sábado, 16 de abril de 2016

Um Hino para o Titanic

Em uma manhã de domingo, o reverendo Charles Morgan, ministro da Igreja Metodista Rosedale, em Winnipeg, Manitoba, Canadá, chegou cedo para as preparações dos serviços religiosos daquela noite. Antes de entrar em seu gabinete, ele separou os hinos que seriam entoados e dedicou-se a outros preparativos.

Feito isso, retirou-se para o gabinete e decidiu tirar uma soneca até a hora dos serviços religiosos. Assim que caiu no sono, começou a ter um sonho vívido, que misturava escuridão com o som de enormes ondas. Acima daquele ruído contínuo, um coro entoava um velho hino que o reverendo Morgan não ouvia fazia anos.

O sonho foi tão perturbador que o ministro acordou com o hino ecoando em seu ouvido. Consultou o relógio e viu que ainda dispunha de tempo para dormir mais um pouco, o que ele fez - imaginando, incorretamente, que o breve tempo desperto havia limpado sua mente da visão perturbadora.

Assim que tornou a dormir, o sonho voltou: as águas violentas, a escuridão profunda, o velho hino. Morgan acordou de repente, estranhamente indisposto. Por fim, levantou, caminhou pela igreja vazia e colocou um novo número de hino no quadro.

Quando os serviços religiosos tiveram início, a congregação cantou o hino que perturbara os sonhos de Morgan - um hino estranho para se cantar em uma igreja localizada a milhares de quilômetros do oceano, cujas palavras pediam a Deus que ouvisse as orações por aqueles que estavam em perigo no mar. Ao ouvir as palavras, Morgan sentiu os olhos ficarem cheio de lágrimas.

Pouco tempo depois, o ministro soube que no momento em que os congregados cantavam o hino, uma grande tragédia ocorria no oceano. Era o dia 14 de abril de 1912, e longe dali, no Atlântico Norte, o Titanic afundava.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

191: O Número Mortal

Em 25/05/1979, o voo 191 da American Airlines espatifa-se quando decola do aeroporto de Chicago.

Em maio de 1979, um DC-10 da American Airlines espatifou-se nas proximidades do O'Hare Airport em Chicago, pouco depois de ter decolado para um vôo em direção à Califórnia. Entre as vítimas estava a escritora Judy Wax, cujo livro, "Starting in the Middle", acabara de ser publicado.

O número do fatídico vôo era 191. E na página 191 do livro, Judy Wax falava sobre seu medo de voar.

Também em maio de 1979, a revista Chicago fez a resenha do livro e publicou uma foto da autora. Os leitores que levaram a página da revista para mais perto da luz puderam ver que na página anterior havia um anúncio de página inteira de vôo de um DC-10, da American Airlines, para a Califórnia.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

Salvos do Incêndio


Às 22 horas de uma noite no início de 1978, Henry Sims, fazendeiro aposentado de 72 anos, voltou de um hospital da Flórida, onde a filha de 18 anos estava internada. Sua mulher Idellar ficara no hospital, e a outra filha, cinco netos e um amigo da família estavam dormindo na casa, quando ele chegou. Foi direto para a cama e logo adormeceu.

- Outra coisa que consigo me lembrar - revelou ele, posteriormente - é do sonho. Podia ver os dois filhos de meu cunhado - Paul e a irmã de 8 meses - vindo em minha direção. Ambos haviam morrido queimados em 1932, quando a casa deles, em Live Oak, Flórida, pegou fogo. No sonho, Paul, de quem me lembro claramente, estava caminhando em minha direção e dizendo: "Tio Henry, tio Henry". Eu jamais tivera um sonho como esse antes, e acordei de repente com um cheiro de fumaça nas narinas. O primeiro pensamento foi para meus netos - precisava tirar aquelas crianças da casa. Então, comecei a gritar.

Seus gritos acordaram as outras pessoas, que conseguiram sair da casa em chamas a tempo de se salvarem.

Frederick Lowe, tenente do Corpo de Bombeiros de Hialeah Heights, Flórida, afirmou:

- Milagrosamente, esse homem conseguiu acordar no momento certo. Mais dois minutos, e todos estariam mortos.

- Deus não estava pronto para minha morte - concluiu Henry. - Foi Ele quem enviou Paul para me avisar do perigo, para que todos nós pudéssemos sair da casa em chamas.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz