quinta-feira, 2 de junho de 2011

O mistério do Maria Celeste


A embarcação Maria Celeste foi lançada na Nova Escócia, em 1860. O seu nome original era "Amazon" (amazona). Tinha 31 metros de comprimento, deslocava 280 toneladas e foi registrado como um meio-brigue.

Pelos próximos 10 anos o navio se envolveu em inúmeros acidentes no mar, e passou por inúmeros donos. No final das contas ele apareceu num leilão de "salvação" no qual foi comprado por $3.000. 

Depois de muitos reparos, foi colocado sobre registro americano e renomeado como "Maria Celeste". O novo capitão do "Maria Celeste" foi Benjamin Briggs, 37 anos, um mestre com três comandos anteriores.

Em 7 de Novembro de 1872, o navio partiu de Nova York com o Capitão Briggs, sua esposa, filha pequena e uma tripulação de oito. O navio foi carregado com 1.700 barris de álcool americano cru, com destino à Genoa, Itália.

O capitão, sua família e tripulação nunca mais foram vistos. O navio foi encontrado flutuando no meio do Estreito de Gibraltar. Não havia sinal de lutas no navio e todos os documentos, exceto o diário de bordo do capitão, estavam desaparecidos.

No início de 1873, foi reportado que dois barcos salva-vidas encalharam na Espanha, um com um corpo e uma bandeira americana, o outro contendo cinco corpos. Tem sido alegado que esses devem ter sido os resquícios da tripulação do Maria Celeste. Entretanto, aparentemente os corpos nunca foram identificados.

Fonte: 13 Grandes Mistérios da Humanidade.

Evento de Tunguska

Uma expedição de cientistas italianos pode ter encontrado, em um lago da Sibéria, a explicação para o chamado "evento de Tunguska" - uma explosão que ocorreu sobre o norte da Rússia em 1908, destruindo vegetação por mais de 2.000 km2 e gerando tremores de terra e uma luz súbita nos céus, observada em partes da Europa e da Ásia (foto: imagem de computador do Lago Cheko, que estaria numa cratera de meteorito).

Cientistas acreditam que o evento tenha sido causado pela desintegração de um cometa ou asteróide a uma altitude de 5 km a 10 km na atmosfera, mas nenhum fragmento ou vestígio do corpo jamais foi encontrado, o que fez do evento um tema popular entre aficionados de Ovnis. Tunguska também aparece em diversas obras de ficção, de um romance de Thomas Pynchon ao seriado de TV Arquivo X.

Em um artigo na revista online Terra Nova, de 2007, pesquisadores liderados por Luca Gasperini, da Universidade de Bolonha, sugerem que o Lago Cheko, 8 km ao norte do provável epicentro do evento, pode ser a cratera aberta por um pedaço do corpo responsável pela explosão no ar.

Sondagens realizadas no lago pelos cientistas italianos durante uma expedição em 1999, descritas no artigo, sugerem que o lago preenche uma cratera aberta por um impacto. O trabalho dos pesquisadores, ressaltando que a região é remota e pouco habitada, diz que não se sabe se o Cheko já existia antes de 1908, e que sua primeira citação em mapas data de 1928.


Com base nas características do lago, a equipe de Gasperini sugere que a cratera foi aberta por um asteróide de 1.500 toneladas e 10 metros de diâmetro - no máximo: o Imagem de computador do Lago Cheko, que estaria numa cratera de meteoritoterreno é pantanoso, e a cratera pode ter se expandido, com o desgaste do solo ao redor da borda original.

Os cientistas reconhecem, no entanto, que será necessário realizar uma perfuração no leito do lago para determinar se se trata realmente de uma cratera de asteróide, com a descoberta de um fragmento do meteorito original ou de solo compactado pelo impacto.

Fonte: Carlos Orsi, do Estadão

Bíblia do Diabo


O livro contendo uma combinação de histórias antigas, curas medicinais e feitiços, com 90 cm de comprimento e pesando 75 kg, é o maior e mais bem conservado manuscrito medieval existente, o Códice Giga, que em Latim significa “O Grande livro”.

Essa obra que já foi considerada a oitava maravilha do mundo, é descrito por historiadores que o estudam como “O livro mais fascinante, peculiar, bizarro e inexplicável já escrito“, na verdade o Códice exerce uma atração quase sobrenatural, foi cobiçado por homens poderosos, roubado como espólio de guerra, e mantido em segredo por um Santo imperador romano por toda a sua história, o Códice inspirou medo e obsessão por sua posse.