sábado, 13 de agosto de 2011

A Aparição da Senhora Veal

Este relato é verdadeiro e cercado por muitas circunstâncias que podem induzir qualquer homem sensato a acreditar nele. Foi enviado por um cavalheiro, um juiz da paz em Maidstone, no Kent, e pessoa de muita inteligência, a um amigo seu em Londres, tal como está aqui redigido.

O texto é certificado por uma dama parente do citado juiz da paz e que é pessoa de mente sóbria e de grande compreensão, a qual vive em Canterbury, a umas poucas portas da casa em que mora a senhora Bargrave, nomeada no relato. O juiz da paz acredita que sua parente é de espírito tão atilado que nunca se deixaria enganar por qualquer fraude. Ela própria garantiu-lhe positivamente que a questão toda tal como aqui relatada e redigida constitui a verdade, e a mesma coisa que ela ouviu aproximadamente nas mesmas palavras da boca da mesma senhora Bargrave, a qual, ela sabe, não tinha razão para inventar e divulgar tal história, nem desejo de forjar e contar uma mentira, sendo uma mulher muito honesta e virtuosa, e toda a sua vida um exemplo de piedade.

O proveito que podemos tirar desse documento é ter em mente que há uma vida por vir depois desta e um Deus justo que retribuirá à cada um segundo os atos feitos com este corpo atual; devemos, portanto, refletir no que tem sido a nossa vida; não esquecer de que o tempo de que dispomos é curto e incerto e que, se quisermos escapar à punição reservada aos ímpios e alcançar a recompensa dos que procedem bem, que é a vida eterna, temos de, no tempo que nos resta, voltar a Deus por um rápido arrependimento, deixando de co¬meter o mal e aprendendo a fazer o bem. partindo em busca de Deus, se com felicidade Ele possa ser de nós encontrado, e de levar tais vidas no futuro que Lhe possam ser agradáveis.

Isto que vou contar é tão raro em todas as suas circunstâncias, e fundado em tão boa autoridade, que toda a minha leitura e as minhas conversas nada me forneceram de semelhante. E coisa apta a satisfazer o investigador mais destro e exigente.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Estrada de Bimini

Todo mundo já ouviu a história da cidade perdida de Atlântida, mas o que dizer da Estrada de Bimini? Em 1968 uma formação rochosa submersa foi encontrada perto da área norte da ilha de Bimini, nas Bahamas. É considerada por muitos como sendo natural, mas por causa do arranjo singular das pedras, muitos acreditam que seja parte da cidade perdida de Atlântida (citada pela primeira vez por Platão). 

Outro elemento curioso deste mistério é uma profecia feita em 1938, por Edgar Cayce: “Uma porção dos templos será ainda descoberta embaixo do limo das eras e água do mar próximo a Bimini… Espere para ser em 68 ou 69 – não muito longe disso.”

No seu livro do ano de 2002 – 1421: Ano em que a China descobriu o mundo - o autor Gavin Menzies propôs que a estrada é parte de um cais usado pela frota chinesa que explorava o Caribe entre 1421 e 1423.

Nas belas águas azuis da ilha de Bimini, um pouco mais de 50 milhas a leste de Miami, Florida,
encontra-se uma estrutura submersa apelidada de "Estrada de Bimini".

Em uma expedição mais recente, o arqueólogo amador Dr. Greg Little descobriu outra linha de rochas com a mesma formação, diretamente abaixo da primeira, levando ele a crer que a estrada está na verdade no topo de um muro ou doca. 

Uma possível explicação natural é que a “estrada” é um exemplo de pavimentação em mosaico, um fenômeno natural. Concreções de conchas e areia formam rochas sedimentares duras que com o tempo se fraturam em linhas retas e então em ângulos de 90 graus. Elas são um tanto comuns e uma atração turística popular na ilha da Tasmânia.

Fontes: Wanderley X; Portugal paranormal.

Oera Linda

O manuscrito do Oera Linda apareceu em 1867, quando foi oferecido para publicação (e rejeitado) à biblioteca da Frísia. Em 1872, um erudito frísio dispôs-se a traduzi-lo para o holandês e em 1876 surgiu uma tradução inglesa. A cópia é datada de 1256 e o texto afirma ser uma cópia de manuscritos ainda mais antigos, que datariam de 2194 a.C. a 803 d.C. Entretanto, o papel em que foi escrita parece ser do século XIX. 

Segundo o texto, a Europa e outras terras foram, pela maior parte de sua história, governadas por uma sucessão de "Reverendas Mães" que presidiam uma ordem hierárquica de sacerdotisas celibatárias dedicadas à deusa Frya (Freyja) e seu pai, o deus supremo Wr-alda. 

Refere-se a uma terra chamada "Atland", uma ilha semicircular localizada no que é hoje o mar do Norte, que teria sido destruída por um desastre natural em 2194 a.C. Data todos os eventos a partir desse marco. 

O livro faz várias referências à origem de raças e civilizações a partir das migrações dessa terra e provavelmente inspirou Helena Blavatsky, que faz referências a "Atland". Entre suas afirmações está a de que um frísio chamado Tunis fundou o porto fenício de Tiro em 2000 a.C. e que um outro frísio chamado Inka criou um reino no extremo Ocidente, depois de procurar pela Atland perdida. Também diz que o alfabeto grego é derivado de um antigo alfabeto frísio. 

Fonte: Fantastipedia.