antiga grande metrópole da Mesopotâmia e, ao que se supõe, local da Torre de Babel.

Com o objetivo de apurar até que profundidade as camadas de ruínas e artefatos chegavam, os arqueólogos cavaram um túnel experimental na vertical, para catalogar suas descobertas por épocas.

Eles cavaram abaixo da era de grandes ruínas antigas, e passaram por uma cidade do passado enterrada sob camadas de loesses inundados. Então, prosseguindo com as escavações, eles encontraram aldeias que indicavam uma cultura agrária.

Descendo mais ainda, descobriram fundações de uma cultura voltada à caça e à criação de gado, com artefatos ainda mais primitivos. A escavação chegou ao fim quando, por baixo de todas essas camadas anteriores, os cientistas encontraram uma camada sólida de vidro fundido.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

sábado, 21 de maio de 2016

A Maldição do Faraó

O arqueólogo Howard Carter encontra a lendária tumba (17/02/1922).

Embora as grandes pirâmides do Egito tenham permanecido intocadas durante séculos, no início dos anos 20 muitas das estruturas e tumbas dos faraós foram saqueadas por arqueólogos aventureiros e caçadores de tesouros.

Uma tumba, no entanto, permaneceu intocada: a do famoso Faraó Tutancâmon. Segundo a lenda, a tumba, repleta de tesouros, foi guardada por uma maldição que condenava à morte qualquer um que ali entrasse. Mas isso não impediu que George E. S. M. Herbert, conde de Carnarvon, fosse ao Egito pela primeira vez esperando que o clima seco curasse sua doença respiratória.

Mesmo sem ter experiência anterior em arqueologia, Herbert tinha o dinheiro necessário para financiar expedições. E, em pouco tempo, ele e o arqueólogo Howard Carter partiram para encontrar a lendária tumba.

Após muitas escavações durante vários anos, eles finalmente encontraram alguns fragmentos de peças que traziam o nome de Tutancâmon. E as peças os levaram à sala do tesouro, onde repousava o tão longamente procurado faraó.

Um grupo de vinte pessoas serviu como testemunha de que Carter entrou naquela sala no dia 17 de fevereiro de 1922, mas lorde Carnarvon viveu pouco tempo para apreciar a descoberta. Ele morreu em abril no Hotel Continental no Cairo, depois de contrair uma súbita e não diagnosticada febre, que debilitou seu corpo durante doze dias. Poucos minutos após sua morte, houve falta de energia elétrica no Cairo. E o cachorro de Carnarvon, em Londres, morreu no mesmo dia.

Antes de terminar aquele ano, doze outros membros do grupo original de vinte homens também morreram. Mas outros morreriam, também. George Jay Gould, filho do financista Jay Gould, e amigo de Carnarvon, viajou ao Egito após a morte de seu amigo para visitar o lugar pessoalmente. Ele morreu de peste bubônica, 24 horas após visitar a tumba.

Em 1929, dezesseis outros pesquisadores que, de alguma forma, entraram em contato com a múmia do faraó também morreram. Entre as vítimas estavam o radiologista Archibald Reid, que preparara os restos de Tutancâmon para radiografar a múmia do faraó, a mulher de lorde Carnarvon, e Richard Bethell, seu secretário particular. Até o pai de Bethell morreu, suicidando-se.

A mística dessa famosa múmia, tema de filmes de terror de segunda classe, foi provavelmente um grande fator para o sucesso avassalador de Tesouros do Rei Tutancâmon, roteiro de viagem empreendido pelas agências de turismo dos EUA. Mas, como as dezenas de milhares de pessoas que viram a múmia podem atestar, a maldição parece ter chegado ao fim - pelo menos por enquanto.

Mas cuidado! Logo na entrada da tumba, observe os hieróglifos escritos no brasão. Eles dizem: "A morte virá rapidamente àquele que violar a tumba do faraó".


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Os OVNIs são Mencionados na Bíblia?

A Crucificação, (1350) - Afresco do monastério Visoki Decani, em Kosovo, onde aparecem objetos voadores.

"Não vos esqueçais da hospitalidade, pela qual alguns, sem o saberem, hospedaram anjos." — Hebreus 13:2

Definição: Existem passagens bíblicas que alguns acreditam descrever seres não humanos e espaçonaves extraterrestres despontando no céu; existem também relatos de atos de Jesus que alguns acreditam ser condizentes com os de um visitante alienígena.

O que os crentes dizem: As passagens bíblicas, tanto do Velho quanto do Novo Testamento, contam histórias (ainda que numa linguagem metafórica) de alienígenas e espaçonaves alienígenas visitando a Terra. Além do mais, muitos dos relatos das façanhas de Jesus poderiam ser facilmente interpretados como uma descrição das ações de um extraterrestre.

O que os céticos dizem: Os céticos com inclinação religiosa dizem que tal especulação é uma blasfêmia e que os relatos da Bíblia sobre manifestações celestes são relatos verdadeiros de aparições divinas. Os agnósticos e ateus dizem que tudo na Bíblia é pura fantasia, tudo gerado pela mente dos escritores. As histórias não provam nem uma interação extraterrestre, nem divina, com a humanidade.

Qualidade das provas existentes: Boa.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Inconclusiva.

OVNIs na Bíblia?

Alguns ufólogos acreditam do fundo do coração que a raça humana possui progenitores extraterrestres e que toda a simbologia religiosa é uma prova das tentativas do homem antigo de entender e documentar as visitas alienígenas e a aparição de aeronaves extraterrestres na Terra.

Se partirmos do pressuposto de que a linguagem bíblica é figurativa e imagística, e não literal e realista, então a interpretação "OVNI/alien" é, de certa forma, válida.

Êxodo 13:21-22: "O Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvens para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os alumiar; de sorte que podiam marchar de dia e de noite. Nunca a coluna de nuvens deixou de preceder o povo durante o dia, nem a coluna de fogo durante a noite."

Interpretação? Um OVNI guiou Moisés e os judeus para fora do Egito. A espaçonave era cinza-escuro durante o dia e iluminada à noite.

Juízes 20:40: "Mas, quando a nuvem de fumo começou a subir da cidade, os benjamitas olharam para trás e viram o incêndio de Gibeá subir até o céu."

Interpretação? Uma espaçonave levantou voo de Gibeá, e sua fumaça e chamas puderam ser vistas a distância.

Neemias 9:11-12: "Fendestes o mar diante deles e passaram a pé enxuto; mas precipitastes nos abismos todos os que os perseguiam, como uma pedra é atirada às profundezas das águas. Vós os guiastes durante o dia por uma coluna de nuvem, e à noite por uma coluna de fogo, para iluminar o caminho que deviam seguir."

Interpretação? O OVNI que guiou os judeus para fora do Egito abriu o mar Vermelho do alto, provavelmente usando algum tipo de feixe de energia que dividiu as águas e abriu caminho para os israelitas.

Jesus era um extraterrestre? Jesus foi um extraterrestre enviado à Terra como um escoteiro disfarçado? Seria possível que este alien não tivesse a intenção de que toda uma religião fosse criada à sua volta? Eis aqui um olhar sobre algumas das interpretações mais convincentes de que Jesus era um extraterrestre:

Jesus era o Filho de Deus: Jesus nasceu de uma virgem.

Jesus era um ET: Jesus era um ser geneticamente modificado que foi implantado numa mulher humana a fim de nascer na Terra.

Filho de Deus: o anjo Gabriel visitou Maria para lhe contar que ela ficaria grávida do Espírito Santo.

ET: um emissário alienígena visitou Maria para informá-la do implante.

Filho de Deus: a estrela de Belém guiou os três Reis Magos até o local do nascimento de Jesus.

ET: uma nave alienígena atravessou o céu bem à vista de três sentinelas alienígenas cuja missão era monitorar o nascimento do alien/humano.

Filho de Deus: no Evangelho segundo São Mateus 3:16-17, Jesus sobe aos céus nos braços de Deus Pai após ser batizado.

ET: Jesus, o ET, foi teleportado da água por um raio antigravidade, que incidiu sobre ele de uma aeronave alienígena.

Filho de Deus: Jesus caminhou sobre a água.

ET: Jesus, o ET, possuía algum tipo de aparelho antigravitacional que permitiu a ele passar a ideia de estar caminhando sobre a água.

Filho de Deus: Jesus ressuscitou Lázaro dos mortos.

ET: Jesus, o ET, possuía habilidades médicas avançadas que lhe permitiram reviver Lázaro, o qual provavelmente não estava morto, apenas num coma profundo.

Filho de Deus: no Evangelho segundo São João 8:23, Jesus disse a seus seguidores: "Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo."

ET: "Vocês são terráqueos, eu sou um extraterrestre."

Filho de Deus: Jesus transformou a água em vinho.

ET: Jesus, o ET, possuía algum tipo de aparelho que podia transmutar em nível subatômico as moléculas da água em moléculas de vinho.

Filho de Deus: Jesus multiplicou miraculosamente os pães e peixes.

ET: Jesus, o ET, tinha alguma espécie de aparelho sintetizador de comida de tecnologia avançada que "lia" o original e então era capaz de duplicá-lo completamente tantas vezes quanto alguém desejasse.

Filho de Deus: Jesus passou 40 dias e 40 noites no deserto.

ET: Jesus, o ET, passou 40 dias e 40 noites na nave-mãe relatando suas descobertas terrenas e obtendo um merecido descanso.

Filho de Deus: Jesus ressuscitou dos mortos.

ET: na hora em que os observadores viram Jesus "entregando seu espírito" a seu Pai celeste, seus parceiros alienígenas, que o sobrevoavam da nave-mãe, puseram-no num estado de animação suspensa e depois o "reativaram" quando ele se encontrava deitado na tumba.

Filho de Deus: Jesus ascendeu fisicamente ao céu.

ET: Jesus, o ET, foi "teleportado" para a nave-mãe enquanto seus seguidores observavam. (Esta também foi a forma como sua mãe, Maria, "subiu aos céus".)

Filho de Deus: Jesus falou com Paulo enquanto ele viajava pela estrada para Damasco, e Paulo converteu-se imediatamente ao cristianismo.

ET: Jesus, o ET, falou com Paulo de uma nave espacial, aterrorizando-o e intimidando-o de tal forma que ele concordou de boa vontade em fazer o que quer que a voz mandasse. 


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004

Arca da Aliança - Análise


"Abriu-se o templo de Deus no céu e apareceu, no seu templo, a arca do seu testamento. Houve relâmpagos, vozes, trovões, terremotos e forte tempestade."

Definição: Segundo o Velho Testamento, a Arca da Aliança era um baú que continha os Dez Mandamentos escritos em tábuas de pedra e oferecidos a Moisés por Deus. A Arca era carregada pelos hebreus durante suas andanças pelo deserto.

O que os crentes dizem: A Arca da Aliança era real, os Dez Mandamentos encontravam-se dentro dela e ela podia ou não conter o sangue de Cristo em sua tampa.

O que os céticos dizem: A Arca da Aliança é uma lenda bíblica, a probabilidade de sua existência é bem pequena.

Qualidade das provas existentes: Inconclusiva.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Inconclusiva.

A primeira menção à Arca da Aliança na Bíblia ocorre no Livro do Êxodo, quando Deus deu a Moisés as instruções e dimensões específicas para a construção da Arca:

Farão uma arca de madeira de acácia. Seu comprimento será de dois côvados e meio, sua largura, de um côvado e meio, e sua altura, de um côvado e meio.

Tu a recobrirás de ouro puro por dentro, e farás por fora, em volta dela, uma bordadura de ouro.

Fundirás para a arca quatro argolas de ouro, que porás nos seus quatro pés, duas de um lado e duas de outro.

Farás dois varais de madeira de acácia, revestidos de ouro.

Passarás os varais nas argolas fixadas aos lados da arca, para se poder transportá-la.

Uma vez passados os varais nas argolas, delas não serão mais removidos.

Porás na arca o testemunho que eu te der.

Uma caixa de madeira, revestida de ouro e carregada por varais inseridos através de argolas.

Deus então continuou suas instruções, detalhando a tampa e os dois anjos que guardariam a Arca:

Farás também uma tampa de ouro puro, cujo comprimento será de um côvado e meio, e a largura, de um côvado e meio.

Farás dois querubins de ouro; e os farás de ouro batido, nas duas extremidades da tampa, um de um lado e outro de outro, fixando-os de modo a formar uma só peça com as extremidades da tampa.

Terão estes querubins suas asas estendidas para o alto, e protegerão com elas a tampa, sobre a qual terão a face inclinada.

Colocarás a tampa sobre a arca e porás dentro da arca o testemunho que eu te der.

Ali virei ter contigo, e é de cima da tampa, do meio dos querubins que estão sobre a arca da aliança, que te darei todas as minhas ordens para os israelitas.

As pessoas que acreditam na Bíblia dizem que estas passagens confirmam a construção e, portanto, a existência da Arca da Aliança. Muitos historiadores garantem que a Arca provavelmente existiu, mas que deve ter sido destruída quando os babilônios atacaram Jerusalém em 587 a.C. e destruíram o Templo.

E quanto às afirmações de que a Arca era um "capacitor espiritual" que canalizava os poderes de Deus e podia ser usada pelos fiéis para derrotarem seus inimigos? Essa foi a premissa usada por Steven Spielberg em seu filme de 1981 "Os Caçadores da Arca Perdida". Não há como confirmar tal teoria, uma vez que a localização atual da Arca, se é que ela na verdade existiu, é desconhecida.

No entanto, segundo a Bíblia, a Arca já não se encontra mais na Terra. Ela está no paraíso (veja a epígrafe), e se isso for verdade, as tentativas arqueológicas de encontrá-la são um exercício inútil.

Todavia, a importância teológica da Arca que contém as tábuas de pedra dadas a Moisés por Deus é incalculável e, por conseguinte, a busca continua.

De várias formas.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Por Quanto Tempo os Dinossauros Sobreviveram?

Estatueta de granito de Granby, Colorado - 1920

De acordo com a opinião científica prevalecente, os dinossauros desapareceram há cerca de 80 milhões de anos, no período Cretáceo, e nunca mais foram vistos. Mas artefatos comparativamente modernos, encontrados em cinco locais diferentes, apresentam uma estranha semelhança com os dinossauros.

Serão embustes ou lembranças raciais de criaturas vivas, talvez enterrados no subconsciente coletivo de antigos artesãos? Ou será que os próprios dinossauros sobreviveram por muito mais tempo do que pensam os cientistas?

O primeiro indício de que os dinossauros podem ter sido um fenômeno relativamente recente emergiu em 1920, quando os trabalhadores da fazenda de William M. Chalmers, nas proximidades de Granby, Colorado, durante um trabalho de escavação, descobriram uma estatueta de granito pesando 33 quilos e com uma altura de 36 centímetros. A pedra, encontrada a uma profundidade de quase 2 metros, representava um ser humano estilizado e vinha adornada com o que parecia ser uma inscrição chinesa datando de, aproximadamente, 1000 a.C. O mais intrigante eram os dois animais entalhados nas laterais e atrás da pedra, semelhante a um brontossauro e a um mamute.

Embora tenham sido feitas fotos do objeto de vários ângulos, a pedra, conhecida como Granby Stone, acabou desaparecendo. Até mesmo o local onde ela foi encontrada desapareceu, submerso pelas águas da represa Granby.

Uma prova incomum veio à luz em 1925, quando arqueólogos da Universidade do Arizona, trabalhando em um forno de calcinação nos arredores de Tucson, descobriram uma espada pesada de folha larga e curta, com a gravação de um brontossauro. Outros artefatos encontrados no mesmo local apresentam inscrições em hebraico e em latim usado entre os anos 560 e 900. Não obstante muitos dos artefatos de Tucson terem sido descobertos por profissionais, persiste a controvérsia a respeito de sua autenticidade. No entanto, o bom senso sugere que a última coisa que algum impostor que quisesse ser levado a sério pudesse fazer seria gravar na lâmina de uma espada a figura de um dinossauro extinto.

Outra curiosa coleção de artefatos indefinidos pode ser encontrada na Igreja Maria Auxiliadora, em Cuenca, Equador, sob a guarda do padre Cario Crespi. As peças, em sua maioria placas, chegam às centenas, e foram levadas à igreja pelos índios jivaros, encontrados no Alto Amazonas, Equador e Peru, que as retiraram de cavernas na floresta. Algumas foram feitas de ouro; outras são, obviamente, imitações modernas, feitas de lata de azeite de oliva. Uma inacreditável variedade de formas e estilos está presente, inclusive ilustrações de dinossauros e motivos que parecem ser de origem assíria e egípcia. Antigas inscrições fenícias, líbias e celta-ibéricas também foram identificadas.

Se bem que os mastodontes, forma intermediária entre os primeiros elefantes e os tipos atuais, não devam ser incluídos no período Cretáceo dos dinossauros, acredita-se, de um modo geral, que eles tenham sido extintos antes que o homem tivesse desenvolvido alguma civilização identificável. No entanto, uma interessante descoberta do esqueleto de um mastodonte foi feita em Blue Lick Springs, Kentucky, em uma escavação feita a 3,5 metros abaixo da superfície. Quando os operários prosseguiram com as escavações, à procura de mais ossos, encontraram um pavimento de pedras assentadas, 90 centímetros abaixo de onde haviam achado o mastodonte.

As pedras de Ica, Peru.
Finalmente, em Ica, Peru, um museu de propriedade do dr. Javier Cabrera guarda quase 20 mil pedras encontradas no leito dos rios, todas intricadamente gravadas com pictogramas em arabescos que mostram diversas espécies de dinossauros e outros animais há muito extintos.

Parece que o brontossauro é, mais uma vez, o animal preferido pelos artistas. Além disso, as pedras de Ica são caracterizadas por um trabalho artístico que os embusteiros ocasionais teriam muita dificuldade em reproduzir. Detalhes artísticos precisos abundam. E a simples quantidade já levanta a questão de se saber por que alguém se daria tamanho trabalho para não receber nada em troca. Mais importante do que isso é que pedras similares já foram desenterradas de sepulturas da era pré-colombiana, situadas nas proximidades.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

quinta-feira, 31 de março de 2016

O Código da Bíblia


"Nunca esqueçam, cavalheiros", disse ele para seus estupefatos ouvintes, segurando no alto uma cópia da "versão autorizada" da Bíblia, "nunca esqueçam que isso não é a Bíblia", e então, após uma pequena pausa, continuou: "Isso, cavalheiros, é apenas uma tradução da Bíblia." — Richard Whately, arcebispo de Dublin

Definição: O Código da Bíblia é um complexo código arcano escondido na tradução hebraica original dos cinco primeiros livros do Velho Testamento (a Torá), recentemente decifrados por matemáticos com o auxílio de computadores e que prevê eventos futuros com estranha precisão.

O que os crentes dizem: Deus inseriu predições criptografadas no Velho Testamento hebraico, esperando que os homens desenvolvessem a tecnologia para entendê-las.

O que os céticos dizem: Não existe esse negócio de Velho Testamento hebraico "original" e quaisquer mensagens escondidas em meio às palavras são meras casualidades a que chegamos por meio de análises estatísticas de todas as letras da Bíblia em diferentes configurações.

Qualidade das provas existentes: Muito Boa.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Boa.

Existe um código escondido na Bíblia que prevê com sucesso importantes eventos históricos — com detalhes específicos, inclusive nomes, lugares e anos?

Michael Drosnin, autor de dois best-sellers sobre o Código da Bíblia, é ateu. Ele declara claramente nos livros não acreditar em Deus. E, ainda assim, é o repórter investigativo que revelou ao mundo a existência de um código secreto escondido na Torá, e uma de suas previsões mais espantosas diz respeito ao assassinato de Yitzhak Rabin, um ano antes de acontecer. (Drosnin contou a Rabin sobre a predição, mas sua carta foi ignorada.)

Segundo Drosnin, o Código da Bíblia também previu a Queda da Bolsa, a Grande Depressão, a colisão do cometa Shoemaker-Levy com Júpiter em 1994, os assassinatos de John F. e Robert Kennedy, o Holocausto (incluindo os nomes de Eichmann e Hitler, e o do gás letal que eles usaram nos campos de extermínio, Zyklon B), o pouso na Lua, a vitória de Bill Clinton nas eleições presidenciais de 1992 (assim como o caso Monica Lewinsky e o impeachment de Clinton).

O código previu também o escândalo Watergate, as invenções de Edison, o primeiro voo dos irmãos Wright, o trabalho de Newton com relação à gravidade, as peças de William Shakespeare e a data exata — 18 de janeiro de 1991 — do início da Guerra do Golfo.

Logo após os eventos de 11 de setembro de 2001, Drosnin descobriu previsões dos ataques às torres do World Trade Center e ao Pentágono codificadas na Bíblia, com as palavras "torres gêmeas" e "avião" cruzando com "causou a queda, a total destruição". Além disso, o código mencionava o responsável pelos ataques. A mesma seção do Gênesis que continha as palavras "a cidade e a torre", continha "o pecado, o crime de Bin Laden".

Outra previsão do Código da Bíblia diz respeito à Terceira Guerra Mundial, que deveria ser uma guerra nuclear, com início em 2006, em Jerusalém.

Será que alguma dessas coisas é verdade? Se é, então a descrição do Código da Bíblia pelo Baltimore Sun, como "a maior novidade do milênio — talvez de toda a história da humanidade" —, é, no mínimo, pobre.

Não foi Drosnin quem descobriu o código escondido na Bíblia. O matemático israelense Eliyahu Rips, dando prosseguimento ao trabalho iniciado por um rabino tchecoslovaco há mais de 50 anos, foi o primeiro a descobrir o código usando uma fórmula matemática chamada Sequência de Letras Equidistantes, em que todos os espaços e símbolos de pontuação dos primeiros cinco livros da Bíblia são removidos, criando uma linha contínua de letras — 304.805, para ser preciso. Retirado de O código da Bíblia:

O computador faz uma varredura nessa fileira de letras à procura de nomes, palavras e frases escondidas pelo código. Ele começa pela primeira letra da Bíblia e procura por todas as possíveis sequências saltadas — palavras que sobressaem com saltos de uma, duas, três etc., até intervalos de milhares de letras. A máquina então repete a busca começando pela segunda letra, e assim sucessivamente, até chegar à última letra da Bíblia.

Os pesquisadores fazem uma busca por palavras específicas ou nomes, e então, uma vez encontrada a palavra-chave, continuam a procurar por palavras relacionadas naquele mesmo trecho da Bíblia.

Rips publicou um artigo intitulado "Sequência de Letras Equidistantes no Livro do Gênesis", na edição de agosto de 1994 do periódico Statistical Science. O artigo discutia uma experiência na qual Rips e seus colegas procuravam na Torá pelos nomes de 32 rabinos e sábios. Suas vidas estavam distribuídas em um espaço de tempo de cinco mil anos. Todos os 32 nomes foram encontrados codificados na Bíblia, assim como todas as datas de nascimento e morte.

Os editores do Statistical Science submeteram o artigo de Rips a uma revisão paritária sem precedentes — três vezes — e, a cada vez, o resultado se confirmou. As descobertas eram irrefutáveis e o artigo foi publicado.

Rips não apenas descobriu um código verificável escondido na Bíblia; ao que parece, ele conseguiu provar matematicamente a existência de Deus — ou, pelo menos, a existência de uma inteligência superior à do homem. Drosnin ficou fascinado com o trabalho de Rips e, pouco depois de encontrá-lo pessoalmente, desvendou a previsão sobre o assassinato de Rabin com o auxílio de seu próprio computador.

O que os céticos têm a dizer sobre os livros de Drosnin?

De modo irônico, o próprio Rips afastou-se de Drosnin, declarando publicamente que não apoiava seus livros ou conclusões.

Outras pessoas vieram a público com toda espécie de descobertas SLE, no intuito específico de desmascarar e ridicularizar o trabalho de Drosnin. Certo escritor afirma ter encontrado predições acerca da queda do OVNI de Roswell (veja Capítulo 75) no Livro do Gênesis; outro, valendo-se das mesmas fórmulas matemáticas de Drosnin, predições sobre os assassinatos de Indira Gandhi, Martin Luther King e Abraham Lincoln — no livro Guerra e paz, de Tolstoi.

Será que a randomização estatística aplicada a qualquer conjunto maciço de letras produz palavras que podem ser interpretadas como detentoras de significados — após a ocorrência do fato?

Talvez, mas uma leitura cuidadosa de O código da Bíblia, e de sua sequência, O código da Bíblia II: contagem regressiva, parece sugerir que há muito mais em jogo do que uma simples obra do acaso.

Será uma coincidência as palavras "Bin Laden", "torres" e "avião" aparecerem na mesma seção da Bíblia, todas codificadas com o mesmo padrão SLE?

Quais são as chances? Quaisquer que sejam, eu certamente não gostaria de apostar contra elas.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004.

Triângulo das Bermudas - Análise


A guarda costeira não se impressiona com explicações sobrenaturais para desastres no mar. Segundo sua experiência, todos os anos as forças da natureza aliadas à imprevisibilidade humana excedem em muito os mais absurdos relatos de ficção científica.

Definição: O "Triângulo das Bermudas" (ou "Triângulo do Diabo") é uma área imaginária localizada ao sudeste da costa atlântica dos Estados Unidos. A área triangular é conhecida por uma alta incidência de desaparecimentos inexplicáveis de navios, barcos e aeronaves. Em geral, dizem que as pontas do triângulo são: as Bermudas, Miami e San Juan.

O que os crentes dizem: O Triângulo das Bermudas é uma área do oceano Atlântico com uma carga de energia sobrenatural, na qual um número extraordinário de navios e aviões tem desaparecido nas últimas décadas. Não sabemos se a sorte terrível desses aviões, navios e seus tripulantes é resultado de forças naturais inexplicáveis ou de poderes e representantes sobrenaturais ou extraterrestres, mas com certeza algo acontece no Triângulo, pois apenas aqueles que têm sorte conseguem sair de lá em segurança.

O que os céticos dizem: As histórias sobre o Triângulo das Bermudas são mitos exagerados contados em vários livros e artigos como se fossem verdade, aliados a fatos obviamente fabricados que dizem ter ocorrido lá. Não existe prova concreta de que alguma anomalia ocorra nessa área do Atlântico, e o único motivo para isso ainda ser um tópico de discussões é a venda de livros e o índice de audiência na TV As razões para os desaparecimentos na área são: interferências ambientais, defeitos nos equipamentos e erros humanos.

Qualidade das provas existentes: Moderada a Boa.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Fraca a Moderada.

O termo "Triângulo das Bermudas" apareceu pela primeira vez na edição de fevereiro de 1964 da revista Argosy, em um artigo intitulado "O Letal Triângulo das Bermudas", de Vincent Gaddis. Dez anos depois, Charles Berlitz escreveu um livro sobre o Triângulo que se tornou um best-seller internacional.

A lenda parece ter começado com o desaparecimento, durante uma terrível tempestade, de cinco aviões da Marinha nessa área do Atlântico. Naquela época, os equipamentos de navegação aérea eram bastante primitivos (comparados aos de hoje) e era muito fácil para um piloto "se perder", especialmente durante uma tempestade. Acredita-se hoje que a bússola do tenente Charles Taylor estivesse quebrada ou funcionando mal; os aviões saíram do curso, ficaram sem combustível e caíram no Atlântico.

A Marinha publicou um relatório de 400 páginas explicando o desastre, mas isso não foi suficiente para convencer os entusiastas do Triângulo de que nada estava acontecendo no Atlântico. Na verdade, os defensores da conspiração do Triângulo previram o tipo de resposta que viria logo depois de o governo dos EUA publicar, em 1994, sua declaração final a respeito do incidente de Roswell, a qual, de modo similar, afirmava não ter acontecido nada extraordinário ou de origem extraterrestre no deserto do Novo México em 1945.

Será verdade que o Triângulo das Bermudas é um redemoinho de acontecimentos bizarros?

Ninguém menos que Cristóvão Colombo relatou ter visto uma bola de fogo no mar, na área do Triângulo das Bermudas, no momento exato em que sua bússola parou de funcionar.

Navios desaparecem no Triângulo das Bermudas. Assim como aviões.

Mas navios e aviões desaparecem nas águas do mundo inteiro, muitas vezes sem deixar vestígios, nem sequer uma chamada de rádio implorando ajuda.

A lógica exige que procuremos as explicações mais simples. A área é enorme. Fortemente trafegada. Com grandes variações climáticas. Falhas e mau funcionamento dos equipamentos acontecem.

Todos esses são motivos lógicos para o problema no Triângulo.

Mas será que existem relatos válidos e precisos de acontecimentos que não podem ser explicados por variações climáticas e falhas no equipamento?

Há um histórico de episódios de "tempo perdido" no Triângulo das Bermudas.

Uma das histórias conta que um avião de passageiros da National Airlines desapareceu do radar do controle de tráfego aéreo de Miami por dez minutos. O avião reapareceu em seguida, pousou em segurança e todos dentro pareciam bem — exceto pelo fato de todos os relógios estarem dez minutos atrasados. Ao perguntarem ao piloto sobre os dez minutos perdidos, ele disse que nada de extraordinário havia acontecido durante o período, exceto o fato de terem voado por uma suave névoa. Será que o avião atravessou um portal de tempo e "perdeu" esses dez minutos?

E quanto aos extraterrestres? Será que os alienígenas costumam abduzir aviões e navios no Triângulo das Bermudas? Se isso for verdade, é de imaginar por que eles simplesmente não escolhem e pegam suas vítimas nos portos ou aeroportos.

A Marinha dos Estados Unidos prestou uma contundente declaração sobre a região. Em primeiro lugar, afirma não reconhecer o termo "Triângulo das Bermudas" como um nome geográfico. Segundo eles, as seguintes afirmações são as explicações mais plausíveis para os desaparecimentos de navios e aviões no Triângulo:

O "Triângulo do Diabo" é um dos dois lugares na Terra onde uma bússola magnética não aponta para o norte real. Normalmente ela aponta para o norte magnético. A diferença entre os dois é conhecida como declinação magnética. As variações podem chegar a 20 graus ao circunavegarmos a Terra. Se essa declinação magnética não for compensada, o navegador pode vir a se desviar demais do curso e acabar em sérios perigos.

Outro fator ambiental é a natureza da corrente do golfo. Ela é bastante veloz e turbulenta, e pode rapidamente apagar qualquer vestígio de desastre. As imprevisíveis variações climáticas na região caribenha do Atlântico também têm seu papel. Repentinas tempestades com trovoadas e chuva forte em geral terminam em desastre para pilotos e marinheiros.

A topografia do solo oceânico varia desde extensos bancos de areia que circundam as ilhas até algumas das fossas marítimas mais profundas do mundo. Com a influência de fortes correntes sobre os recifes, a topografia encontra-se em constante movimento e rapidamente surgem novos perigos à navegação.

Não se deve subestimar o fator de erro humano. Um grande número de barcos de passeio navega pelas águas entre a Costa Dourada da Flórida e as Bahamas. Com bastante frequência, são feitas tentativas de travessia com barcos pequenos demais, conhecimento insuficiente dos riscos da área e falta de habilidade naval.

Falta de informação? Conspiração? Uma tentativa de esconder os sombrios segredos a respeito do Triângulo compartilhados pelas pessoas das camadas mais altas do governo?

Talvez, mas, para mim, as explicações oficiais fazem muito sentido. E o número de desaparecimentos não parece tão desproporcional para uma área tão gigantesca.


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004.

O Mito Atlântida


Way down… below the ocean… where I wanna be… she may be.
— Donovan

Definição: Atlântida foi uma ilha lendária no oceano Atlântico, a oeste de Gibraltar, a qual, segundo Platão, existiu em cerca de 9000 a.C. e sucumbiu ao fundo do oceano durante um terremoto.

O que os crentes dizem: Atlântida foi real e seus habitantes eram seres superiores, dos quais a humanidade herdou todo o seu conhecimento técnico avançado, assim como suas línguas e religiões.

O que os céticos dizem: Atlântida é um mito criado por Platão como parte de um diálogo de Sócrates para ilustrar o que acontecia quando uma sociedade entrava em decadência (Atlântida), em comparação com uma sociedade que exercitava a justiça, o respeito e a dignidade (Atenas).

Qualidade das provas existentes: Fraca.

Probabilidade de o fenômeno ser paranormal: Nenhuma.

O quão popular é a lenda de Atlântida? Uma pesquisa recente no banco de dados cinematográfico da internet (www.imdb.com) levantou 40 filmes, quatro seriados televisivos e seis jogos com o tema "Atlântida". Uma pesquisa nos livros mostrará centenas de títulos; milhares, se contarmos com títulos que já não são mais editados.

O que há de tão interessante na história dessa antiga cidade para atrair o homem moderno?

Precisamos agradecer ao filósofo grego Platão pela lenda de Atlântida. Em seus diálogos socráticos do século IV a.C., Timeu e Crítias, Platão cria um cenário no qual uma sociedade perfeita é subitamente exposta a grandes dificuldades, inclusive um ataque por um inimigo bárbaro, acompanhado de todo conflito e confusão associados a tal agressão. Em seus diálogos, Atenas era uma sociedade idealizada; Atlântida, seu hostil agressor. Antes dos escritos de Platão, não existe menção em lugar algum na literatura a respeito de tal ilha e civilização antiga.

Além de ser um dos grandes pensadores de todos os tempos, Platão era também um excelente contador de histórias: Agora, nesta ilha de Atlântida havia um grande e maravilhoso império que governou toda a ilha e várias outras, e partes do continente, e depois os homens de Atlântida dominaram as partes da Líbia, das Colunas de Hércules até o Egito e da Europa até a Tyrrhenia. Este vasto poder, reunido num só, empenhou-se em subjugar de um só golpe nosso país e os seus, e toda a terra nos limites do estreito; e então, Sólon, seu país brilhou à frente de todos, na excelência de sua virtude e força, entre toda a humanidade.

Mas a história contada por Platão não se baseava na realidade. Era uma alegoria.

Platão estava tentando transmitir uma lição moral a seus discípulos ao contar a história de Atenas e Atlântida.

Ele a inventou — provavelmente utilizando um antigo mito egípcio como fonte.

Ninguém menos que Aristóteles, discípulo de Platão, confirmou que a história era uma fábula escrita para ressaltar um ponto de vista.

Ainda assim, a lenda de Atlântida sobrevive até hoje.

Mitologias bem desenvolvidas e inacreditavelmente detalhadas foram criadas para incluir o mito da Atlântida na trama histórica da humanidade. Revisar as muitas interpretações sobre a lenda literalmente reescreverá a história que conhecemos.

Atlântida está supostamente ligada a, ou é a origem de: as pirâmides do Egito, o dilúvio de Noé, a invenção do papel, todas as leis humanas, as artes e religiões, as ciências da matemática, astronomia, agricultura, metalurgia, balística, arquitetura e engenharia, e também as artes ocultistas, tais como adivinhação e magia.

Segundo aqueles que acreditam que Atlântida realmente existiu como uma ilha de verdade destruída por terremotos cataclísmicos, toda a nossa civilização deve seus… bem, deve tudo aos antigos atlantianos. O fato de a cronologia do desenvolvimento de nossa civilização não coincidir com a cronologia atlantiana não parece incomodar os entusiastas.

Será que existe um quê qualquer de verdade nessa história ou em Atlântida?

Os defensores de Atlântida há muito procuram comprovar a história, a fim de validar sua versão. "Ela pode estar lá; ela pode estar lá" é repetido como um mantra todas as vezes que uma nova teoria sobre sua provável localização "naufraga". Todavia, a geofísica talvez seja o "desqualificador" mor dessa história.

O estudo das placas tectônicas, o movimento da crosta terrestre em grandes espaços de tempo, já confirmou que os continentes de hoje eram provavelmente um único e gigantesco pedaço de terra que se dividiu no decorrer de éons devido a atividades vulcânicas, terremotos e outras forças. Na verdade, não é preciso ser um especialista para, ao olhar o mapa do mundo atual, perceber o quão perfeitamente a costa nordeste da América do Sul se encaixaria na costa centro-oeste da África, como uma peça de quebra- cabeça. Ou como a Indonésia e a Austrália poderiam facilmente ser a parte mais baixa do Sul da China.

Em teoria, quando a deriva continental é revertida, e todos os atuais continentes postos de volta em seu lugar de origem, recriando o continente solitário original de nosso planeta, não sobra espaço para um pedaço de terra do tamanho de Atlântida.

Mesmo assim, essa prova irrefutável não altera em nada a ideia dos crentes.

Para eles, Atlântida foi, e continua a ser, real, e a convicção de sua crença baseia-se no fato de que todos saberão que eles estão certos quando suas ruínas forem finalmente descobertas, da mesma forma que os arqueólogos acabaram localizando as ruínas de Troia.

Assim, continuam a surgir livros e filmes sobre Atlântida, e a história segue sendo contada. 


Fonte: Os 100 Maiores Mistérios do Mundo - Stephen J. Spugnesi - Difel 2004.

segunda-feira, 21 de março de 2016

O Grande Aeróstato de 1897

San Francisco Call Headline de 1896
A conquista dos céus foi iniciada, supostamente, em 17 de dezembro de 1903, quando dois inventores norte-americanos, os irmãos Orville e Wilbur Wright, realizaram o primeiro vôo autopropelido, com uma aeronave mais pesada que o ar, cobrindo alguns poucos metros (37-260m) sobre as dunas de areia em Kitty Hawk, Carolina do Norte. Sete anos antes daquele breve, porém monumental vôo, em novembro de 1896, alguma coisa aparentemente construída pelo homem foi vista nos céus de San Francisco.

Em abril do ano seguinte, quando aumentaram os comentários sobre o caso, o Grande Aeróstato de 1897 já fora visto nas costas leste e oeste e em todo o Meio-Oeste dos EUA, desde Chicago até o Texas.

Quase nenhuma comunidade foi poupada. No entanto, o onipresente aeróstato de 1897 jamais chegou a ser satisfatoriamente explicado. Os historiadores da aviação "oficial" recusam-se a aceitá-lo. Porém, as manchetes das primeiras páginas dos jornais da época falara da misteriosa aeronave como se fosse um OVNI dos tempos atuais. Historiadores e sociólogos foram instados a explicar esses relatórios oficiais.

De modo geral, as aparições podem ser classificadas em duas categorias: algumas pessoas descreveram apenas luzes noturnas e feixes de iluminação brilhante; outras falaram de magnífica máquina voadora tripulada por um estranho grupo de indivíduos. A nave quase sempre foi vista pairando sobre os campos, normalmente passando por alguns pequenos reparos, antes de prosseguir em seu caminho.

Houve tanta especulação sobre as origens da aeronave que inventores famosos como o norte-americano Thomas Alva Edison, inventor do fonógrafo e da lâmpada incandescente, convocavam, regularmente, jornalistas para conceder entrevistas coletivas, negando que a invenção fosse deles.

Misterioso aeróstato - San Francisco Call Headline (19/11/1896)

Outros inventores, menos honrados, chegavam a reivindicar a invenção do aeróstato, embora jamais pudessem produzir um único modelo que funcionasse. Todavia, no outono de 1897, as aparições da aeronave foram sensivelmente reduzidas e, na virada do século, praticamente ninguém mais a viu.

Não obstante, estudiosos de fenômenos estranhos continuam a investigar sobre o significado do Grande Aeróstato até os dias de hoje. Charles Fort, o maior catalogador norte-americano de fenômenos estranhos, sugeriu que a máquina voadora foi simplesmente uma idéia de tempos que ainda estariam por vir.

Outros acreditam que o Grande Aeróstato de 1897, de alguma forma, acelerou os posteriores avanços na tecnologia da aviação.

Os irmãos Wright talvez não tenham sido inovadores inocentes, chegam a sugerir alguns, afirmando que eles teriam sido ferramentas involuntárias de uma necessidade evolucionária inconsciente. Certos estudiosos chegam mesmo a sugerir que esse impulso de progresso é espelhado no predomínio dos relatórios atuais sobre OVNIs.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

sábado, 19 de março de 2016

Os Estranhos Tektites


Nenhum cientista conseguiu explicar satisfatoriamente a existência dos tektites, estranhos glóbulos de rochas radioativas, semelhantes ao vidro, encontrados, entre outros lugares, no Líbano. De acordo com uma teoria defendida pelo dr. Ralph Stair, do U.S. National Bureau of Standards, os tektites podem ter vindo de um planeta destruído, cujos fragmentos atualmente orbitam entre Marte e Júpiter, como um cinturão de asteróides.

Outra teoria ainda mais surpreendente foi formulada por um matemático soviético conhecido como professor Agrest. Ele pondera que a composição dos tektites exige alta temperatura e radiação nuclear, levando em conta que nenhum dispositivo nuclear fora recentemente explodido no Líbano.

Mas o que dizer dos tempos bíblicos? Existe, afinal de contas, este curioso relato da destruição de Sodoma e Gomorra, registrado no Antigo Testamento, Gênesis, Capítulo 19, versículos 23, 24, 25, 26:

"Quando o sol se erguia sobre a terra, e Ló entrou em Segor, Iahweh fez chover, sobre Sodoma e Gomorra, enxofre e fogo vindos de Iahweh, e destruiu essas cidades e toda a planície, com todos os habitantes da cidade e a vegetação do solo. Ora, a mulher de Ló olhou para trás e converteu-se numa estátua de sal."

- A chuva de enxofre e fogo faz com que desconfiemos da ocorrência de uma nuvem em forma de cogumelo, resultante de uma explosão atômica - diz Agrest.


Mas quem, nos tempos bíblicos, poderia ter possuído armas atômicas? Para Agrest, só existe uma conclusão:

- Armas capazes de provocar tamanha destruição somente poderiam ter vindo do céu. Talvez tenhamos sido visitados por seres extraterrestres em um passado remoto - sugere ele -, embora jamais possamos saber, com certeza, enquanto os segredos da estrutura dos tektites não tiverem sido revelados.

A princípio essa hipótese parece absurda, mas basta uma leitura dos antigos livros sagrados dos hindus para perceber a semelhança na narração dos eventos trágicos daquela época com a deflagração da bomba atômica na Segunda Guerra Mundial.


Fontes: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz; Rama na Vimana.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Baalbek, Cidade de Gigantes?


Nas planícies do Jordão, perto do mar Morto, onde ficavam as cidades de Sodoma e Gomorra, podemos ver as magníficas ruínas da cidade de Baalbek, antiga Heliópolis, cujo nome deriva de Baal, deus da fertilidade adorado pelos antigos fenícios. O indício mais proeminente do passado de Baalbek é uma gigantesca acrópole de pedras, inigualada na antigüidade pelos pesados blocos usados em sua construção.

Os blocos de Baalbek são inigualados até hoje, o que faz com que algumas pessoas especulem que eles podem ter servido como plataforma para pouso de espaçonaves extraterrestres. O que mais blocos de pedra com 20 metros de comprimento, 4 de altura, 3 de espessura, e pesando até uma tonelada poderiam suportar?

Os gigantescos monolitos de Baalbek foram cortados manualmente, laboriosamente transportados por 800 metros, e então elevados a uma altura de 6 metros do solo para proporcionar uma base virtualmente irremovível para quê?

Podemos talvez encontrar uma pista no relato bíblico dos antigos habitantes de Baalbek, em Números, Antigo Testamento, capítulo 13-14, versículos 31, 32, 33. Enquanto caminhava pelo deserto, Moisés enviou seus homens a Canaã para determinar quais seriam as chances de uma invasão.

(...) Os homens que o haviam acompanhado disseram:

"Não podemos marchar contra esse povo, visto que é mais forte do que nós". E puseram-se a difamar diante dos filhos de Israel a terra que haviam explorado: "A terra que fomos explorar é terra que devora os seus habitantes. Todos aqueles que lá vimos são homens de grande estatura. Lá também vimos gigantes (os filhos de Enac, descendência de gigantes). Tínhamos a impressão de sermos gafanhotos diante deles e assim também lhes parecíamos".

Nossa mente corre solta quando começamos a imaginar as possibilidades de antigos gigantes trabalhando com objetivos extraordinários, sobre os quais não temos nenhuma informação precisa. Mas o fato de as monumentais pedras de Baalbek estarem erigidas tão perto das cidades destruídas de Sodoma e Gomorra pode ser mais do que uma simples coincidência. (???)

Vamos dar uma paradinha aqui em nossa leitura, tomar uma xícara de café, ou mesmo uma dose de qualquer bebida de sua preferência, e refletir o que lemos aqui. Tem cabimento?

Infelizmente ou felizmente há controvérsias sobre esse artigo extraído do livro de Charles Berlitz. Há alguns anos houve uma verdadeira febre na internet em relação a supostas fotos de arqueólogos que teriam descoberto esqueletos de gigantes no Oriente Médio.


No meio teológico houve fervor maior, uma vez que estaria comprovada a palavra existente na Bíblia de que há um tempo muito distante os homens tinham tamanho inimaginável.

Já de cara podemos dizer que as fotos são falsas. Foram criadas por membros do site Worth 1000, que promoveram um concurso de manipulação de fotografias digitais. O objetivo era criar a farsa fotográfica com maior perfeição, e pelo jeito o autor da obra conseguiu. Inclusive muitas das farsas fotográficas que circulam pela web como verdades verdadeiras têm origem neste grupo.


Fontes: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz; Climatologia Geográfica (28/09/2014).

Buracos Negros: Portas para o Desconhecido


Os buracos negros nunca foram vistos, porém podem muito bem ser a porta de passagem para universos além do nosso. A existência dos buracos negros foi postulada pela primeira vez pelo astrônomo alemão Karl Schwarzschild, em 1916. Schwarzschild sugeriu a existência de um campo gravitacional tão intenso que nada, nem mesmo a radiação eletromagnética (inclusive a luz), pode escapar.

Tudo o que esteja na adjacência imediata do buraco negro é inexoravelmente sugado em direção ao centro, fenômeno que os físicos chamam de "singularidade", isto é, o ponto de infinita densidade onde as leis de tempo e espaço que conhecemos são anuladas e decompostas. O ponto crítico da energia e dos objetivos sugados em direção à singularidade é conhecido como "horizonte de ocorrência".

Não obstante um buraco negro jamais ter sido diretamente detectado, os astrônomos acham que ele é o estágio final da evolução das estrelas de certa massa, correspondente ao colapso gravitacional total. Podem existir buracos negros no centro de nossa própria galáxia, no núcleo de quasares (corpos celestes visíveis ao telescópio, semelhantes a estrelas, mas cujo espectro apresenta um deslocamento para o vermelho excepcionalmente grande) e até mesmo em alguns sistemas estelares binários.

Teóricos como o matemático Roger Penrose, de Cambridge, formularam um uso potencialmente invulgar para os buracos negros. Um astronauta, por exemplo, poderia mergulhar abaixo do horizonte de ocorrência de um buraco negro giratório, particularmente poderoso, e emergir em outro universo completamente diferente, ou reemergir em nosso próprio universo, vastas distâncias mais além, no mesmo instante.

Uma terceira alternativa é que nosso temerário astronauta poderia entrar em um universo negativo, onde a natureza esteja de cabeça para baixo. A gravidade, por exemplo, poderia ser mais uma força repelente do que atraente.

Para que essas suposições possam ser levadas mais a sério, seria necessária a existência do oposto do buraco negro, ou o "buraco branco", que jogaria matéria e energia para fora de sua singularidade e além do horizonte de ocorrência.

Nos dias atuais prosseguem as pesquisas de ambos os objetos super-poderosos, especialmente a busca de buracos negros entre as constelações estelares. Uma das principais candidatas nessa busca é a estrela Cisne X-l, na Constelação Cisne. A busca é de considerável importância, pois, se a Terra, ou nosso sistema solar, se aproximasse demais de um buraco negro suficientemente grande, poderia, pelo menos teoricamente, ser sugada para dentro dele, modificando, comprimindo ou destruindo totalmente toda matéria com a qual estamos familiarizados e, talvez, ser expelida outra vez, em uma forma diferente.

Parece inacreditável que a astronomia moderna, depois de apenas algumas centenas de anos de prática e pesquisas, tenha sido capaz de identificar os segredos - e os perigos - existentes em estrelas distantes.

Mas será que nosso conhecimento cósmico é assim tão recente? Placas de argila de mais de 5 mil anos, guardadas pelos sumérios, fazem referência a uma estrela perigosa, à qual eles deram o nome de "pássaro demoníaco de Nergal". Nergal era o poderoso e sinistro mestre do submundo. E o perigoso "pássaro demoníaco", quando traduzido e localizado em seus mapas estelares, é justamente a nossa Cisne X-l.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

terça-feira, 15 de março de 2016

A Lenda do Diamante Hope


De acordo com a lenda, a fabulosa joia conhecida como Diamante Hope antigamente enfeitava a testa de um ídolo hindu, de onde foi roubado por um sacerdote. O pobre homem, segundo a lenda, foi capturado e torturado por seu ato.

A admirável gema, que dizem ser amaldiçoada, surgiu pela primeira vez na Europa em 1642, nas mãos de um comerciante e contrabandista francês chamado Jean-Baptiste Tefernier. Ele obteve um lucro considerável com sua venda, porém seu filho esbanjador acabou gastando grande parte do dinheiro. Viajando à Índia para recuperar sua fortuna, Tefernier foi atacado por uma matilha de cães bravios e feito em pedaços.

Em seguida, a pedra passou para as mãos do famoso rei Luís XIV da França, que reduziu seu incrível tamanho de 112,5 quilates para 67,5. Essa redução, no entanto, não afetou a maldição. Nicholas Fouquet, alto funcionário do governo francês, que tomou emprestado o diamante para um baile oficial, foi acusado de desfalque e condenado à prisão perpétua, vindo a morrer na cadeia.

A princesa de Lambelle, que usava o diamante regularmente, foi espancada até morrer por uma multidão parisiense. O próprio rei morreu arruinado e desprezado, seu império em ruínas. Luís XVI e a rainha Maria Antonieta morreram na guilhotina.

Em 1830, o tesouro foi adquirido pelo banqueiro londrino Henry Thomas Hope por 150 mil dólares. Aí começaram seus problemas. A fortuna da família declinou rapidamente, e um neto morreu na miséria, antes que outro herdeiro vendesse a pedra maldita.

Durante os dezesseis anos seguintes, o Diamante Hope passou de mão em mão, chegando mesmo a pertencer ao francês Jacques Colet, que cometeu suicídio, e ao príncipe russo Ivan Kanitovitsky, vítima de assassinato. Em 1908, o sultão turco Abdul Hamid pagou 400 mil dólares pelo Diamante Hope e presenteou-o a Subaya, sua concubina favorita. Menos de um ano depois, Hamid matou Subaya e foi destronado. Simon Montharides, o proprietário seguinte, morreu de forma trágica, juntamente com a mulher e uma filha pequena, quando a carruagem em que viajava tombou.

O diamante e sua maldição chegaram às mãos do gênio das finanças, o norte-americano Ned McLean, que pagou pela pedra apenas 154 mil dólares. Vincent, seu filho, foi vítima de um acidente automobilístico, e uma filha morreu como consequência de uma dose excessiva de drogas. A mulher de McLean ficou viciada em morfina, e o próprio McLean faleceu em um hospital para doentes mentais. A sra. McLean morreu em 1947, deixando a herança maldita a seis netos, inclusive à pequena Evalyn, que, na ocasião, contava 5 anos.

Dois anos depois, a família McLean vendeu o diamante a Harry Winston, negociante de pedras preciosas. Winston, por sua vez, doou-o à Smithsonian Institution, onde permanece até hoje. Talvez a maldição não se aplique a instituições, como recai sobre indivíduos. Ou talvez a terrível maldição tenha, finalmente, terminado com Evalyn McLean, um dos seis netos da sra. McLean, encontrada morta, sem nenhuma causa aparente, em seu apartamento de Dallas, no dia 13 de dezembro de 1967, quando estava com 25 anos.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

quinta-feira, 10 de março de 2016

Os Estranhos Aeróstatos do Sr. Wilson


O mais profundo mistério da aviação norte-americana refere-se a um episódio quase totalmente esquecido, mas ainda inexplicado, que começou em novembro de 1896 e terminou em maio do ano seguinte.

Da Califórnia ao Maine, milhares de norte-americanos afirmaram ter visto grandes "aeróstatos" pilotados, muito tempo antes de Santos Dumont e de os irmãos Wright terem inventado aparelhos de navegação mais pesados que o ar, e mudado para sempre o curso da História. Os aeróstatos, aparelhos mais leves que o ar, maravilharam as pessoas que os viram, e geraram muita especulação a respeito de quem seria seu inventor ou inventores, porém até nossos dias ninguém sabe. Tudo o que temos à mão são algumas pistas desconcertantes, nenhuma delas mais intrigante do que a que se refere a um homem estranho, cognominado de sr. Wilson.

No dia 19 de abril de 1897, o sr. Wilson fez com que sua presença fosse conhecida. Um jovem de Lake Charles, Louisiana, estava levando alguns cavalos, quando viu um enorme aeróstato passar voando sobre os animais, assustando-os de tal forma que eles dispararam e o rapaz ficou caído no chão. Nesse ponto, o aeróstato estacou e pairou no ar - pairar no ar era apenas uma das improváveis capacidades desses misteriosos engenhos -, enquanto uma escada de cordas foi jogada para baixo.

Dois dos ocupantes do aeróstato desceram e ajudaram o jovem a se levantar.

- Foi gratificante descobrir que eles eram norte-americanos normais como eu - afirmou o jovem.

Os aeronautas desculparam-se pelo problema que haviam causado, e, como uma espécie de compensação, convidaram o rapaz de Lake Charles a subir a bordo da nave, apresentando-se como Scott Warren e "sr. Wilson". Wilson explicou o sistema de propulsão do veículo, porém o relato foi tão técnico que o jovem não entendeu nada do que eles falavam.

Um dia depois, perto de Uvalde, Texas, um aeróstato pousou e foi descoberto pelo xerife H. W. Bayler, que conversou com membros da tripulação. Um deles identificou-se como Wilson, e disse que nascera em Goshen, Nova York. Em seguida, o sr. Wilson perguntou pelo capitão C. C. Akers, morador local. Posteriormente, quando um repórter quis saber de Akers quem era aquele tal Wilson, o capitão repondeu:

- Só posso dizer que, enquanto morei em Fort Worth, em 1876 e 1877, conheci um homem chamado sr. Wilson, originário do Estado de Nova York, e nós nos demos muito bem. Ele era aficionado da mecânica e, naquela ocasião, trabalhava em navegação aérea e em um projeto que surpreenderia o mundo. Lembro-me de que era muito educado, aparentando 24 anos de idade, e com dinheiro suficiente para prosseguir com suas arrojadas invenções, dedicando todo o seu tempo a elas. Como resultado das conversas que tivemos em Fort Worth, acho que o sr. Wilson, se conseguisse construir um aeróstato prático, provavelmente me procuraria para mostrar que não era tão louco quanto eu imaginava.

Em seguida, o aeróstato apareceu, um dia ou dois mais tarde, quando pousou para reparos em Kountze, Texas. Testemunhas conversaram com os pilotos, que disseram chamar-se "Wilson e Jackson".

No dia 25, entre meia-noite e uma hora, o San Antônio Daily Express reportou sobre o dia seguinte:

"O céu estava muito nublado e não se podia ver nem mesmo uma estrela. Isso fortaleceu ainda mais a luz branca e brilhante dos faróis do aeróstato e a forte iluminação que provinha dele. Por outro lado, as condições climáticas e a luz forte impediram que pudéssemos ver a estrutura do veículo. Mas, quando o estranho objeto fez uma manobra e aproximou-se mais, uma dúzia ou mais de luzes mais fracas, entre elas um agrupamento de luzes verdes no lado da nave voltado para a cidade, e outro imenso agrupamento de luzes vermelhas a estibordo indicaram claramente sua natureza artificial."

O jornal continua seus comentários sobre o episódio, sem explicar como o jornalista soube dos seguintes dados:

"Os inventores do aeróstato eram Hiram Wilson, natural de Nova York e filho de Willard B. Wilson, assistente do mecânico-chefe da New York Central Railroad, e o engenheiro eletricista C. J. Walsh, de San Francisco. Os homens trabalharam no projeto vários anos, e, quando os planos amadureceram, as partes de seu veículo aéreo foram construídas sob encomenda em diferentes regiões do país, sendo posteriormente enviadas para San Francisco, onde a nave foi finalmente montada."

O Daily Express prossegue o relato informando:

"Depois de ter sido testada na Califórnia, a aeronave voou para Utah e foi escondida em alguma região distante do Oeste, enquanto seus defeitos iam sendo corrigidos. Nessa altura, ela retomou seu vôo em direção ao leste, atravessando os EUA. E então não se ouviu mais nada sobre o sr. Wilson e sua incrível máquina de voar."

Quem era ele? Todas as pesquisas realizadas recentemente foram inúteis. Estudo de relatórios de aeróstatos de 1897 nos dá motivos para suspeitar que o sr. Wilson era ainda mais misterioso do que podemos pensar à primeira vista. Vejamos, por exemplo, o que diz Daniel Cohen, autor do livro The Great Airship Mystery:

- Muitas coisas nessa história de Wilson são confusas e contraditórias. Qualquer tentativa de traçar o rumo do "aeróstato de Wilson" pelo sul do Texas durante as últimas semanas de abril de 1897 é inútil. Parece que as pessoas viam aeróstatos em todos os lugares. Teria sido necessário haver pelo menos dois, ou talvez três aeróstatos diferentes, todos seguindo rumos erráticos, para podermos acreditar em todas as aparições e todos os encontros. Além do nome Wilson, que aparece em pelo menos cinco relatos separados, os nomes dos outros tripulantes diversificam. Assim como a quantidade de tripulantes, que varia de dois a oito. Não obstante muitas pessoas afirmarem que o inventor teria dito que em breve tornaria seu aeróstato público, ele nunca o fez.

Outro pesquisador, Jerome Clark, notou algo ainda mais estranho. Declarou ele:

- Temos um fato simplesmente "impossível", que já é suficiente para levantar profundas dúvidas a respeito do papel de Wilson. O fato é o seguinte: o capitão Akers diz que vinte anos antes do aparecimento de Wilson em Uvalde, ele tinha 24 anos de idade. Em Lake Charles, em 1897, descreve-se-o como "aparentemente, um jovem". Mesmo hoje, com nossas expectativas de vida mais longa, um homem de 45 anos de idade jamais é chamado de jovem, exceto em sentido muito relativo. Assim, há oitenta anos, ele teria a aparência de um homem de meia-idade.

Alguns pesquisadores chegaram a especular que o episódio não era o que parecia ser. Os aeróstatos e seus ocupantes de aparência humana não eram inventores norte-americanos, que, inexplicavelmente, jamais revelaram os inventos ao grande público, mas sim produtos de uma enigmática inteligência alienígena, que procuravam se disfarçar, usando um tipo de roupa que a cultura dos EUA daquele período pudesse aceitar. Trata-se de uma explicação fantástica, e nós, quase um século depois, ainda não temos condições de saber se ela é verdadeira ou não. Só podemos ter certeza de que o misterioso sr. Wilson e os estranhos aeróstatos associados com sua aparição continuarão sendo algo indecifrável.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

sexta-feira, 4 de março de 2016

O Enigma de Kaspar Hauser


Kaspar Hauser pode muito bem ter caído do céu. Ele apareceu nas ruas de Nuremberg, Alemanha, em 1828, mal podendo caminhar e pronunciar seu nome. De acordo com carta encontrada em seu poder, Kaspar tinha 16 anos de idade. Mas a carta, redigida em péssima caligrafia e endereçada ao capitão do Sexto Regimento de Cavalaria aquartelado em Nuremberg, dava poucos detalhes sobre a vida do rapaz. "Se não quiser ficar com ele", dizia a carta, "mate-o ou enforque-o em uma árvore."

Condoído, o carcereiro local instalou Kaspar no próprio alojamento, e começou, lentamente, a ensiná-lo a falar. Tudo que o rapaz podia se lembrar era de que fora criado no escuro de um cubículo, tratado apenas a pão e água. Ele parecia desconhecer as coisas mais elementares.

Um observador notou que, quando colocado diante de uma vela, Kaspar ficava o tempo todo tentando pegar a chama com os dedos. No entanto, seu sentido de visão era tão agudo que, segundo consta, conseguia ler no escuro e ver estrelas durante o dia. Era também ambidestro, e tinha marcada aversão por carne.

Por causa de sua história triste, toda Nuremberg adotou Kaspar, tratando-o como um filho. Ele foi colocado sob os cuidados pessoais de um certo professor Daumer, e atraiu a atenção das sociedades alemã e européia.

No dia 17 de outubro de 1829, Kaspar foi encontrado na casa de Daumer com a testa sangrando, resultado de um ferimento com faca, desfechado por um homem mascarado que apareceu de repente e o golpeou. Em 1831, ele foi ferido na testa outra vez, quando um revólver disparou acidentalmente.

No dia 14 de dezembro de 1833, Kaspar saiu correndo do parque, mortalmente ferido por outra punhalada. A polícia deu uma busca no parque, mas não achou a arma. O mistério aumentou ainda mais, porque os policiais encontraram apenas as pegadas de Kaspar na neve. Ele morreu três dias depois.

Von Feurbach, um de seus biógrafos, declarou o seguinte a respeito do enigma de Nuremberg:

- Kaspar Hauser demonstrava deficiência tão grande de palavras e ideias, uma ignorância tão acentuada das coisas mais comuns e um horror tão grande de todos os costumes, todas as conveniências e necessidades da vida civilizada, e, além disso, havia peculiaridades tão extraordinárias em sua disposição social, mental e física, que qualquer pessoa poderia ser levada a acreditar que ele pudesse ser um cidadão de outro planeta, transferido, através de algum milagre, para o nosso.

Em 1974, o diretor de cinema alemão Werner Herzog realizou um filme, chamado O Enigma de Kaspar Hauser, onde narra a história desse fascinante personagem.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

O que Aconteceu em Roanoke?


A primeira criança inglesa nascida nos EUA recebeu o nome de Virgínia Dare. Os pais haviam embarcado para o Novo Mundo com o grupo de pioneiros que desembarcou na ilha de Roanoke, na costa da Carolina do Norte, e Virgínia nasceu pouco depois, no dia 18 de agosto de 1587.

O navio que transportou os Dare para a nova pátria acabou retornando à Inglaterra com todos os homens a bordo, com exceção de dez. Esses homens foram deixados para dar início à colonização, mas, quando o navio seguinte chegou, não foram mais encontrados.

O segundo navio também retornou à Inglaterra, dessa vez deixando cem pessoas para dar sequência à colonização. Algum tempo depois, chegou mais um navio, e seus passageiros, novamente, deram com a ilha vazia.

Não havia vestígios de violência, luta, nem de sepulturas. Apenas a palavra "CRO" entalhada em uma árvore, e "CROATAN" entalhada em outra. Croatan, ilha localizada na costa da Carolina do Norte, era, aparentemente, o lugar onde o grupo de colonos resolvera se instalar. Contudo, o capitão do navio, temendo a falta de alimentos e a aproximação do inverno, decidiu rumar em direção às Antilhas e passar o inverno ali.

Quando o navio seguinte chegou à ilha de Croatan, os tripulantes também não encontraram nada, nem sinais de algum massacre de índios. Não havia sepulturas e, com exceção de histórias ocasionais, que falavam de crianças índias com cabelos "amarelos" e olhos azuis, nenhum dos 110 pioneiros jamais foi encontrado. Embora seja tema de numerosos boatos e lendas, o mistério jamais foi explicado.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz