quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A Mulher que se Casou com um Fantasma


Em 15 de Janeiro de 1901, o "Sunderland Daily Echo" noticiou que Bessie Brown, de Cameron, Oklahoma, havia se casado com um fantasma.

O repórter explica que o noivo de Bessie tinha morrido algumas semanas antes de seu casamento e, depois o seu espírito apareceu para a noiva que decidiu que iria se casar com o seu fantasma.

O artigo relata ainda, que Bessie se mudou para uma casa de campo com seu marido (ou fantasma) e que "as pessoas que passam perto dessa residência podem ouvi-los conversando e rindo como se ambos estivessem em forma humana".

The Sunderland Daily Echo reported that a woman had married a ghost in 1901.



Fonte: Blog do British Newspaper Archive

domingo, 17 de janeiro de 2016

A Horrível Descoberta


Do "The Illustrated Police News", tabloide londrino e sensacionalista, vem essa reportagem horripilante dos anos 1870:

"A descoberta mais chocante foi feita na semana passada na cidade de Haverball. As circunstâncias do caso são notáveis e horríveis até o último grau. Os fatos são os seguintes:

Durante alguns meses passados um homem chamado William Laslett, sua esposa e uma filha (a menina com cerca treze anos de idade), ocuparam duas salas no porão de uma casa na Princess Street. Laslett, ao que parece, é um vendedor ambulante que possui um cavalo e carroça, com a qual viaja de cidade em cidade e costuma a se ausentar de casa seis ou oito semanas de cada vez. Ocasionalmente, levava consigo a sua filha em suas expedições itinerantes, mas mais frequentemente sua esposa o acompanhava.

Ele deixou Princess Street com a esposa nas últimas sete semanas, deixando Jane Laslett, sua filha, para trás. A jovem foi vista por seus vizinhos por alguns dias depois que seus pais tinham partido, quando, de repente, ela sumiu. As portas de ambos os quartos ocupados pelos Laslett estavam trancadas, e a inferência natural era que Jane tinha saído para se juntar aos pais, pois sabiam que ela já tinha feito isso em mais de uma ocasião. Semanas se passaram; as suspeitas dos outros ocupantes da casa de que havia algo errado tornou-se mais forte a cada dia.

Um odor desagradável e revoltante subiu a escada e encontrou seu caminho para os vários apartamentos. Na segunda-feira passada, um carpinteiro que ocupava um dos quartos superiores foi levado a quebrar a porta que levava ao subsolo, onde foi golpeado por uma cena de horror jamais presenciada por ele.

Após a porta ser aberta, uma legião de ratos corria em todas as direções. A maior parte do corpo da pobre menina tinha sido devorado por eles. Os senhores médicos que, desde então, fizeram um exame post mortem, concordam com a opinião de que Jane Laslett morreu subitamente de doença do coração de longa data - que sua morte tinha, possivelmente, ocorrida algumas semanas atrás, desde o qual os ratos vinham se alimentando do corpo.

O pai e a mãe ainda não voltaram, nem os vizinhos sabem como se comunicar com eles.

The Illustrated Police News foi um dos primeiros tabloides britânicos. Ele apresentava relatos e ilustrações de assassinatos e enforcamentos sensacionalistas e melodramáticos e era um descendente direto dos broadsheets do século 18".


Fonte: Traduzido de 1870s Eaten to death by rats

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

11 Reportagens Bizarras de Jornais Históricos - 5a. Parte

Illustrated Police News – Saturday 25 June 1870

O British Newspaper Archive (Arquivo Britânico de Jornais) está cheio de histórias terríveis sobre o incomum e o inexplicável. Selecionamos algumas das reportagens mais estranhas, incluindo a descrição de um monstro com a cabeça de leão-marinho e o rumor de que a Alemanha estava transformando seus soldados mortos em explosivos durante a 1a. Guerra Mundial.

1870: Morta pelo espartilho

A moda vitoriana pode ser mais terrível do que histórias de fantasmas e monstros. Esta imagem é acompanhada de uma manchete no "The Illustrated Police News" sobre uma jovem que foi morta por um espartilho que tinha sido atado com muita força.

O jornal afirmou que a senhora desmaiou ao dançar em um baile, porque "a ação do coração tinha sido impedido e a emoção no esforço foi, dadas as circunstâncias, de uma tensão muito grande sobre o sistema".


Fonte: Blog do British Newspaper Archive