terça-feira, 26 de abril de 2016

As Profecias de São Malaquias


Um dos mais obscuros profetas da Idade Média, São Malaquias, um monge irlandês que se tornou arcebispo de Armagh e primaz da Irlanda por volta de 1132, morreu em 1148. Mas suas profecias, encontradas na forma de anotações, foram recolhidas e publicadas pelo Vaticano em 1595.

As profecias de São Malaquias foram colocadas na forma de um registro papal, projetado a partir do século 12, com um comentário sobre cada um dos novos papas ou o caráter de seu papado. Muitas das profecias foram consideradas surpreendentemente pertinentes. O registro termina com "Pedro, o Romano", em um tempo que, segundo os cálculos, deverá coincidir com o final deste século, ou com a chegada do terceiro milênio.

Entre Pedro e alguém que parece ser o papa Pio XI, haverá seis outros chefes do Vaticano. Durante o papado de Pedro, "a cidade das Sete Colinas será destruída, e o Respeitável Juiz julgará seu próprio povo".

A história profética do papado sempre foi muito comentada entre teólogos católicos. Seu conhecimento pode ter contribuído para a visão reportada pelo papa Pio X em 1909. Saindo de um transe, ele disse:

- O que vejo é terrível. Serei eu mesmo... ou meu sucessor... o papa sairá de Roma e, depois de ter deixado o Vaticano, terá de caminhar sobre os cadáveres de seus padres.

O tempo, naturalmente, dirá se as terríveis profecias de São Malaquias serão realizadas.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

As Crianças Perdidas


Uma mulher desesperada por encontrar seus filhos perdidos é capaz de fazer qualquer coisa. Vejamos o caso de Joanne Tomchik, de Nova York, que perdeu seus filhos, de 3 e 5 anos de idade, quando foram raptados pelo ex-marido em 1972.

Fora de si, Joanne procurou a ajuda da polícia e até chegou a contratar detetives particulares. Mas um ano e 6 mil dólares em honorários depois, ainda não havia nenhuma pista sobre o paradeiro do marido ou das crianças.

Então ela ouviu uma transmissão radiofônica sobre Percepção Extra-Sensorial e decidiu recorrer à ajuda de um médium. O grupo responsável pelo programa de rádio indicou-a à sra. Millie Cotant, que olhou fixamente algumas fotos das crianças e finalmente teve uma visão: um trailer e uma caminhonete azul-clara com placas da Carolina.

Aquilo foi suficiente para a sra. Joanne Tomchik. Ela notificou a polícia da Carolina do Norte e do Sul, enviando aos dois Estados fotos dos filhos e do ex-marido. Um mês depois, em Wilson, Carolina do Norte, Andrew Tomchik foi localizado, morando com as crianças em um estacionamento próprio para trailers. Ele estivera usando uma caminhonete azul-clara.

Tomchik foi considerado culpado por violar o direito de visita aos filhos, e a sra. Joanne Tomchik ficou feliz ao tê-los de volta ao lar.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz

Fluxo Mediúnico


Alguns especialistas acreditam que recebemos impressões mediúnicas continuamente durante o dia, mesmo que essas mensagens jamais entrem em nosso consciente. Essa idéia era simplesmente uma teoria, até os anos 60, quando E. Douglas Dean, um engenheiro eletricista de Nova Jersey, decidiu demonstrá-la.

Partindo de algumas pesquisas realizadas anteriormente na antiga Tchecoslováquia, Dean usou duas pessoas para seus experimentos. O primeiro sujeito, o "receptor", foi colocado sozinho em uma sala, os dedos presos a um aparelho para medir o fluxo sangüíneo no corpo. Enquanto isso, em uma outra sala, o "emissor" começou a trabalhar.

Ele - ou ela - estudava uma série da cartões em branco ou então com um nome escolhido a esmo. Em geral, um nome significativo para o emissor ou para o receptor. Dean esperava que, quando o emissor ficasse estimulado ao deparar com um nome emocionalmente significativo, o receptor também reagiria. Tal reação seria demonstrada no gráfico do aparelho, que indicaria um aumento nas pulsações.

A experiência foi bem-sucedida, mas não da forma esperada. O que aconteceu foi que o fluxo sangüíneo do receptor reagiu quando o emissor olhou para nomes significativos para seu companheiro de experimento. Parecia que o subconsciente do sujeito estava constantemente vigilante durante o teste, à procura de quaisquer mensagens que pudessem ser importantes. Embora os sujeitos não estivessem cientes de quando os sinais de PES eram recebidos, seus corpos sutilmente reagiam a eles.


Fonte: Livro «O Livro dos Fenômenos Estranhos» de Charles Berlitz