quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Mortes Bizarras II


Continuando a segunda parte dos casos de fins bizarros, reafirmamos que a Dona Morte tem um senso de humor negro. Confiram:

Morreu de “bueiro”

Essa morte bizarra e triste é um bom exemplo de má sorte trágica. Em 2008, um canadense morreu depois de tentar recuperar sua carteira roubada de uma boca de lobo. A carteira e alguns pertences foram roubados depois que o homem de 57 anos os deixara em um posto de gasolina. Ele chamou a polícia antes de encontrar a carteira jogada num bueiro próximo. O homem tentou sem sucesso alcançá-la pouco antes da polícia chegar, e esta o aconselhou a não tentar novamente. Mas o homem voltou depois, removeu a grade do bueiro e fez uma nova tentativa. Quando o policial que estava investigando o crime percebeu que o caminhão do homem tinha voltado, ele foi checar o bueiro e descobriu o homem preso pela cabeça vários metros abaixo da rua. A vítima ainda estava viva e assim ficou até que os bombeiros a tiraram de lá. Infelizmente, ele morreu no hospital logo.

Morreu de “desodorante”

Em 1998, um garoto de 16 anos morreu na Inglaterra de ataque cardíaco depois de ser exposto a muito gás de desodorante. Na época da morte, a BBC afirmou que, desde 1971, mais de 130 pessoas haviam morrido depois de inalarem propositalmente gás de desodorante aerosol. Parece que ele era obcecado por higiene pessoal e cheiro de frescor, por isso ele vaporizava seu corpo todo com desodorante ao menos duas vezes por dia. O garoto exagerava tanto, que às vezes sua família podia sentir o cheiro no andar de baixo da casa. Apesar disso, eles nunca pensaram que o garoto estivesse em perigo. A autópsia revelou que ele tinha 10 vezes a quantidade letal de butano e propano em sua corrente sanguínea. Acontece que o garoto usou o desodorante em um espaço relativamente confinado, embora as embalagens recomendassem o uso em áreas bem ventiladas.

Morreu de “barba”

Em novembro de 2008, um professor canadense chamado  Sarwan Singh entrou para o livro Guinness por ter a barba mais longa que qualquer homem vivo. Ela pendia por impressionantes 2,36 m a partir do queixo. No entanto, ele não teve muito problema com sua barba. O mesmo não pode ser dito de um austríaco do século 16. A barba de Hans Steininger tinha só 1,4 m, mas foi suficiente para levá-lo à morte. Hans costumava manter sua barba enrolada em uma bolsa de couro, mas esqueceu-se de fazê-lo em um dia de 1567. Um incêndio estourou em sua cidade naquele dia e ele ficou enrolado na barba enquanto tentava escapar. Há relatos conflitantes sobre se Steininger quebrou o pescoço ou se morreu no incêndio, mas as duas mortes são bizarras.

Morreu de “ovelha”

Ovelhas são criaturas bastante dóceis. Se você visitar uma fazenda de ovelhas, provavelmente vai encontrar criaturas lanosas em movimento errante ruminando grama. Infelizmente, em 1999, uma mulher na Inglaterra descobriu que as ovelhas podem ter um lado agressivo, assim como muita fome. Betty Stobbs era mulher de um fazendeiro e tinha 67 anos na época do trágico encontro. Ela estava levando um delicioso jantar de feno para  o rebanho de ovelhas da família usando um veículo de quatro rodas com um pequeno trailler acoplado. As ovelhas estavam em um campo com vista panorâmica da presa. Quando Stobbs chegou com o jantar, o rebanho agrediu-a e pulou para dentro do veículo, jogando-a da cabine. A triste ironia dessa tragédia é que ela não morreu da queda em si. Ela poderia até ter sobrevivido, mas as ovelhas tombaram o veículo, esmagando Stobbs.


Fonte: Ouroboros

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Mortes Bizarras I



Podemos afirmar, após lermos esses casos bizarros, que a Dona Morte realmente tem senso de humor. Confiram:

O que a falta de uma geladeira faz

Francis Bacon foi uma das pessoas mais influentes do século XVI. Político, filósofo, escritor e cientista, inclusive houve rumores que havia escrito algumas das obras de Shakespeare. Porém todo esse brilhantismo não o salvou de uma morte um tanto quanto idiota. O sujeito morreu recheando uma galinha com neve. Em uma tarde de 1625, Bacon estava olhando uma tormenta de neve e pensou que a neve poderia conservar a carne da mesma forma que o sal. Decidido a provar, comprou uma galinha em uma vila próxima, a matou e foi para fora de casa para ver como a galinha coberta de neve se congelava. A galinha nunca se congelou, mas Francis Bacon sim. A façanha resultou em uma pneumonia que o levaria a morte.

Por abraçar o reflexo da lua

O poeta chinês Li Po é considerado um dos dois maiores da história literária chinesa. Era muito conhecido por ser um bebedor inveterado e sabe-se que escreveu muitos de seus grandes poemas enquanto estava bêbado. E “bebaço” estava à noite em que caiu de seu barco se afogou no rio Yangt-ze ao tentar abraçar o reflexo da lua na água.

Pela barba

O austríaco Hans Steininger ficou famoso por ter a barba mais longa do mundo (de quase um metro e meio) e por morrer por causa dela. Num dia de 1567 teve um incêndio em sua cidade e na fuga Hans esqueceu-se de enrolar sua barba, pisou sobre ela, perdeu o equilíbrio, tropeçou e quebrou o pescoço.

Segurando o xixi

O nobre e astrônomo dinamarquês Tycho Brahe era um personagem interessante. Tinha um alce treinado como animal de estimação e também perdeu a ponta de seu nariz num duelo com outro nobre dinamarquês e teve que usar um nariz falso feito de prata e ouro, mas essa é outra história. Diz-se que Tycho teve que segurar a vontade de ir ao banheiro durante um banquete particularmente extenso em 1601 (levantar-se no meio de um jantar era considerado como algo realmente ofensivo), a tal ponto que sua bexiga, levada ao limite, desenvolveu uma infecção pela qual morreu. Análises posteriores sugeriram que Tycho morreu em realidade por envenenamento com mercúrio, mas essa conclusão não é tão interessante como a história original.

Gordice

O rei Adolfo Federico da Suécia amava comer e morreu por isso. Conhecido como “O rei que comeu até morrer”, faleceu em 1771 com 61 anos por causa de um problema digestivo depois de comer, literalmente, “mais que a barriga”. O jantar do comilão era composto de lagosta, caviar, chucrute, sopa de repolho, cervo defumado, champanhe e catorze pudins de leite recheados com amendôas, seu doce preferido.


Fonte: Ouroboros

domingo, 7 de agosto de 2016

13 Superstições de Casamento


O pensamento de que certas coisas podem trazer boa ou má sorte vem desde o início dos tempos, está presente em todas as culturas e, quase sempre, segue as convicções religiosas. No casamento não é diferente, existe diversas superstições. Veja algumas:

1. Segunda sim, terça não, sexta sim. Esta superstição está relacionada com os astros associados a cada dia da semana: Segunda, o dia da Lua, atrairia abundância e felicidade. Já sexta, por ser o dia de Vénus, prometia casamentos cheios de beleza e amor. Pelo contrário a terça, por ser associada a Marte, previa um casamento de guerras.

A verdade é que a grande maioria dos casamentos se realiza ao sábado, mas se decidirem casar durante a semana é possível que encontrem preços bastante atrativos. Existe ainda uma outra superstição que diz que casar no dia da semana em que o noivo nasceu traz sorte ao casal. Será que anula o efeito da azarada terça?

2. Os noivos não se podem ver antes do casamento. Esta superstição remete-nos para os casamentos combinados em que se temia que o noivo mudasse de ideias quando visse a noiva. Por isso era preferível mantê-los sem se verem. Hoje em dia não faz muito sentido pensar desta forma, mas se se quiserem surpreender mutuamente, esta é uma excelente oportunidade!

3. Mesmo que os noivos já vivam juntos, devem passar a noite anterior ao casamento separados.

4. Chover no casamento é sinal de boa sorte.

5. Chuva de arroz ao sair da cerimônia significa um casamento com fertilidade.

6. Evite rosas amarelas. Na época vitoriana foi publicado um livro, "A Linguagem das Flores", em que era atribuído um significado a cada flor. Às rosas amarelas associou-se o ciúme e é por isso que se desaconselhava o seu uso nos casamentos. No entanto, esta é uma tradição que caiu em desuso e a verdade é que existem magníficos arranjos com rosas amarelas!

7. A noiva não deve usar pérolas, pois elas podem representar as lágrimas ao longo da vida de casado.

8. A noiva não deve remover o seu anel de comprometida até ao dia do casamento, para não dar azar ao casamento.

9. O véu representa para alguns a juventude, para outros a pureza que será descoberta pelo homem e para os mais supersticiosos protege dos maus espíritos, inveja ou ciúmes.

10. A noiva deve usar algo novo, algo velho, algo emprestado e algo azul. Algo novo por ser o símbolo do começo de uma nova etapa. Um acessório velho pela relação da noiva com o que foi sua vida antes deste dia, para o que vai ser após o matrimônio. Algo emprestado significa a união e confiança de uma amizade. Uma jóia ou roupa de cor azul, representando a fidelidade dos noivos.

11. Se cai uma aliança, o seu dono morre. Esta superstição diz que se cai uma das alianças a pessoa que a ia usar morre. Não faz qualquer sentido pensar nesta eventualidade. Mas, e especialmente se forem levadas por uma criança para o altar, é preferível prendê-las com uma fita para que não se percam e, assim, evitem ter de pedir a todos os convidados que as procurem.

12. A noiva e o noivo cortam juntos a primeira fatia de bolo para assegurarem uma vida de partilha.

13. A noiva deve entrar em casa ao colo do noivo. Dizia-se que a noiva estava especialmente vulnerável a espíritos malignos que entrariam pela sola dos pés. Para evitar tal infortúnio, o noivo levava a noiva ao colo para casa, protegendo-a. Pode não ter muito fundamento, mas é muito romântico. Mas atenção! Quem levar os pés no chão tem de entrar com o pé direito!


Fontes: Casamentos.pt; Daniela Leal - Noivas e Estética.