quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Crânio de 10 mil anos perfurado por bala

Em 1921, o Museu Britânico recebeu um crânio humano achado por trabalhadores que exploravam uma mina de zinco, situada na colina de Broken Hill, no Zâmbia (antiga Rodésia do Norte). Os paleontólogos chamaram-no de "Homem de Broken Hill" ou "Homem da Rhodesia". Trata-se de um homem moderno: da raça Cro-Magnon, que viveu há seis ou sete mil anos.

Ele pertence a um indivíduo alto e de idade avançada para a época: uns cinquenta anos de idade. Porém, estudando o crânio perceberam duas coisas: Uma delas aparentemente inexplicável, aquele homem, que havia vivido a milhares de anos atrás, tinha sofrido de una enfermidade dental.


E a segunda, mais inexplicável ainda, no lado esquerdo da caveira havia um buraco redondo de bordo plano. A limpeza da ferida sugere que foi causada por um projétil em alta velocidade, como uma bala.

No outro lado a caveira está destruída como por ação do projétil ao sair do crânio.
Segundo o professor Mair, de Berlim, pareciam buracos de entrada e saída exatamente iguais aos que deixaria uma bala moderna.

Porém, este objeto enigmático não é único. Existe a caveira de um uro (tipo de bisonte extinto) que foi encontrado próximo do Rio Liena, na URSS. Ela apresenta um buraco perfeitamente redondo e polido, parecido uma ferida de bala. O uro viveu ainda muitos anos depois de ser ferido.

Estas caveiras sugerem a surpreendente possibilidade de que há muitos milênios a agressividade humana já teva à sua disposição instrumentos mais sofisticados do que simples flechas de sílex...

Fonte: terroraparte.blogspot.com