quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Aparições do Stanley Hotel


Dizem que ao passar férias no The Stanley Hotel no quarto 217, em 1974, Stephen King se inspirou para escrever seu primeiro best-seller, que deu história ao filme de horror "O Iluminado" (The Shining). O filme se passa quase que inteiramente no Stanley, que na trama ganhou o nome de Hotel Overlook.

O hotel fica a 5 km da estrada do Estes Park, no Colorado (EUA), e oferece aos hóspedes um passeio inusitado: um tour pelos lugares mal-assombrados (suítes, túneis subterrâneos e salões) com paradas para recuperar o fôlego ao som de aterrorizantes histórias de terror.

O quarto andar é a parte do hotel com o maior número de ocorrências e é também onde se encontra seu “hóspede” mais famoso: o fantasma de Lord Dunraven, o dono anterior da propriedade onde o estabelecimento foi construído. O vulto do homem costuma ser visto de pé sobre a cama e olhando pela janela do quarto 407 e ele é amplamente acusado de ser culpado pelo desaparecimento de joias e itens de valor ao longo dos anos.

Algumas histórias foram relatadas por hóspedes e pelo antigo dono do Stanley Hotel, como a aparição de fantasmas no quarto 217, os gritos de um garotinho chamando pela sua babá, luzes ligando e desligando sozinhas nos corredores do 4º andar e ruídos vindos de elevadores parados.

Dizem também que pode-se ouvir o piano da sala de música tocar misteriosamente sozinho.



Deixando o filme de lado, o Stanley Hotel é um resort luxuoso e clássico que foi construído entre 1906 e 1909 e está situado no topo de uma colina com vista para montanhas e para a cidade. O hotel conta com dois restaurantes no térreo.


Fontes: Megacurioso; Hotéis Incríveis.

O Fantasma de Kate Morgan


A segunda metade do século XIX parecia estar cheia de histórias assombrosas e o luxuoso Hotel Del Coronado, perto de San Diego, Califórnia, não foi exceção. O hotel agora hospeda o fantasma de Kate Morgan, que morreu no final de 1892.

A história de Kate Morgan é um belo exemplo de como alguns fatos se tornaram enfeitados com muitas ficções e exageros. É difícil hoje, dizer o que realmente aconteceu.

O que sabemos é que Kate nasceu cerca de 1865 em Iowa. Sua mãe morreu quando Kate era muito jovem, por isso ela foi morar com um avô. Em 1885, ela se casou com um homem chamado Thomas Morgan.

O casamento foi aparentemente infeliz, Kate fugiu com outro homem em 1890, os dois foram para o oeste, essa relação eventualmente se desintegrou, porque quando chegou em Los Angeles, em meados de 1892, foi à procura de trabalho e estava sozinha.

Ela finalmente encontrou trabalho como empregada doméstica em uma das famílias mais ricas, embora tenha tido problemas com a família, pois trabalhou em três casas diferentes em dois meses.

No final de novembro de 1892, ela chegou em San Diego, novamente só, e fez check-in no Hotel Del Coronado sob o nome de Lottie Bernard.

Ela parecia doente e infeliz e piorava à medida que o tempo passava. Disse a alguns funcionários que estava à espera de seu irmão, um médico, que viria para tomar conta dela. Tanto quanto sabemos, Kate não tinha um irmão que era médico.

Kate Morgan
Ela comprou uma arma.

Cinco dias depois, em 29 de novembro, o corpo de Kate Morgan foi descoberto em uma escada exterior que levava até a praia. Sua arma estava nas proximidades e parecia que havia morrido com um único tiro na cabeça.

Sua morte foi considerada suicídio, apesar de que seria questionada quase um século mais tarde, quando um advogado remexendo nos arquivos oficiais afirmaria que a bala que a matou foi de um calibre diferente da sua própria arma. Independentemente deste achado, não abriram uma nova investigação.

Como se esperava, histórias do quarto de hotel que ocupava, o 3327, ser assombrado começaram a circular - até hoje. Os relatos de mau funcionamento de equipamentos elétricos, mudanças dramáticas na temperatura ambiente, aromas estranhos, vozes inexplicáveis, o som de passos estranhos e brisas súbitas, ainda são alegados pelos hóspedes.


Fontes: Phantoms and Monsters; Historic Mysteries

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A Mulher que se Casou com um Fantasma


Em 15 de Janeiro de 1901, o "Sunderland Daily Echo" noticiou que Bessie Brown, de Cameron, Oklahoma, havia se casado com um fantasma.

O repórter explica que o noivo de Bessie tinha morrido algumas semanas antes de seu casamento e, depois o seu espírito apareceu para a noiva que decidiu que iria se casar com o seu fantasma.

O artigo relata ainda, que Bessie se mudou para uma casa de campo com seu marido (ou fantasma) e que "as pessoas que passam perto dessa residência podem ouvi-los conversando e rindo como se ambos estivessem em forma humana".

The Sunderland Daily Echo reported that a woman had married a ghost in 1901.



Fonte: Blog do British Newspaper Archive