O Yeti, por erro de tradução da palavra metoh-kangmi (do termo xerpa meh-teh, que significa: "que parece homem mas não é") ficou conhecido para o resto do mundo como o "abominável homem da neve" do Himalaia. A palavra Yeti (do xerpa yeh-teh) significa: "aquela coisa".
Além dos avistamentos e pegadas o melhor indício que se tem da existência dessa criatura é o esqueleto de uma mão, que está num convento de lamas em Pangoche, Nepal.
De uma amostra de pele dessa "mão" foram feitos testes sangüíneos que indicam não ser ela de qualquer humano ou primata conhecido.
L.A.Waddell, um major do exército britânico, no ano de 1889, foi um dos primeiros a encontrar as marcas das pegadas do Yeti na neve, num pico a nordeste de Sikkim, dez anos depois, em suas memórias escreveu: "As pegadas pertenciam, segundo a crença local, a um homem selvagem e peludo que vivia na neve. Entre os tibetanos, ninguém duvida de sua existência."
Em 1921, integrantes de uma expedição britânica que escalavam a face norte do monte Everest perceberam, ao atingir uns 5.000 metros de altura, algumas silhuetas escuras se movimentando na neve, acima deles. Quando os exploradores chegaram aquele ponto, as criaturas já tinham ido embora, deixando para trás pegadas imensas. O líder da expedição, o tenente-coronel Charles Kenneth Howard Bury, do exercito britânico, mencionou aos jornalistas que seus guias sherpas haviam chamado as criaturas de metoh-kangmi, que é o nome genérico em nepalês para as criaturas que habitam aquela região.
Em 1925 um fotógrafo grego chamado N. A. Tombazi, estava a 4.500 metros de altura nas montanhas de Sikkim quando seus carregadores começaram a gritar e apontar, uns 250 metros a frente ele viu uma criatura que descreveu como "igualzinho a um ser humano, andando ereto e parando de vez em quando para arrancar ou tirar alguma coisa do meio da neve". A criatura desapareceu logo em seguida, mas Tombazi encontrou suas pegadas na neve, eram pegadas de 15 centímetros de comprimento, por 10 de largura.
Em 1951, uma expedição de reconhecimento do Everest, quando estavam a cerca de 5.500 metros de altura encontraram rastros frescos do Yeti, que seguiram ao longo da geleira Menlung por mais de um quilômetro, segundo o líder da expedição Eric Shipton em um artigo que escreveu para o Times of London, "grande parte dos rastros apresentavam uma forma oval, um pouco mais compridos e bem mais largos do que as pegadas deixadas por nossas grandes botas de alpinismo, mas em certas partes onde a neve era mais fina encontramos impressões bem preservadas do pé da criatura, elas mostravam três dedos do pé grandes e um largo polegar de lado, a marca mais nítida media 33 x 20 centímetros".
Em 1954, uma expedição financiada pelo Daily Mail de Londres, sob a chefia do repórter Ralph Izzard, também encontraram algumas pegadas no meio da neve e um escalpo de posse de um lama tibetano supostamente de um Yeti.
Em 1957, um milionário americano Tom Slick, financiou uma grande expedição ao Himalaia na tentativa de capturar o famoso Yeti, mas não obtiveram resultados melhores do que a expedição do Daily Mail.
Em 1960, houve outra expedição comandada pelo Sir Edmund Hillary, novamente só encontraram as pegadas do misterioso animal.
Em 1969, novas pegadas foram encontradas.
Até que, numa manhã de março de 1986, um inglês chamado Anthony B. Wooldridge, pode ter conseguido a prova definitiva da existência do tão temido Yeti. Wooldridge estava na parte do Himalaia pertencente ao norte da Índia, próximo a fronteira com o Nepal, a mais de 3.000 metros de altura quando o excursionista topou com estranhas pegadas na neve de cerca de 25 centímetros de comprimento.
Wooldridge continuou subindo mais uns 600 metros acima, quando teve que interromper sua marcha por causa de uma avalanche, depois avistou atrás de um arbusto uma criatura ereta e imóvel, com cerca de 1,80 metros de altura, "a cabeça era grande e quadrada e o corpo todo coberto de pelo escuro", ele conseguiu chegar a uns 150 metros da suposta criatura e conseguiu fotografá-la com sua Nikon, depois de observar a criatura por cerca de 45 minutos, percebeu que o tempo estava fechando e resolveu descer a montanha, as fotos foram analisadas por vários cientistas entre eles o zoólogo Desmond Morris, um cético em se tratando de Yetis e todos deram as fotos de Wooldridge como autênticas.
Foi noticiado em 07 de dezembro de 1998 que o lendário Yeti pode ser uma espécie de rara de urso com hábitos noturnos. Quem garante é o tirolês Reinhold Messner, um dos maiores alpinistas do século XX. Primeiro homem a subir os 14 maiores picos do mundo, todos no Himalaia, Messner lançou um livro onde afirma ter visto um desses ursos pela primeira vez em 1986. De lá para cá, avistou vários outros. "Quando ficam em pé, medem mais de 2,20 m", diz.
Fonte: trix Net.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
A popularidade dos vampiros
Vampiros ou Homens-morcego são considerados os mais populares dos mortos-vivos. Essa popularidade tem sido freqüentemente atribuída ao romantismo contido na história do Drácula de Bram Stoker e recontada em suas variadas encarnações em filmes, quadrinhos, programas de rádio e TV.
Os "verdadeiros" vampiros são retratados de maneira muito diferente do Drácula de Stoker. Segundo as superstições de várias culturas européias e asiáticas, o vampiro folclórico é apenas uma das criaturas demoníacas dos mortos-vivos.
Essa criatura sugadora de sangue é geralmente retratada como a alma perdida de um criminoso ou suicida. Essas almas perdidas deixam seus túmulos à noite para alimentar-se de humanos vivos geralmente transformando-se em morcegos durante o processo e retornando a seus caixões ou covas antes do clarear do dia. Seus caixões geralmente contém um pouco de terra do lugar onde o vampiro viveu. As vítimas que foram sugadas também se transformam em vampiros depois da morte.
A versão popular do folclore vampiresco foi criada pela superstição dos povos eslavos. De acordo com essa crença vampiros não fazem sombra ou reflexo. Eles podem ser afastados com alho, água benta ou imagens da cruz. Essas proteções são inúteis no entanto se o vampiro, em sua forma humana, for "ingenuamente" convidado para visitar a casa de alguém. Um vampiro pode ser morto cravando-se uma estaca em seu coração ou destruindo-se seu esconderijo diurno.
A popularidade e o sucesso do Drácula de Bram Stoker transformou o vilão do romance no estereótipo do vampiro perdendo seu personagem gótico de terror. Isso pode ser observado no número de filmes de comédia sobre vampiros dos anos 80 e a aparente ausência de filmes sobre essas criaturas nos anos 90.
As descrições de vampiros em diferentes superstições de regiões da Ásia e da europa indicam que pode haver alguma relação próxima com uma doença do sangue que possivelmente predominavam na época medieval. Essa doença sangüínea provoca uma queda na quantidade de sangue da pessoa, causando desequilíbrios psicológicos. Essas psicoses, combinadas com a desfunção sangüínea podem fazer algumas vítimas agirem como vampiros, alimentando-se do sangue de outros animais para compensar suas próprias deficiências de sangue. Porém, antes de qualquer conexão conclusiva devemos estudar mais profundamente a fisiologia humana e relatos de doenças da época medieval...
História do vampirismo
As lendas de vampiros surgiram a partir de infecção por raiva, afirma o neurologista espanhol Juan Gómez-Alonso, do Hospital Geral de Vigo, em artigo no jornal da Academia Americana de Neurologia. As primeiras histórias de vampiros são da Hungria do século XVIII. Foi lá que, entre 1721 e 1728, ocorreu uma epidemia de raiva entre cães e lobos, revela Gómez. Como uma coisa influenciou a outra?
Segundo o médico, 25% dos doentes de raiva mordem outras pessoas. Além disso, sofrem de insônia e hipersensibilidade a estímulos como luz, reflexos no espelho, água ou odores fortes (como o do alho). Isso provoca espasmos musculares faciais, que os fazem regurgitar e espumar. No século XVIII, exumavam-se os cadáveres para saber se eram vampiros. Um sinal eram marcas de sangue na boca. Para Gómez, o sangue de mortos por raiva leva mais tempo para coagular, podendo escorrer da boca mesmo após o sepultamento.
Romenia quer criar Drácula Land
O ministério romeno de Turismo quer tirar proveito da lenda do conde vampiro Drácula, inspirado na personalidade do príncipe romeno Vlad Tepes, e criar uma área turística batizada ''Dracula Land''. O Parque de Diversões ficará em Bran (centro) ou em Pasul Tihuta (norte), duas das localidades às quais se associa em geral o nome de Drácula. ''O projeto, para o qual contamos com investidores estrangeiros, contribuirá ao desenvolvimento de toda a região onde será instalado'', disse o secretário de estado do ministério de turismo, Dorin Anton.
O mito do vampiro se tornou popular graças ao escritor irlandês do século XIX, Bram Stoker, autor do romance ''Drácula'', que tem por cenário o norte da Romênia. Não obstante, numerosos historiadores romenos se dedicaram durante longo tempo a provar que não havia nenhum vínculo entre Vlad Tepes (o Empalador), nascido em Sighisoara, príncipe da Valáquia entre 1456 e 1462 conhecido por sua crueldade durante a guerra contra os turcos, e o vampiro criado e descrito por Stoker. ( Notícia do DGABC-TRIX em 02 de julho de 98 ).
Fonte: Trix Net
Os "verdadeiros" vampiros são retratados de maneira muito diferente do Drácula de Stoker. Segundo as superstições de várias culturas européias e asiáticas, o vampiro folclórico é apenas uma das criaturas demoníacas dos mortos-vivos.
Essa criatura sugadora de sangue é geralmente retratada como a alma perdida de um criminoso ou suicida. Essas almas perdidas deixam seus túmulos à noite para alimentar-se de humanos vivos geralmente transformando-se em morcegos durante o processo e retornando a seus caixões ou covas antes do clarear do dia. Seus caixões geralmente contém um pouco de terra do lugar onde o vampiro viveu. As vítimas que foram sugadas também se transformam em vampiros depois da morte.
A versão popular do folclore vampiresco foi criada pela superstição dos povos eslavos. De acordo com essa crença vampiros não fazem sombra ou reflexo. Eles podem ser afastados com alho, água benta ou imagens da cruz. Essas proteções são inúteis no entanto se o vampiro, em sua forma humana, for "ingenuamente" convidado para visitar a casa de alguém. Um vampiro pode ser morto cravando-se uma estaca em seu coração ou destruindo-se seu esconderijo diurno.
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| Christopher Lee, meu vampiro predileto, em mais um filme da Hammer. |
A popularidade e o sucesso do Drácula de Bram Stoker transformou o vilão do romance no estereótipo do vampiro perdendo seu personagem gótico de terror. Isso pode ser observado no número de filmes de comédia sobre vampiros dos anos 80 e a aparente ausência de filmes sobre essas criaturas nos anos 90.
As descrições de vampiros em diferentes superstições de regiões da Ásia e da europa indicam que pode haver alguma relação próxima com uma doença do sangue que possivelmente predominavam na época medieval. Essa doença sangüínea provoca uma queda na quantidade de sangue da pessoa, causando desequilíbrios psicológicos. Essas psicoses, combinadas com a desfunção sangüínea podem fazer algumas vítimas agirem como vampiros, alimentando-se do sangue de outros animais para compensar suas próprias deficiências de sangue. Porém, antes de qualquer conexão conclusiva devemos estudar mais profundamente a fisiologia humana e relatos de doenças da época medieval...
História do vampirismo
As lendas de vampiros surgiram a partir de infecção por raiva, afirma o neurologista espanhol Juan Gómez-Alonso, do Hospital Geral de Vigo, em artigo no jornal da Academia Americana de Neurologia. As primeiras histórias de vampiros são da Hungria do século XVIII. Foi lá que, entre 1721 e 1728, ocorreu uma epidemia de raiva entre cães e lobos, revela Gómez. Como uma coisa influenciou a outra?
Segundo o médico, 25% dos doentes de raiva mordem outras pessoas. Além disso, sofrem de insônia e hipersensibilidade a estímulos como luz, reflexos no espelho, água ou odores fortes (como o do alho). Isso provoca espasmos musculares faciais, que os fazem regurgitar e espumar. No século XVIII, exumavam-se os cadáveres para saber se eram vampiros. Um sinal eram marcas de sangue na boca. Para Gómez, o sangue de mortos por raiva leva mais tempo para coagular, podendo escorrer da boca mesmo após o sepultamento.
Romenia quer criar Drácula Land
O ministério romeno de Turismo quer tirar proveito da lenda do conde vampiro Drácula, inspirado na personalidade do príncipe romeno Vlad Tepes, e criar uma área turística batizada ''Dracula Land''. O Parque de Diversões ficará em Bran (centro) ou em Pasul Tihuta (norte), duas das localidades às quais se associa em geral o nome de Drácula. ''O projeto, para o qual contamos com investidores estrangeiros, contribuirá ao desenvolvimento de toda a região onde será instalado'', disse o secretário de estado do ministério de turismo, Dorin Anton.
O mito do vampiro se tornou popular graças ao escritor irlandês do século XIX, Bram Stoker, autor do romance ''Drácula'', que tem por cenário o norte da Romênia. Não obstante, numerosos historiadores romenos se dedicaram durante longo tempo a provar que não havia nenhum vínculo entre Vlad Tepes (o Empalador), nascido em Sighisoara, príncipe da Valáquia entre 1456 e 1462 conhecido por sua crueldade durante a guerra contra os turcos, e o vampiro criado e descrito por Stoker. ( Notícia do DGABC-TRIX em 02 de julho de 98 ).
Fonte: Trix Net
Turismo insólito
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| Theatro Municipal do Rio de Janeiro |
O roteiro inclui o rio Capiberibe, onde acredita-se que o fantasma Vira-roupas assusta as lavadeiras, e o Teatro Santa Isabel, onde há quem escute aplausos durante a noite.
Enquanto turistas recebem vela e pergaminho, os guias representam lendas como Perna Cabeluda, que chuta pedestres e Laura Cemitério, conhecida por seduzir os homens que passam em frente ao cemitério Santo Amaro.
“Elaboramos o roteiro para despertar o interesse da população pela história da cidade, onde são presentes lendas e a idéia do macabro”, descreve Renato Barbosa, um dos criadores do passeio.
São Paulo também possui lendas, como a da loira do edifício Martinelli, no Centro, atração do passeio “São Paulo do Outro Mundo”. “Quando lançamos o circuito, em 2000, eram quatro vezes por ano. A procura foi tanta que agora fazemos uma vez por mês, com grupos de 20 a 42 pessoas. Brincamos com histórias de fantasmas, sem sensacionalismo”, afirma o criador Carlos Roberto Silvério.
Para envolver o turista, é entregue um “kit lanche fúnebre”, embrulhado em papel negro e fita rocha, e o ônibus é decorado com teias de aranha, crânios e crisântemos (flores típicas de velórios), e tem música ambiente de vampiros e fantasmas.
Entre os pontos visitados, estão os cemitérios do Araçá e da Consolação, o edifício Joelma, onde 200 pessoas morreram num incêndio; e o bairro da Liberdade, considerado o mais mal-assombrado, pois lá foi construído o primeiro cemitério da cidade.
No Rio de Janeiro, entre 1994 e 2001, havia um passeio pelos lugares mais assustadores da Cidade Maravilhosa, caso do Teatro Municipal, onde há quem tenha visto o poeta Olavo Bilac (1865-1918) declamando o discurso de inauguração, e o Museu Histórico Nacional, que dizem ser palco de debates entre oradores fantasmas.
Fonte: Turismo Cemiterial.
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